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]]>Hoje, uma palavra vem sendo falada, constantemente: empatia. Do dicionário Houaiss, significa “capacidade de partilhar dos sentimentos e emoções de outra pessoa.” Seria possível esperar isso da família, amigos, governo? Estudar quando os jornais noticiam a tristeza alheia… Estudar quando a casa não acomoda os familiares de forma adequada… Estudar quando as oportunidades não são favoráveis…
Outra palavra debatida: meritocracia. Só dar um Google, e a primeira descrição diz: “predomínio numa sociedade, organização, grupo, ocupação, daqueles que têm mais méritos (os mais trabalhadores, mais dedicados, mais bem dotados intelectualmente).” O Brasil mostra a sua desigualdade, constantemente, e o mérito é de quem não quer ver essa situação ao camuflar as condições adversas, com justificativas que não são pertinentes à realidade sentida por quem ama a escola, mas não consegue manter a frequência em sala de aula, por não ter meio para o transporte, por exemplo.
O diretor de cinema, João Jardim, acompanhou entre abril de 2004 e outubro de 2005, jovens de três cidades diferentes, do Brasil. Os Estados de Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo foram cenário real do filme documentário intitulado “Pro Dia Nascer Feliz”, de 2006, cujo mote traz as inquietações de jovens perante a educação pública, a relação com professoras, bem como, o contraste com o mundo da educação privada. Adolescentes em idade próxima para finalizar o ensino médio, apontam o que o país oferece para essas pessoas prestes a decidirem o que farão com o que têm em mãos. Em Manari, no interior de Pernambuco, Valéria, uma jovem poetisa recita o que sente e vê no seu dia a dia. A escola é frequentada quando há disposição de transporte para conduzir os(as) estudantes. Os livros são seu ponto de escape, diante de suas necessidades e desejos como cidadã, em contrapartida ao que lhe é permitido.
Rio de Janeiro e São Paulo apresentam a rotina dos(as) alunos(as) com a dispensa de aulas, constante, por falta de professores(as). O ambiente escolar da periferia dessas cidades podem revelar que, os(as) adolescentes, além de conviverem com essas situações, deparam-se com a violência, ou seja, o que é ofertado em seu cotidiano vulnerável. Enquanto o(a) espectador(a) mergulha nessa vivência, a docência passa por suas angústias em torno dessa circunstância. Em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, um grupo de professoras realiza o conselho de classe e decidem aprovar um dos alunos, Deivison. Ele é integrante da banda, parte do grupo cultural da escola, uma das motivações para mantê-lo ali.
Em Itaquaquecetuba, São Paulo, Celsa, uma professora de ensino médio, acompanha os(as) alunos em uma atividade de Fanzine (revista confeccionada pelo grupo), por meio de colagem de textos. Nesses casos, João Jardim, explora o universo das professoras, alunas e alunos. O que os aflige diante do que é imposto e ofertado. Profissionais da educação cansados(as), estudantes que não se identificam com o ambiente escolar e jovens que se dedicam, mesmo com situações de desmotivação.
Já no bairro Alto de Pinheiros, o diretor de cinema acompanha adolescentes de uma instituição de ensino particular. Os questionamentos existenciais, provas, amizade, o entorno da idade são apontamentos evidenciados. As instalações físicas dessa escola e das demais apresentadas ao longo do filme, representam o quadro de desigualdade social, econômica e simbólica brasileira, colocando em julgamento a meritocracia defendida por muitos(as), que impõe a ideia de que o esforço individual é o suficiente e explica o sucesso dos indivíduos.
Afinal, como estão, hoje, todos os(as) adolescentes apresentados no documentário? A balança da igualdade não está equilibrada. Atualmente, os(as) estudantes do colégio particular de São Paulo, poderiam contar com o ensino à distância, apropriado. Os demais, em sua maioria, infelizmente, teriam que aguardar a vacina da consciência.
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Artigo escrito por Nathalia Cavalcante
Nathalia é jornalista formada pela Universidade Positivo (UP) e em Cinema pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP – Unespar). Já dirigiu curtas-metragens e diversas obras audiovisuais premiadas e selecionadas para festivais, além de ser atriz de teatro e produtora. Divide suas andanças pelo mundo através do Instagram e compartilha parte de seu trabalho pelo Vimeo.
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Foto de Capa/ Destaque: Getty Images;
Fotos que ilustram o artigo: Divulgação/ Tambellini Filmes;
Foto da Autora do Artigo: Arquivo Pessoal/ Nathalia Cavalcante.
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]]>The post Livro relata experiências audiovisuais produzidas com povos indígenas brasileiros first appeared on Universo Educom.
]]>Trata-se de uma obra bilíngue (em português e inglês), patrocinada pelo banco Itaú e pela Natura, que obteve apoio do programa Cultura Viva do então Ministério da Cultura, e que possui 260 páginas. Recheado de ensaios fotográficos e ensaios críticos e depoimentos, o livro retrata experiências vivenciadas com, pelo menos cinco etnias indígenas brasileiras: Xavante, Ashaminka, Kuikuro, Huni Kuì e Mbya-Guarani.
Ao longo de sua existência, “o projeto já produziu registros de 37 povos, oficinas em 127 aldeias e filmes premiados no Brasil e no exterior”, relembram os(as) organizadores(as). A videoteca com os materiais produzidos no âmbito do projeto pode ser acessada pelo site oficial do VNA. Apoiadores(as) também podem pagar para assistir aos vídeos, pagando pelo acesso, através da plataforma de Videos On Demand que o VNA possui no Vimeo. Ao pagar pelo acesso, o comprador pode alugar o acesso à obra por um determinado período de tempo ou realizar a compra para assistir sempre que quiser.
Uma indicação de vídeo do portal Universo Educom é o filme Mbya Mirim, em que a gente consegue acompanhar duas crianças, Palermo e Neneco (indígenas da etnia Mbya Guarani, do Rio Grande do Sul), que conseguem nos revelar muito da sua cultura, rotina e desafios de seu povo através das brincadeiras e vivências. O videodocumentário tem 23 minutos.
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]]>A ideia de fazer o vídeo surgiu de uma inquietação por ocasião da realização do Congresso Juvenil Marista (CJM), em quê, segundo Luana, o objetivo era elaborar um artigo científico sobre uma temática proposta. O grupo dela ficou com o tema que deu nome ao documentário. “Não acreditava que isso [escrever o artigo em grupo] seria suficiente para realmente expressar o que essa temática envolve, que são sujeitos, cheios devida e histórias pra contar. Daí surgiu a ideia de fazer um videodoc com alguns projetos sociais, para que as pessoas pudessem contar além das suas realidades, mas também como elas atuam para fazer a mudança”, explica a garota que estuda no Colégio Marista Dom Silvério e é adolescente aprendiz na produtora de vídeo Imago Filmes.
“O processo todo foi muito lindo e enriquecedor. Desde o primeiro contato com os projetos, onde acabei conhecendo pessoas maravilhosas que me inspiraram e continuam a inspirar imensamente, até as visitas e gravações, momentos nos quais aprendi tanto com a câmera ligada, mas principalmente desligada”, comenta. O engajamento da Luana não é de hoje. Ela também é Conselheira Municipal das Juventudes de Belo Horizonte no setor educacional, membro da Comissão Local e Provincial das Juventudes Marista Brasil Centro-Norte e Ativista da iniciativa “Mapa Educação” de Minas Gerais. Recentemente, em novembro de 2018, ela participou de um evento internacional no Rio de Janeiro, o “Encuentro de Niñas, Niños y Adolescentes”, da Subregião Sul da América Latina, junto com outros(as) adolescentes representantes de países como Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai e Brasil. O portal Universo Educom clicou a camiseta dela para este ensaio fotográfico, publicado no final de novembro de 2018.
Dê o play a seguir para assistir a íntegra do videodocumentário!
Quem ao assistir ao doc, vai perceber a participação cidadã ativa de três gerações: a infantil, a adolescente e a juvenil. Os(as) jovens são os(as) personagens entrevistados(as), que contam suas iniciativas desenvolvidas no Aglomerado da Serra, um conjunto de bairros localizado na região centro-sul de Belo Horizonte, periferia da capital mineira. “Sem dúvidas aprendi muito do começo ao fim, e descobri nisso tudo algo que sinto paixão e desejo de levar pra vida”, analisa Luana. Os(as) adolescentes acabaram sendo envolvidos(as) como colaboradores(as) e na gravação do material.
Entretanto, uma das coisas que chama a atenção é o fato do documentário contar com uma trilha sonora surpreendente, dotada de crítica social, que é cantada de maneira autoral pelo MC Bignei.Ele é rapper, ator, modelo e participa das oficinas do “Centro Cultural Lá da Favelinha”,que é uma das iniciativas sociais retratadas no documentário da Luana. “Sou uma grande fã do Bignei! Desde minhas primeiras visitas ao Lá da Favelinha já havia me encantado. Quando fui gravar com o Kdu, acabei filmando também algumas oficinas e, coincidentemente, teria oficina de rap no dia, que é dada pelo rapper Bobnei, pai do Bignei. Na oficina, tive o privilégio de gravar os dois e o Kdu rimando e improvisando juntos. Ao rever essa cena, no momento da edição, me dei conta que não teria como ser outra trilha se não a música incrível e cheia de conteúdo do MC Bignei”, relembra Luana.
Ouça a música “Temos que ter compromisso” logo abaixo:
Inclusive, o Centro Cultural lá da Favelinha tá com um projeto incrível de ampliação do espaço para melhorar a oferta de suas oficinas e o atendimento à crianças, adolescentes, e jovens! Clique aqui para compreender o projeto e fazer a sua doação.
O videodoc é o segundo produto audiovisual publicado em seu canal de Youtube. “Com certeza esse é só o começo. Tenho um desejo imenso de continuar esse projeto produzindo mais conteúdos envolvendo cultura, direitos humanos, educação, desigualdade, etc., principalmente na minha cidade, em que acabei desenvolvendo um fascínio maior ainda a partir do estudo e produção do trabalho”, esclarece. Para ela, é muito importante que adolescentes e jovens estejam envolvidos(as) em causas sociais.
“Somos frequentemente colocados como futuro do país, mas no presente somos menosprezados e negligenciados. Temos uma capacidade e desejo de começar a mudança hoje, e isso é admirável”.
Luana Abreu
Quem vê o resultado do videodoc, talvez, não faça ideia dos desafios que precisaram ser superados, como as diversas idas à Serra para fazer as gravações, enfrentara chuva, garantir que a memória do celular não vai ficar cheia etc. A Luana contou que o maior desafio na produção do videodoc foi o processo de edição, que ela precisou fazer sozinha. “Minha grande sorte foi ter o apoio da Imago Filmes, a partir do meu pai, Xande Pires, que me auxiliou em todo o processo, dando dicas, tirando dúvidas, e indicando as ferramentas necessárias”, explica.
No portal Universo Educom, já foram publicados diversos conteúdos que relatam experiências de produção audiovisual feitas por e com adolescentes. Tem materiais mais teóricos como o e-book “Audiovisual comunitário e educação: histórias, processos e produtos” até conteúdos que explicam o passo-a-passo da produção, como o “Produção Audiovisual Comunitária”, com dicas sobre como pensar num roteiro, fazer bons enquadramentos, cuidar da iluminação e envolver a comunidade retratada nos processos de produção e escolhas de modo geral.
Entretanto, nem todo mundo tem acesso aos recursos para fazer vídeos; a dica da Luana, é ir atrás de ideias criativas e se unir a outras pessoas que tenham o mesmo desejo de produzir bons conteúdos com você! “A dica que eu daria para adolescentes que gostariam de começar a produzir vídeos seria procurar um tema que desperta paixão real, porque isso nos mantém firmes e empenhados durante todas as dificuldades do processo. Do mais, é muito importante que utilizemos os recursos que temos acesso, atualmente a tecnologia ajuda muito, não é difícil termos contato com smartphones com uma câmeras de ótima qualidade e que são capazes de gravar vídeos incríveis. Junte um grupo de amigos que compartilham desses desejos e produzam um conteúdo usando e abusando da criatividade que possuem!”, incentiva.
Começar dando passos menores, produzindo vídeos menos complexos e investindo na convergência com as redes sociais pode ser uma boa alternativa. “Atualmente as redes sociais estão muito presentes no dia a dia, principalmente, de nós jovens. Nesse sentido, é muito importante que procuremos formas de utilizá-las com criatividade e inteligência para que não nos tornemos reféns”, comenta Luana.
O portal Universo Educom ficou sabendo do videodoc dela através de um Insta Stories que ela postou no seu perfil de Instagram. Já pensou se ela não divulga o lançamento do material por lá? Talvez, a gente não tivesse ficado sabendo dessa iniciativa… “Acabei encontrando na internet uma forma de me contatar e acompanhar pessoas que me inspiram, inclusive foi assim que contatei muitos dos entrevistados. Foi interessante como que a partir de um contato com uma pessoa, esta indicava outro, e assim sucessivamente, criando uma rede de colaboração maravilhosa! Além disso, as redes sociais, em especial o Instagram foi, e está sendo, uma forma que encontrei de compartilhar esses projetos com amigos, que vão divulgando para outros e o crescimento é exponencial. Acredito que essa é uma forma incrível de explorarmos a internet como uma ferramenta que acrescenta e auxilia na nossa vida”.
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Foi lançado publicamente, no dia 18 de Julho, o videodocumentário que conta sobre as experiências das oficinas do projeto ‘Educação com Arte: Oficinas Culturais’. O projeto é realizado pelo Cenpec – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária, em parceria com a Fundação Casa – Fundação de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente, em São Paulo (SP). O doc, por sua vez, é uma realização da Plataforma do Letramento, um ambiente digital de aprendizagem, que que visa incentivar a prática da escrita para brasileiros(as), bem como ajudar a garantir o aprendizado ao longo da vida e a participação social ativa e autônoma.

A obra ajuda a discutir como as artes (como o rap, a poesia, capoeira, teatro, artes visuais etc.) se conecta com a leitura, a redação e a expressão oral. Dividido em duas partes, ‘Meninos de Palavra’ começa explorando o universo das oficinas educativas com os adolescentes e deixa para o segundo momento a reflexão de especialistas sobre o processo de letramentos e desenvolvimento de habilidades por mei odos trabalhos dos(as) arte-educadores(as).
Assista à íntegra do documentário no canal de Youtube da Plataforma do Letramento e também logo abaixo:
Ficha técnica/artística
Meninos de Palavra
Concepção Daniela Schoeps, José Alves, Tamara Castro
Direção, fotografia e edição: Fabrício Borges
Som direto: Edson Pelicer, Fernanda Ribeiro, José Alves, P.MC, Tamara Castro, Tony Saga
São Paulo: Cenpec, 2017
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]]>The post Videodocumentário independente reafirma a importância dos(as) catadores(as) de materiais recicláveis first appeared on Universo Educom.
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Já está disponível para visualização integral, gratuita e online o videodocumentário ‘O Homem do Saco’, que se propõe aprofundar o debate sobre a importância e o impacto socioambiental do trabalhado dos(as) catadores(as) de materiais recicláveis para a cidade de São Paulo.

O documentário ‘mergulha no mundo desses trabalhadores e abre nossos olhos pra enxergar essas pessoas invisíveis, entrando na vida de diversos personagens e apontando quais são os problemas que encontram hoje e quais podem ser as possíveis soluções para uma vida mais digna’, explica a página oficial do filme no Facebook.
A produção pode ser um material de referência para a realização de oficinas de educomunicação e educação ambiental por escolas, organizações da sociedade civil, cineclubes, grupos e coletivos independentes.

Com direção de Carol Wachockier, Felipe Kfouri e Rafael Halpern, o filme conta com diversos prêmios, tem sido selecionado por vários festivais nacionais (em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Minas Gerais) e internacional (República Tcheca), desde 2015.

Sugestão de oficina educomunicativa
1. Reúna a turma e peça para que escrevam em tiras de papel, adjetivos ou palavras-chave de como elas enxergam o que seria o ‘homem do saco’. Espere uns 5 minutos aproximadamente, até que todos possam escrever.
2. Quando todos já tiverem escrito, peça para que cada um leia a(s) palavra(s) elencada(s) e vá colocando-as no chão, para que todos(as) consigam vê-las.
3. Faça a exibição do videodocumentário ‘O Homem do Saco’, que tem duração de 58 minutos.
4. Estimule a turma a conversar sobre quais os momentos que mais gostaram e que mais chamaram atenção durante o filme. É importante perguntar se eles ainda associam aquelas palavras escritas inicialmente aos ‘homens do saco’ retratados no documentário. Traga os conceitos de estereótipo e estigma para o grupo e incentive que comentem sobre isso.
5. Ao final da atividade, o grupo pode produzir cartazes com frases que descontruam preconceitos e estereótipos contra os(as) trabalhadores(as) catadores(as) e espalhe-os pela escola, sede da organização social. Também é possível fotografar as produções e divulgá-las pelas redes sociais.
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