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]]>Em dias normais as crianças e adolescentes já sofrem frequentemente abusos e agressões físicas de seus pais, irmãos e pessoas próximas. Segundo dados de 2018 do Disque 100, 70% dos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, relatados por esse canal de atendimento, foram cometidos por familiares ou pessoas com acesso fácil à criança.
Estamos vivendo um tempo onde as pessoas estão tendo que lidar e se adaptar ao novo, mesmo sofrendo. Esse período de isolamento social tem feito com que eu refletisse mais, em termos de vulnerabilidade social envolvendo crianças e adolescentes, sobre a intensa convivência familiar, a sobrecarga de tarefas domésticas e o estudo em casa, ou a falta de emprego e renda, que podem ser geradores ou agravantes de conflitos e violências em muitos lares. Violências que já poderiam ocorrer, anteriormente, contra crianças e adolescentes vão se manter e podem se agravar.
Acho de extrema importância conscientizar a população de que as pessoas precisam sim denunciar os agressores de abuso sexual contra crianças e adolescentes. E o crime, na maioria das vezes, é praticado pelos próprios pais, avós, padrastos, pessoas do ambiente familiar…
Este episódio da campanha “Defenda-se” ajuda crianças e adolescentes a identificarem o abuso sexual e a buscar estratégias para se protegerem e buscar ajuda contra violências.
A sociedade tem sido a cada dia mais cega quando se diz respeito aos direitos humanos. Crianças e adolescentes têm seus direitos e deveres, assim como define o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente). Da mesma forma com têm seus deveres, também têm os direitos que, na maioria das vezes, são mal vistos, fazendo com que a criança e o adolescente perca seu direito à voz ativa.
Se pararmos e pesquisarmos, veremos o quanto o número de denúncias caiu de abril a junho. A princípio, a redução pode parecer boa notícia, “mas ela mascara uma realidade complexa: com a pandemia do novo coronavírus e o isolamento social que vivemos, os números menores refletem subnotificação. Em casa com seus agressores e sem a vigilância de professores da escola ou de parentes, amigos ou conhecidos, os menores não têm como ser ajudados”, aponta uma reportagem no site Universa – que integra os conteúdos do portal UOL.
Concluo esse artigo dizendo: denuncie! Não se cale! Abuso sexual é crime.
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Artigo escrito por Marcos Vinícius Soares da Costa
Marcos tem 18 anos e é estudante do Ensino Médio na cidade de Goiânia (GO). Acompanha atividades do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Atua como representante do estado de Goiás no CPA (Comitê de Participação de Adolescentes) do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), tendo sido indicado pelo CMDCA de Anápolis (GO) em 2017. Já participou de diversas conferências, reuniões na sua cidade e até mesmo em outros Estados, atuando na defesa de causas como a promoção dos direitos de crianças e adolescentes, sobretudo do direito à participação social.
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]]>The post Baixe materiais da nossa oficina de educomunicação sobre o 18 de Maio! first appeared on Universo Educom.
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1. Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes: Guia de Referência para a cobertura jornalística, da ONG ANDI – Comunicação e Direitos
2. Jornal do projeto Navegando nos Direitos 2014, da ONG Ciranda – Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência
3. GVT Inspira: Uso responsável da internet 5.0, da empresa GVT em parceria com o CDI – Comitê para a Democratização da Informática e a ONG Safernet Brasil
4. Estatuto da Criança e do Adolescente, legislação federal que pode ser acessada pela edição do CEDCA RJ – Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Rio de Janeiro, já publicado em nosso portal.
Baixe versão atualizada do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente
Quer se aprofundar ainda mais e conhecer outros e-books, cartilhas, guias, manuais, gibis e revistas que falam sobre esse assunto? O portal Universo Educom reuniu mais de 30 materiais desse tipo! Acesse tudo clicando aqui.
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]]>The post Baixe material informativo com dados sobre violências sexuais contra crianças e adolescentes first appeared on Universo Educom.
]]>Durante as nossas pesquisas, encontramos essa cartilha informativa da organização Plan International, publicada em 2018. O material possui 8 páginas e ajuda a:
– Contextualizar questões legislativas;
– Identificar a violência sexual;
– Saber qual é o passo a passo de como fazer uma denúncia;
– Tirar dúvidas diversas sobre o assunto.
Segundo dados do IPEA – Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas e Ministério da Saúde, 70% das vítimas de estupro são crianças e adolescentes. Precisamos mudar essa realidade, não é mesmo?
Para se aprofundar mais no assunto, não deixe de visitar uma das postagens aqui do portal Universo Educom que viralizou nas redes sociais: Baixe mais de 30 cartilhas e guias sobre enfrentamento às violências sexuais contra crianças e adolescentes.
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]]>The post Websérie “O Desafio da Igualdade” aborda equidade de gênero em cinco episódios first appeared on Universo Educom.
]]>Os episódios trazem em seus títulos algumas perguntas provocativas como “Meninos podem chorar?”, “Porque dividir as tarefas de casa?” e “A partir de que idade posso falar sobre abuso com crianças?”. O conteúdo é todo abordado por uma apresentadora negra e até assuntos delicados como abuso e violências sexuais, retratados no episódio 03 “A culpa é do vestido?”.
Tá esperando o quê pra começar a assistir a série, hein? Ordenamos todos os episódios logo abaixo pra facilitar a sua vida, rs.
A falta de equidade no tratamento de meninos e meninas tem reflexos sociais, psicológicos e na divisão dos trabalhos ao longo de toda a vida, que podem ser percebidos desde a infância e adolescência. Este infográfico que publicamos no portal Universo Educom, por exemplo, ajuda a compreender um pouco mais sobre essas relações. Que tal visitar a nossa matéria “Infográfico ajuda a entender desigualdades com que meninas são tratadas no Brasil” para se aprofundar no assunto, hein? #ficadica
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]]>The post Campanha ‘Defenda-se’ traz crianças em práticas educomunicativas no enfrentamento às violências sexuais first appeared on Universo Educom.
]]>Este já é o 11° vídeo produzido desde que a Campanha começou. As novidades são a reformulação dos traços das ilustrações e o surgimento de uma nova turma personagens, representando as populações negra, indígena, refugiada, branca e com deficiência, por exemplo.
Com pouco mais de 2 minutos de duração, o vídeo incentiva as crianças a ficarem atentas para perceber os toques que causam sentimentos ruins, ter coragem para dizer não e a procurar adultos de confiança para se proteger das violações.

O vídeo já está disponível na web e foi exibido durante o 5° Seminário Estadual ECA 28 Anos, em Curitiba (PR). | Foto: Diego Henrique da Silva.
O coordenador nacional da Campanha Defenda-se, jornalista Vinícius Gallon de Aguiar, comentou sobre o vídeo durante o 5° Seminário Estadual ‘Estatuto da Criança e do Adolescente: 28 Anos’, na manhã do dia 17 de Maio, em Curitiba (PR). Para ele, a campanha também investe na construção de uma boa auto-estima entre as crianças, por acreditar que quando esse público possui uma boa auto-estima em relação a si, tendem a ser mais seguros e a tomarem uma iniciativa de se manifestar quando vítimas de algum abuso, por exemplo.

Vinícius está envolvido com a campanha desde o seu lançamento, em 2014. | Foto: Diego Henrique da Silva.
A assistente social e psicóloga Adriana da Silva Turbay, especialista em Políticas de Atendimento à Criança e ao Adolescente em Situação de Risco, também palestrou no Seminário e comentou que o vídeo foi bastante feliz em refletir sobre a dimensão real da violência infanto-juvenil. Como exemplo, essa citou que não foram utilizados monstros, bichos ou animais selvagens para representar o(a) agressor(a), mas sim outros seres humanos e esse tipo de abordagem, segundo ela, é muito melhor.

Adriana Turbay aproveitou a rodada de respostas aos questionamentos da plenária para comentar sobre o aspecto positivo que o novo vídeo da Campanha traz. Foto: Diego Henrique da Silva.
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Criançada que educomunica! [Spoiler alert]
Durante a animação, tem um pedacinho em que os(as) personagens gravam um vídeo com informações sobre a importância da autoproteção infantil, atuando como apresentadores(as) mirim, sinalizando sobre a importância da comunicação e da educação entre pares como forma de enfrentamento às violências sexuais e disseminação de conteúdos com potencial de mobilização social. Vale lembrar que o coordenador da campanha já atuou como educomunicador em projetos sociais de produção audiovisual para e com adolescentes (como o ‘Luz, Câmera, Paz!… Na Escola’ e o ‘Ponto de Cultura Educamídia’, por exemplo) que podem ter sido influências na produção de seu roteiro.

Diversidade étnico-racial, de gênero, etária e de atores do sistema de garantia de direitos também é representada no novo vídeo da campanha. | Imagem: Reprodução/ Campanha Defenda-se.
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Sobre a Campanha Defenda-se
Desenvolvida pela Rede Marista de Solidariedade, por meio do Centro Marista de Defesa da Infância, a campanha Defenda-se tem como base o Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, especialmente no eixo de Prevenção, que assegura a realização de ações preventivas contra o abuso e/ou exploração sexual de crianças e adolescentes, fundamentalmente pela educação, sensibilização e autodefesa. Além disso, responde ao 3º Protocolo Facultativo da Convenção sobre os Direitos da Criança, do qual o Brasil ainda não é signatário, mas que prevê a possibilidade da criança denunciar à Organização das Nações Unidas (ONU) violações de seus direitos.
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