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Clique na imagem para escutar o podcast. | Arte: Reprodução/ Canal Futura.
Lançado no final do mês de Maio de 2024, o mais recente episódio do podcast “Conexão Chão da Escola”, do Canal Futura, levanta reflexões importantes sobre a Educação Escolar Indígena. O programa traz informações importantes sobre um evento que aconteceu no final de 2023: um Encontro do 7º Fórum Nacional de Educação Indígena. Na ocasião, o Fórum defendeu a necessidade de que o Ministério da Educação (MEC) crie uma Secretaria Nacional de Educação Indígena.

Martinha durante ato que aconteceu na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro na tarde de 30/05/2023. | Foto: Divulgação/ Associação dos Docentes da Universidade Federal Fluminense.
A convidada para debater o assunto é a professora da educação escolar indígena, Martinha Mendonça Guajajara, uma das articuladoras do Fórum, que também foi uma das lideranças na luta contra o marco temporal. No episódio também são abordados os desafios e premissas do ensino nas aldeias.
1. A importância de discutir pautas indígenas em atividades educomunicativas;
2. A urgência da produção de materiais didáticos específicos para povos indígenas;
3. A necessidade de fazer a legislação ser cumprida, no que diz respeito à garantia de uma educação bilígue (que aborde a língua portuguesa) mas que, também, valorize a língua materna dos povos indígenas;
4. A valorização das carreiras de professores(as) indígenas que, muitas vezes, são contratados(as) temporariamente ou são funcionários(as) terceirizados(as);
5. O investimento em formação de pesquisadores(as) indígenas;
6. A disseminação de uma educação decolonial, que desconstrua os estereótipos propagados sobre os povos originários;
7. A ausência ou defasagem de diretorias ou departamentos de educação escolar indígena nos municípios e estados;
8. A desativação ou enfraquecimento de Conselhos Estaduais de Educação debatendo também sobre a educação escolar indígena;
9. A garantia da alimentação escolar adequada aos hábitos alimentares de indígenas.
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]]>Já se demonstrava, inclusive, os reflexos da devastação já causada à saúde desses povos, quer seja na população adulta, quer seja a de crianças, adolescentes e jovens.
O vídeo mostra cenas que ilustram a ação ilegal de garimpeiros em processos como erosão do solo, contaminação das águas do rio, desmatamento da floresta e circulação de máquinas pesadas em território indígena.
O vídeo valoriza a atuação de profissionais da saúde como médicos(as), enfermeiros(as) e técnicos da Fiocruz, mostrando um pouco das suas condições de trabalho e os desafios de orientar a população local diante de situações extremas como falta de água própria para o consumo humano e contaminação de peixes que são utilizados como alimento dos indígenas.
Assista à animação em suas versões em língua portuguesa e com narração no idioma Yanomami
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FICHA TÉCNICA
Direção, Produção e Roteiro
Tiago Carvalho
Direção, Produção e Montagem
Julia Bernstein
Ilustrações
Guilherme Petreca
Animação
Diego Santos
Desenho Sonoro
Damião Lopes
Trilha Sonora
Tarde Ilustrada
Música de Créditos
Rio da Vida
Leandro Floresta
Narração Português
Alessandra Korap Munduruku
Narração e Tradução Munduruku
Jairo Saw Munduruku
Narração e Tradução Yanomami
Dário Vitório Kopenawa Yanomami
Oficina de Roteiro com o Povo Munduruku
Nuno Godolphin
Coordenação Geral
Ana Claudia Santiago de Vasconcellos (EPSJV/Fiocruz)
Coordenação Adjunta
Paulo Cesar Basta (ENSP/Fiocruz)
Esta animação é parte integrante do projeto de pesquisa “Impactos do Mercúrio em Áreas Protegidas e Povos da Floresta na Amazônia: Uma Abordagem Integrada Saúde e Ambiente”
Produção Executiva
Ana Claudia Santiago de Vasconcellos (EPSJV/Fiocruz)
Paulo Cesar Basta (ENSP/Fiocruz)
Financiamento
Programa INOVA Fiocruz e VPAAPS/Fiocruz via projeto “Aprimoramento do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena”, através do desenvolvimento de estudos técnicos, pesquisas científicas e ações estratégicas, essenciais para a diversificação, ampliação e qualidade dos serviços de saúde prestados aos indígenas.
Realização
Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV), em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
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]]>The post ‘Pretos no Enem’ está pagando os R$ 85,00 do boleto de inscrição para negros(as) e indígenas que farão próxima edição do Exame first appeared on Universo Educom.
]]>Para buscar mais informações sobre a iniciativa, visite o site Pretos no Enem, pelo endereço https://pretosnoenem.com
A iniciativa também está presente nas redes sociais: Twitter e Instagram, por onde também estão disseminando informações sobre essa oportunidade que pode ajudar mais adolescentes e jovens conseguirem se inscrever.
Para tirar algumas dúvidas frequentes da galera, foi criado o carrossel abaixo, explicando mitos e verdades sobre o projeto. Confira!
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Conteúdo sugerido pela leitora Nathalia Cavalcante
Nathalia é jornalista formada pela Universidade Positivo (UP) e em Cinema pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP – Unespar). Já dirigiu curtas-metragens e diversas obras audiovisuais premiadas e selecionadas para festivais, além de ser atriz de teatro e produtora. Divide suas andanças pelo mundo através do Instagram e compartilha parte de seu trabalho pelo Vimeo.
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]]>The post Nova edição da Revista Viração aborda juventudes empreendedoras, indígenas, transexuais, de direita e em medidas de socioeducação first appeared on Universo Educom.
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Capa: Reprodução/ Revista Viração.
Na edição mais recente da Revista, a capa anuncia o tratamento do tema “Juventudes Plurais”, abordando as relações das diversas juventudes com aspectos da cultura, economia, trabalho e renda, comportamento, comunicação, educação e política. Com linguagem textual e visual pensada em atrair as juventudes, o conteúdo ajuda a qualificar as diferentes discussões abordadas na edição, incentivar o hábito da leitura e dar visibilidade aos conteúdos produzidos em diferentes formatos e linguagens.
Resumão do que você vai encontrar!
A escritora Maria Firmina dos Reis é o assunto da seção “Que Figura!”, incentivando as juventudes à leitura da obra dessa escritora que foi a primeira a escrever um livro em que a história é contada pelo ponto de vista de pessoas escravizadas. O Slam (espécie de competição de declamação de poesias com conteúdo de denúncia social) é tratado na entrevista da seção “Galera Repórter”. O texto da Jéssica Rezende é um dos mais inusitados da edição, por levantar cinco pontos que ajudam a compreender algumas visões das juventudes de direita política (caracterizados, a grosso modo por uma visão econômica neoliberal, porém conservadores/as na moral e nos costumes). Relação das juventudes com as cidades, indígenas que moram em regiões urbanas, educação contra a transfobia, saúde mental e adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa são alguns dos assuntos tratados na edição, ao longo de 40 páginas.
Quer saber mais sobre a Revista Viração e os trabalhos da ONG que a realiza? Se sim, é só acessar o site, curtir a página de Facebook,seguir a Viração Educomunicação no Twitter e no Instagram e se inscrever no canal de Youtube! Formas de encontrar a “Vira” não faltam, acompanhe do seu jeito!
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Nos encontros de formação, os(as) jovens aprendem na prática sobre as linguagens da comunicação que estão estudando e acabam sendo estimulados a produzirem conteúdo sobre suas vivências, a partir dos assuntos levantados pelo grupo. As oficinas vão ajudar com que os(as) participantes possam se tornar colaboradores(as) na produção de conteúdo para o blog, Facebook e Twitter da Rede Juruena Vivo, promovendo a circulação de informações e a visibilidade dos principais fatos e notícias que ocorrem em suas comunidades.

A edição n° 01 do Jornal Juruena em Foco pode ser lida na íntegra na web. Ele é resultado da Oficina de Introdução Prática ao Jornalismo Comunitário, ministrada pela jornalista Luna Gámez, entre os dias 1° e 4 de Novembro de 2018.
Sobre a Rede Juruena Vivo
A Rede Juruena Vivo é formada por organizações da sociedade civil, agricultores familiares, indígenas, estudantes, acadêmicos, coletivos (associações comunitárias e fóruns de mobilização social), servidores públicos e empresas interessadas em alternativas para o desenvolvimento local considerando a integridade da bacia do rio Juruena e buscando contribuir com espaços de participação popular nas discussões sobre gestão ambiental e recursos hídricos. Atualmente, é apoiada pelo Projeto Berço das Águas III, com o patrocínio da Petrobras, via o Programa Petrobras Socioambiental.
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Texto: Diego Henrique da Silva, com informações do Jornal Correio de Mato Grosso e do Blog da Rede Juruena Vivo.
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]]>The post Livro relata experiências audiovisuais produzidas com povos indígenas brasileiros first appeared on Universo Educom.
]]>Trata-se de uma obra bilíngue (em português e inglês), patrocinada pelo banco Itaú e pela Natura, que obteve apoio do programa Cultura Viva do então Ministério da Cultura, e que possui 260 páginas. Recheado de ensaios fotográficos e ensaios críticos e depoimentos, o livro retrata experiências vivenciadas com, pelo menos cinco etnias indígenas brasileiras: Xavante, Ashaminka, Kuikuro, Huni Kuì e Mbya-Guarani.
Ao longo de sua existência, “o projeto já produziu registros de 37 povos, oficinas em 127 aldeias e filmes premiados no Brasil e no exterior”, relembram os(as) organizadores(as). A videoteca com os materiais produzidos no âmbito do projeto pode ser acessada pelo site oficial do VNA. Apoiadores(as) também podem pagar para assistir aos vídeos, pagando pelo acesso, através da plataforma de Videos On Demand que o VNA possui no Vimeo. Ao pagar pelo acesso, o comprador pode alugar o acesso à obra por um determinado período de tempo ou realizar a compra para assistir sempre que quiser.
Uma indicação de vídeo do portal Universo Educom é o filme Mbya Mirim, em que a gente consegue acompanhar duas crianças, Palermo e Neneco (indígenas da etnia Mbya Guarani, do Rio Grande do Sul), que conseguem nos revelar muito da sua cultura, rotina e desafios de seu povo através das brincadeiras e vivências. O videodocumentário tem 23 minutos.
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]]>The post Campanha ‘Defenda-se’ traz crianças em práticas educomunicativas no enfrentamento às violências sexuais first appeared on Universo Educom.
]]>Este já é o 11° vídeo produzido desde que a Campanha começou. As novidades são a reformulação dos traços das ilustrações e o surgimento de uma nova turma personagens, representando as populações negra, indígena, refugiada, branca e com deficiência, por exemplo.
Com pouco mais de 2 minutos de duração, o vídeo incentiva as crianças a ficarem atentas para perceber os toques que causam sentimentos ruins, ter coragem para dizer não e a procurar adultos de confiança para se proteger das violações.

O vídeo já está disponível na web e foi exibido durante o 5° Seminário Estadual ECA 28 Anos, em Curitiba (PR). | Foto: Diego Henrique da Silva.
O coordenador nacional da Campanha Defenda-se, jornalista Vinícius Gallon de Aguiar, comentou sobre o vídeo durante o 5° Seminário Estadual ‘Estatuto da Criança e do Adolescente: 28 Anos’, na manhã do dia 17 de Maio, em Curitiba (PR). Para ele, a campanha também investe na construção de uma boa auto-estima entre as crianças, por acreditar que quando esse público possui uma boa auto-estima em relação a si, tendem a ser mais seguros e a tomarem uma iniciativa de se manifestar quando vítimas de algum abuso, por exemplo.

Vinícius está envolvido com a campanha desde o seu lançamento, em 2014. | Foto: Diego Henrique da Silva.
A assistente social e psicóloga Adriana da Silva Turbay, especialista em Políticas de Atendimento à Criança e ao Adolescente em Situação de Risco, também palestrou no Seminário e comentou que o vídeo foi bastante feliz em refletir sobre a dimensão real da violência infanto-juvenil. Como exemplo, essa citou que não foram utilizados monstros, bichos ou animais selvagens para representar o(a) agressor(a), mas sim outros seres humanos e esse tipo de abordagem, segundo ela, é muito melhor.

Adriana Turbay aproveitou a rodada de respostas aos questionamentos da plenária para comentar sobre o aspecto positivo que o novo vídeo da Campanha traz. Foto: Diego Henrique da Silva.
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Criançada que educomunica! [Spoiler alert]
Durante a animação, tem um pedacinho em que os(as) personagens gravam um vídeo com informações sobre a importância da autoproteção infantil, atuando como apresentadores(as) mirim, sinalizando sobre a importância da comunicação e da educação entre pares como forma de enfrentamento às violências sexuais e disseminação de conteúdos com potencial de mobilização social. Vale lembrar que o coordenador da campanha já atuou como educomunicador em projetos sociais de produção audiovisual para e com adolescentes (como o ‘Luz, Câmera, Paz!… Na Escola’ e o ‘Ponto de Cultura Educamídia’, por exemplo) que podem ter sido influências na produção de seu roteiro.

Diversidade étnico-racial, de gênero, etária e de atores do sistema de garantia de direitos também é representada no novo vídeo da campanha. | Imagem: Reprodução/ Campanha Defenda-se.
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Sobre a Campanha Defenda-se
Desenvolvida pela Rede Marista de Solidariedade, por meio do Centro Marista de Defesa da Infância, a campanha Defenda-se tem como base o Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, especialmente no eixo de Prevenção, que assegura a realização de ações preventivas contra o abuso e/ou exploração sexual de crianças e adolescentes, fundamentalmente pela educação, sensibilização e autodefesa. Além disso, responde ao 3º Protocolo Facultativo da Convenção sobre os Direitos da Criança, do qual o Brasil ainda não é signatário, mas que prevê a possibilidade da criança denunciar à Organização das Nações Unidas (ONU) violações de seus direitos.
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]]>The post Assista ao vídeo sobre a iniciativa vencedora do Prêmio Professor do Ano 2017 first appeared on Universo Educom.
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Foto: Reprodução/ Youtube da Fundação Victor Civita.
O vídeo abaixo explica, em três minutos, qual foi o trabalho realizado pela professora. Em resumo, ela identificou que a garotada tinha muitas dificuldades de escrever na língua materna e mobilizou os(as) estudantes para fazerem pesquisas fora da sala de aula e levantarem ideias e conteúdos para a criação de um material didático que aujudasse no aprendizado da língua indígena Paiter Suruí. O processo todo foi muito bacana e a gente não quer te dar spoilers, por isso recomendamos muito que você assista o material (:
A educadora foi selecionada dentre as 5.006 inscrições desta 20ª edição do Prêmio. Os 10 vencedores(as) do Prêmio Educador Nota 10 ganharam uma ssinatura de um ano do site Nova Escola Clube, além de um vale-presente de R$ 15 mil para si e outro vale-presente de R$ 1 mil para a escola onde leciona. No caso da ganhadora do prêmio ‘Educador do Ano’, ela ganhou outro vale-presente de R$ 15 mil para si e R$ 5 mil em vale-presente para a escola indígena. Show de bola, não é mesmo?
Para mais informações sobre o Prêmio ou para conhecer todos(as) os(as) finalistas, acesse o site da Fundação Victor Civita.
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