anymag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/unive503/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131The post Cartilha “Pratinho Firmeza” aborda cultura alimentar com crianças de todo o Brasil first appeared on Universo Educom.
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A mais nova edição do Pratinho Firmeza já está disponível para download gratuito, na web. Desta vez, o guia é voltado para o público de crianças e adolescentes, com a intenção de conectar olhares das famílias e da escola na garantia do direito à alimentação saudável.
Ao longo da obra, é possível acompanhar a protagonista em diversas cidades do Brasil, aprendendo sobre os hábitos, histórias e culturas alimentares regionais. Há infográficos sobre o caminho da merenda em diferentes cidades e fotografias que mostram a garotada em diversas hortas escolares.
O livro traz as experiências de 5 escolas públicas que têm trabalhos incríveis de hortas colaborativas, espaços em que as crianças protagonizam a relação com o alimento por meio do plantar e o respeito à natureza”. Equipe Pratinho Firmeza 2024.
Listamos as sacadas editoriais mais incríveis desta edição do Pratinho Firmeza, que fazem toda a diferença no diálogo com o público infanto-juvenil; confira a seguir:
1. Um festival de ricas ilustrações e fotografias
Um guia multicolorido composto por uma infinidade de ilustrações, com linguagem que quase se aproxima de uma história em quadrinhos, por conta dos diálogos escritos em balões de fala. As fotografias ajudam a mostrar a diversidade das infâncias, que são mostradas em diferentes contextos e realidades, como uma horta escolar, uma plantação/ roçado, em viagem de barco… Enfim, um retrato diverso do Brasil.
2. Atividades educativas, conteúdo interativo e jogo de tabuleiro
A publicação traz espaços para desenho e inserção de respostas por parte do(a) leitor(a), QR codes que dão acesso a materiais complementares, além de trazer um encarte om um jogo de tabuleiro, explorando assim as perspectivas educativas e lúdicas da obra.
3. Protagonista que valoriza a representatividade e a inclusão
A Ayô é uma garotinha negra que usa cadeira de rodas para se locomover e viaja o país conhecendo as diferentes relações das populações com a alimentação. Na obra, ela não aparece sozinha, mas é inserida em contextos de diálogo com outras pessoas de sua família, tornando-se inspiradora e mostrando outras realidades e vivências aos pequenos(as) leitores(as).
4. Trabalho em rede com diferentes organizações sociais
O Guia é uma iniciativa da Énois, em parceria com @cartaamazonia (Região Norte), a @nonadajornalismo (Região Sul), @nosmulheresdaperiferia (Região Sudeste), a @teatrinetv (Região Centro-Oeste) e a @tejucupapos (Região Nordeste). O financiamento foi mobilizado através da Lei de Incentivo à Cultura em âmbito federal, com patrocínio da @rdsaudeoficial.
5. Resgate histórico e receitas típicas
A cada parte da obra, ao citar uma nova região do país, podemos conhecer um pouco da história de um determinado prato, além de vermos fotos e sabermos da receita que explica como prepará-lo.
O portal
Universo Educom já publicou matéria repercutindo o lançamento de uma das edições do Prato Firmeza. Na época, a publicação destacava os points gastronômicos das periferias de São Paulo, com pegada geek, que eram conectadas ao universo dos quadrinhos, filmes de super-heróis, séries, games e elementos da cultura pop. Clique aqui para acessar.
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]]>The post Pesquisa do Unicef quer saber quais as preocupações de meninas adolescentes da América Latina first appeared on Universo Educom.
]]>“A consulta e a pesquisa estão sendo lançadas para comemorar o 25º aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, um plano mundial progressivo para promover os direitos das mulheres e meninas”, explicam os(as) organizadores(as) da iniciativa no Brasil, através do site da consulta.
Clique aqui para se cadastrar e acessar a pesquisa.
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]]>The post O desafio do enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes confinados(as) com agressores(as): qual é o nosso papel? first appeared on Universo Educom.
]]>Em dias normais as crianças e adolescentes já sofrem frequentemente abusos e agressões físicas de seus pais, irmãos e pessoas próximas. Segundo dados de 2018 do Disque 100, 70% dos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, relatados por esse canal de atendimento, foram cometidos por familiares ou pessoas com acesso fácil à criança.
Estamos vivendo um tempo onde as pessoas estão tendo que lidar e se adaptar ao novo, mesmo sofrendo. Esse período de isolamento social tem feito com que eu refletisse mais, em termos de vulnerabilidade social envolvendo crianças e adolescentes, sobre a intensa convivência familiar, a sobrecarga de tarefas domésticas e o estudo em casa, ou a falta de emprego e renda, que podem ser geradores ou agravantes de conflitos e violências em muitos lares. Violências que já poderiam ocorrer, anteriormente, contra crianças e adolescentes vão se manter e podem se agravar.
Acho de extrema importância conscientizar a população de que as pessoas precisam sim denunciar os agressores de abuso sexual contra crianças e adolescentes. E o crime, na maioria das vezes, é praticado pelos próprios pais, avós, padrastos, pessoas do ambiente familiar…
Este episódio da campanha “Defenda-se” ajuda crianças e adolescentes a identificarem o abuso sexual e a buscar estratégias para se protegerem e buscar ajuda contra violências.
A sociedade tem sido a cada dia mais cega quando se diz respeito aos direitos humanos. Crianças e adolescentes têm seus direitos e deveres, assim como define o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente). Da mesma forma com têm seus deveres, também têm os direitos que, na maioria das vezes, são mal vistos, fazendo com que a criança e o adolescente perca seu direito à voz ativa.
Se pararmos e pesquisarmos, veremos o quanto o número de denúncias caiu de abril a junho. A princípio, a redução pode parecer boa notícia, “mas ela mascara uma realidade complexa: com a pandemia do novo coronavírus e o isolamento social que vivemos, os números menores refletem subnotificação. Em casa com seus agressores e sem a vigilância de professores da escola ou de parentes, amigos ou conhecidos, os menores não têm como ser ajudados”, aponta uma reportagem no site Universa – que integra os conteúdos do portal UOL.
Concluo esse artigo dizendo: denuncie! Não se cale! Abuso sexual é crime.
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Artigo escrito por Marcos Vinícius Soares da Costa
Marcos tem 18 anos e é estudante do Ensino Médio na cidade de Goiânia (GO). Acompanha atividades do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Atua como representante do estado de Goiás no CPA (Comitê de Participação de Adolescentes) do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), tendo sido indicado pelo CMDCA de Anápolis (GO) em 2017. Já participou de diversas conferências, reuniões na sua cidade e até mesmo em outros Estados, atuando na defesa de causas como a promoção dos direitos de crianças e adolescentes, sobretudo do direito à participação social.
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]]>The post 10 jogos para fazer em casa com crianças e adolescentes first appeared on Universo Educom.
]]>É possível que você já conheça alguma dessas atividades por outro nome ou com outras características, o que é totalmente compreensível. Sem mais delongas, aqui estão dez brincadeiras e jogos para fazer em casa com crianças e adolescentes.
A ideia é simples: em dupla, uma pessoa se move e outra tenta imitar seus movimentos simultaneamente, como se fosse um espelho. Para deixar a brincadeira mais divertida, é possível acrescentar música ou deixar uma terceira pessoa de fora para tentar adivinhar quem é o “mestre” e quem é o espelho. É legal equilibrar o número de vezes em que uma pessoa é espelho ou mestre. Assim, todo mundo brinca e se diverte.
Uma pessoa escolhe uma sequência de passos de dança, numerando cada movimento (1, 2, 3 e assim por diante). Durante a brincadeira, essa pessoa vai indicando os números em ordem embaralhada, para que os/as demais realizem a coreografia de acordo com a nova ordem. A brincadeira exige atenção e memória, uma vez que é preciso lembrar quais dos passos e seus números. Além disso, o nível de dificuldade pode ser aumentado acrescentando mais movimentos.
Essa brincadeira pode ser feita com duas ou mais pessoas. Estas devem contar uma história só com “blá blá blá”, mas devem fazer gestos para serem compreendidos pelo restante dos/as participantes.
Para quem gosta de números, a brincadeira dos limões é feita para desafiar a atenção de jogadores e jogadoras. O jogo começa com um/a participante contando “um, dois, três limões”. A próxima pessoa deve continuar a contagem a partir do número 5, suprimindo o número quatro. Ou seja, cada vez que alguém diz a palavra “limões”, o número que viria a seguir não deve ser dito. Quem for errando, deve sair do jogo. A brincadeira termina quando alguém fica por último sem errar nenhuma vez.
Para quem é mais desinibido/a (ou quer trabalhar a timidez), é possível brincar com jogos de improvisação. Popularizados na internet com vídeos do grupo Barbixas e no espetáculo Zenas Improvisadas, os jogos de improviso geralmente propõem um cenário ou situação do cotidiano (dentro do ônibus, na fila do mercado etc.) para começar a brincadeira. Uma ou mais pessoas improvisam papéis naquele contexto, ficando livre o momento no qual cada participante entra em cena.
Por último, é importante uma pessoa ficar de fora para, conforme sua vontade, ir acrescentando elementos novos e inesperados ao jogo (coisas como “entra em cena uma mulher dando à luz” ou “o personagem tal perde a fala”).
Reúna um grupo pequeno de pessoas e, juntos, criem uma história oral com começo, meio e fim. Para deixar a coisa mais divertida, é possível limitar o número de palavras que cada pessoa pode dizer (algo entre 1 a 3 já é interessante). Quanto mais sem pé nem cabeça a história ficar, melhor!
Em dupla, duas pessoas se posicionam uma em frente à outra, sendo que uma delas precisa ficar de costas (não vendo, portanto, a outra pessoa). Quem está de frente deverá usar a ponta do dedo para traçar uma letra, palavra ou desenho nas costas da outra. A tarefa é adivinhar que letra, palavra ou desenho foi feito.
Contrariando os entusiastas de jogos online, esse CS não quer dizer Counter Strike. O jogo começa com alguém dizendo uma palavra (qualquer palavra!), menos aquelas que comecem com as letras C ou S. A próxima pessoa deve dizer outra palavra que tenha a ver com a primeira, também seguindo a mesma regra (nada de palavras que comecem com C ou S). Assim segue o jogo, até alguém errar. É possível tirar da brincadeira quem usar palavras iniciadas em C ou S, ou ir diminuindo pontos de quem quebrar a regra principal. Assim, quem permanecer com menos penalidades ao fim do jogo, ganha.
Quando a galera cansar, vocês podem fazer juntos um exercício de relaxamento. Todos ficam sentados, em silêncio, numa sala pouco iluminada e com um som ambiente (pode ser uma música instrumental suave). A ideia é que cada pessoa vá focando a atenção em diferentes partes do corpo, enquanto respira profundamente. Uma pessoa fica responsável por, pausadamente, ir dando as seguintes instruções:
a) Perceba os seus dedos e as plantas dos pés, relaxando ao máximo, cedendo o peso do corpo à gravidade. Respire profunda e suavemente.
b) Relaxe a musculatura das coxas, joelho e quadril.
c) Busque, através da respiração, relaxar a musculatura do abdômen, por meio de inspirações e expirações.
d) Alongue a coluna vertebral e relaxe os ombros.
e) Relaxe as palmas das mãos e dedos.
f) Construa paisagens e imagens confortáveis, agradáveis, que propiciem o relaxamento muscular.
Se preferir, vocês também podem utilizar algum vídeo ou áudio de meditação guiada ou escaneamento corporal.
Espero que essas atividades possam servir para criar momentos de descontração com a meninada. Bons jogos!
Nota: Algumas dessas atividades fazem parte do meu repertório de educomunicadora. Outras, porém, foram retiradas dos guias “Jogo Teatral” e “Qual é a sua dança? Dança para Crianças e Adolescentes“, do Núcleo de Tecnologia Educacional da Universidade Federal de Santa Maria. Ambos podem ser acessados na web e estão licenciados em Creative Commons. Vale a pena dar uma olhadinha!
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]]>The post Adolescentes preparam exposição sobre saúde e enfrentamento ao abuso e à exploração sexual first appeared on Universo Educom.
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Grupo da foto vai utilizar símbolo da “corrente do bem” para falar do enfrentamento ao abuso sexual infanto-adolescente. | Foto: Diego Henrique da Silva/ Universo Educom.
As duas turmas, uma que participa das oficinas pela manhã e outra que participa no período da tarde, participaram de uma roda de conversa sobre o assunto, para identificar o que os(as) adolescentes já sabiam sobre o tema, reforçar aspectos importantes e compartilhar novos conhecimentos que os grupos ainda não tiveram contato. Diferença entre abuso e exploração sexual, contextos que podem facilitar esse tipo de crime, alguns aspectos do que o Estatuto da Criança e do Adolescente diz sobre esse assunto, especificidades do abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes no Estado do Paraná e a importância do uso seguro e responsável da web e das redes sociais digitais foram destacados no decorrer das atividades.

Grupo optou por pesquisar estatísticas de violência e facilitar a compreensão desses dados. | Foto: Diego Henrique da Silva/ Universo Educom.
Os(as) adolescentes tiveram acesso a alguns dos principais materiais que inspiraram o planejamento e a fundamentação teórica da oficina. Acesse a matéria do portal Universo Educom e saiba como baixar e acessar a íntegra desses materiais utilizados durante a formação dos(as) participantes.

Dupla quer alertar crianças e adolescentes para não caírem no “conto do pescador” ao se comunicarem com estranhos(as) pela internet. | Foto: Diego Henrique da Silva/ Universo Educom.
As próximas fases da oficina alusiva ao 18 de Maio são: desenvolvimento de produtos de comunicação, inclusão desses materiais numa exposição sobre “Adolescência, Saúde e Meio Ambiente” que vai acontecer no dia 6 de Junho durante todo o dia, no Centro da Juventude de São José dos Pinhais, além de mobilização informativa pelas redes sociais. Os(as) adolescentes participantes já começaram a planejar e desenvolver formas de comunicar o conteúdo discutido na oficina. De modo geral, serão produzidos cenários em miniaturas com complementação de cartazes e mensagens de como identificar, prevenir, enfrentar e denunciar o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.

Adolescentes vão abordar a relação de exploração sexual comercial de crianças e adolescentes na região portuária de Paranaguá (PR) | Foto: Diego Henrique da Silva/ Universo Educom.
As oficinas de educomunicação são realizadas pelo Centro da Juventude de São José dos Pinhais através de prestação de serviço da empresa vencedora de processo licitatório, Ottman & Colleone Treinamentos, com apoio de planejamento, pós-produção e serviços de design do portal Universo Educom e do coletivo Parafuso Educomunicação.
Quer conhecer mais sobre as atividades desenvolvidas no Centro da Juventude de São José dos Pinhais? Então assista ao vídeo abaixo!
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]]>The post Livro relata experiências audiovisuais produzidas com povos indígenas brasileiros first appeared on Universo Educom.
]]>Trata-se de uma obra bilíngue (em português e inglês), patrocinada pelo banco Itaú e pela Natura, que obteve apoio do programa Cultura Viva do então Ministério da Cultura, e que possui 260 páginas. Recheado de ensaios fotográficos e ensaios críticos e depoimentos, o livro retrata experiências vivenciadas com, pelo menos cinco etnias indígenas brasileiras: Xavante, Ashaminka, Kuikuro, Huni Kuì e Mbya-Guarani.
Ao longo de sua existência, “o projeto já produziu registros de 37 povos, oficinas em 127 aldeias e filmes premiados no Brasil e no exterior”, relembram os(as) organizadores(as). A videoteca com os materiais produzidos no âmbito do projeto pode ser acessada pelo site oficial do VNA. Apoiadores(as) também podem pagar para assistir aos vídeos, pagando pelo acesso, através da plataforma de Videos On Demand que o VNA possui no Vimeo. Ao pagar pelo acesso, o comprador pode alugar o acesso à obra por um determinado período de tempo ou realizar a compra para assistir sempre que quiser.
Uma indicação de vídeo do portal Universo Educom é o filme Mbya Mirim, em que a gente consegue acompanhar duas crianças, Palermo e Neneco (indígenas da etnia Mbya Guarani, do Rio Grande do Sul), que conseguem nos revelar muito da sua cultura, rotina e desafios de seu povo através das brincadeiras e vivências. O videodocumentário tem 23 minutos.
The post Livro relata experiências audiovisuais produzidas com povos indígenas brasileiros first appeared on Universo Educom.
]]>The post Assista aos workshops do 8° Fórum da Internet no Brasil que trataram das interfaces infância, educação e uso seguro da internet first appeared on Universo Educom.
]]>Os workshops identificados foram “Articulações multissetoriais na educação para o uso seguro, consciente e responsável da Internet no Brasil”, “Formação de Professores: Integração entre a orientação sobre o uso seguro e responsável da internet e as práticas educacionais cotidianas” e “Tratamento de dados de crianças e adolescentes: entre riscos e oportunidades”. Os registros desses workshops estão muito bem estruturados. Neles, constam a data da atividade, a sala em que foram realizados as equipes de condução (relator, moderador, convidados), o vídeo contendo a íntegra das atividades do workshop, os links para baixar as apresentações (power point, PDF) e o relatório síntese, por escrito, de cada workshop.
Em 2018, o 8° Fórum da Interne no Brasil aconteceu no Centro de Eventos da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia (GO), entre os dias 04 e 07 de Novembro de 2018). A seguir, publicamos os vídeos dos workshops e links para baixar os relatórios de cada uma dessas atividades.
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Tratamento de dados de crianças e adolescentes: entre riscos e oportunidades
Duração: 1h33min
Relatório do workshop | Página do workshop
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Formação de Professores: Integração entre a orientação sobre o uso seguro e responsável da internet e as práticas educacionais cotidianas
Duração: 1h36
Relatório do workshop | Página do workshop
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Articulações multissetoriais na educação para o uso seguro, consciente e responsável da Internet no Brasil
Duração: 1h25min
Relatório do workshop | Página do workshop
The post Assista aos workshops do 8° Fórum da Internet no Brasil que trataram das interfaces infância, educação e uso seguro da internet first appeared on Universo Educom.
]]>The post Websérie “O Desafio da Igualdade” aborda equidade de gênero em cinco episódios first appeared on Universo Educom.
]]>Os episódios trazem em seus títulos algumas perguntas provocativas como “Meninos podem chorar?”, “Porque dividir as tarefas de casa?” e “A partir de que idade posso falar sobre abuso com crianças?”. O conteúdo é todo abordado por uma apresentadora negra e até assuntos delicados como abuso e violências sexuais, retratados no episódio 03 “A culpa é do vestido?”.
Tá esperando o quê pra começar a assistir a série, hein? Ordenamos todos os episódios logo abaixo pra facilitar a sua vida, rs.
A falta de equidade no tratamento de meninos e meninas tem reflexos sociais, psicológicos e na divisão dos trabalhos ao longo de toda a vida, que podem ser percebidos desde a infância e adolescência. Este infográfico que publicamos no portal Universo Educom, por exemplo, ajuda a compreender um pouco mais sobre essas relações. Que tal visitar a nossa matéria “Infográfico ajuda a entender desigualdades com que meninas são tratadas no Brasil” para se aprofundar no assunto, hein? #ficadica
The post Websérie “O Desafio da Igualdade” aborda equidade de gênero em cinco episódios first appeared on Universo Educom.
]]>The post Como criar uma biblioteca que faça as crianças gostarem de ler first appeared on Universo Educom.
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Michael Bierut ministra palestra no Salão de Design do TED Nova Iorque em 8 de Março de 2017. Foto: Ryan Lash / TED.
Neste vídeo de 12 minutos do TED Talks, o designer Michael Bierut compartilha suas experiências e ideias sobre como o espaço de leitura pode ajudar a inspirar pensadores(as) e formar futuras gerações de leitores(as). Foi contando alguns aspectos de sua viviência pessoal, que começa quando ele recebe o convite para criar um logotipo para bibliotecas de escolas públicas, que ele vai costurando e envolvendo a nós que o assistimos.
Antes de assistir ao vídeo faça o exercício de refletir com você mesmo(s): ‘Como criar uma biblioteca que faça as crianças gostarem de ler?’. Depois assista ao vídeo abaixo e analise se as suas ideias dialogaram ou se possuem opiniões muito divergentes (: O áudio é original, mas há legendas em português.
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]]>The post Concurso quer premiar desenhos infantis que revelem o olhar da criança sobre seu/ sua pediatra first appeared on Universo Educom.
]]>Como se inscrever?
Acesse o regulamento para saber de todas as condições de participação. Depois, é preciso fazer a inscrição na página de Cadastro. São solicitadas informações como Nome, Idade, Sexo e nome do Pediatra da criança, além de dados do(a) responsável e envio de quatro anexos: foto do desenho, foto do termo de consentimento, foto da certidão de nascimento e foto do RG do(a) responsável.
Premiação
Serão dois trabalhos vencedores: um na categoria A, para crianças de 6 a 8 anos, e outro na categoria B, para crianças e pré-adolescentes de 9 a 12 anos. Os trabalhos vencedores, além de receber o prêmio no local do evento (troféu, placa ou certificado: não sabemos!), ganhará: a) 4 diárias no Ceará; b) passagens aéreas para três pessoas: criança, pai e mãe ou dois acompanhanetes; c) traslados entre aeroporto e Resort Beach Park e traslado para participar da abertura do evento/ cerimônia de entrega dos prêmios. Todos os desenhos inscritos serão publicados!

Que tal mobilizar a turma?
Educadores(as) e oficineiros(as) podem estimular a garotada a pesquisar o nome do seu pediatra nas unidades de saúde (ou médico da família) e fazer o desenho de como eles(as) enxergam esse(a) profissional! Depois, dá pra dialogar com os pais/ responsáveis para que eles inscrevam o desenho do filho no concurso ou autorize que o(a) educador(a)/ oficineiro(a) o faça. O processo é simples e relativamente pouco burocrático, aproveite! Quando o resultado sair, pode ser a oportunidade pra comemorar com o(a) vencedor(a) ou pra conversar com a turma sobre como lidar com as perdas e frustrações, afinal a vida também é feita de momentos como esse [= #ficadica
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