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Foto: Douglas Lopes/ Canal Futura.
Neste primeiro semestre de 2024, o Canal Futura disponibilizou no Youtube absolutamente todos os vídeos do programa “Entrevista: Educação Antirracista”, inclusive o episódio n° 6, que fala sobre Educomunicação. O programa, apresentado por Cida Bento, tem como convidada Rosangela Malachias, jornalista, professora e especialista em educomunicação. Assista ao episódio no player abaixo!
Em 2023, o Canal Futura lançou uma temporada completa do programa, com 24 episódios, trazendo como apresentadora a psicóloga, escritora e ativista Cida Bento, autora do aclamado livro “O Pacto da Branquitude” (Editora Companhia. das Letras). O programa também está disponível no Globoplay e no site do Canal Futura, com acesso gratuito.
“Essa temporada do Entrevista está 100% alinhada ao Projeto A Cor da Cultura, da Fundação Roberto Marinho e do Futura, para promoção da educação antirracista, por meio de um conjunto de ações de educação para relações étnico-raciais (ERER), que integra mobilização, comunicação, audiovisual, formação de educadores e materiais educativos”, explica a equipe do Canal Futura em matéria publicada no site da emissora.
Estreado em 20 de Novembro de 2023 (Dia da Consciência Negra), o programa recebe lideranças, intelectuais, pesquisadores(as), ativistas e artistas para discutir diversas temáticas ligadas às pautas étnico-raciais, em celebração aos 20 anos da lei 10.639, que prevê o ensino da cultura e da história africana e afrobrasileira nas escolas.
Listamos a seguir os assuntos tratados em cada episódio do programa:
1. Escola de samba educadora;
2. Movimento negro na educação;
3. Financiamento da educação;
4. Música infantil antirracista;
5. Diversidade religiosa na escola;
6. Educomunicação;
7. Ciências exatas antirracistas;
8. Literatura infantil;
9. Educação infantil;
10. Literatura antirracista;
11. Saberes indígenas na escola;
12. Educação escolar quilombola;
13. Educação escolar indígena;
14. Gestão da educação antirracista;
15. Branquitude;
16. Mulheres na educação;
17. Desafios do Novo Ensino Médio;
18. Democracia e Direito à Educação;
19. Narrativa antirracista em museus;
20. Educação de jovens e adultos(as);
21. Caminhos para o desenvolvimento;
22. A branquitude na história;
23. Territórios e educação indígena;
24. História Geral da África.
E aí? Ficou animado pra maratonar a temporada toda? Esperamos que o material contribua com o letramento racial de educomunicadores(as) e educadores(as) de todo o Brasil! Compartilhe esse post para que a sua mensagem chegue mais longe 
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O Memorial de Curitiba, localizado no centro histórico da capital paranaense, ficou completamente lotado para acompanhar a abertura do 2° Festival da Palavra, em Curitiba (PR), cuja atração principal foi a escritora mineira Conceição Evaristo. O evento aconteceu na noite de domingo (16/06/2024), com entrada gratuita, sob a realização da Fundação Cultural de Curitiba.
A seguir, preparamos uma lista ilustrada, com fotos e comentários dos principais momentos pra te contar um pouco de tudo o que rolou no evento!
1. Homenagens de aberturaAs artistas e atrizes Cleo Cavalcantty e Ingrid Bozza recitaram uma homenagem literária, em que exaltaram a biografia e a obra de Conceição Evaristo.
2. Trio de cantoras negrasComo parte das homenagens iniciais, as cantoras Katia Drumond, Rubia Divino e Janine Mathias entoaram canções ao som da percussão da Orquestra Onirê.
3. Conceição Evaristo colocando todo mundo pra dançarAo som dos atabaques e das canções em sua homenagem, a escritora se levantou e contagiou todas as convidadas especiais, que ocupavam as primeiras fileiras do local, a dançar! O sorriso e a alegria tomaram conta de todos(as) que participaram deste inusitado momento.
4. Mediação precisa da jornalista Aline ReisAline foi eleita, em novembro de 2023, como a jornalista mais admirada do sul do país pelo prêmio + Admirados(as) Jornalistas Negros(as) da Imprensa Brasileira. Logo no início da condução do evento, ela fez uma saudação especial às mulheres negras e afirmou “vocês são a cara de Curitiba”. Com leveza, bom humor e a sagacidade de uma leitora e jornalista que estudou e acompanha a trajetória da convidada, Aline conseguiu mesclar perguntas absolutamente instigantes sem deixar de perder a simplicidade e promoção de uma conversa inclusiva e gostosa de acompanhar.
5. O fenômeno Conceição EvaristoA escritora não é só um fenômeno literário, mas de relacionamento com o público, de sensibilidade, de assertividade na comunicação, no uso das palavras, olhares e silêncios… Impossível não ficar atento(a) aos seus gestos, sorrisos, críticas, recomendações, reflexões e comentários. Uma presença marcante e sábia, sem apelar a determinismos e se mostrando inteiramente aberta ao diálogo e à expressão calorosa de suas opiniões e ideias.
6. Espaço lotado demonstra a potência do público de leitores(as) e admiradores(as)As galerias e parapeitos de todos os andares, as escadarias de alto a baixo e todo o pátio térreo do Memorial de Curitiba ficaram lotados pela multidão que compareceu ao evento, que era aberto ao público. Eu mesmo encarei o desafio de me deslocar por todos os espaços possíveis para garantir ângulos e cenas diferentes na composição das fotografias. E valeu muito à pena!
7. Presença de autoridades, lideranças e movimentos sociaisA vereadora Giórgia Prates (PT – Curitiba); a ex-ouvidora geral da Defensoria Pública do Paraná e membro da Comissão de Igualdade Racial da OAB PR, Santa de Souza; a jornalista cofundadora do coletivo Parafuso Educomunicação, Juliana cordeiro; a pesquisadora, socióloga, educadora e doutoranda, Andressa Ignácio; a membro da Comissão Nacional para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e da Coordenação Social e Público do Marista Brasil, Rai Caldas Barbosa; a escritora, cantora e instrumentista Jô Macário; a pesquisadora do jornalismo literário e doutoranda em Comunicação da UFPR, Cintia Silva; a assessora de igualdade racial de Curitiba, Marli Teixeira, dentre outras incontáveis e talentosas mulheres negras foram presença fecunda no evento!
8. Recitação de Olhos D’águaQuem esteve presente conseguiu escutar a própria Conceição Evaristo recitando uma de suas brilhantes obras: Olhos d’água! Um privilégio e, ao mesmo tempo, uma lembrança que fica incrustrada em nossos corações e mentes. Conheça e adquira a obra completa aqui, pela Pallas Editora.
9. Pautas que edificam, encantam e formamConceito de “escrevivências”, processo criativo, ficção versus realidade, livros que está lendo, projetos futuros, composição de contos eróticos, participação de mulheres negras na literatura e na produção de romances, busca de inspiração, processos de observação e desafios da carreira foram alguns exemplos dos assuntos que permearam a conversa.
10. Álbum abertoAcesse a íntegra do álbum fotográfico online com todas as imagens que produzimos durante evento. Se for utilizá-las sem solicitar permissão, não se esqueça de dar os créditos a “Diego Silva Alves/ Universo Educom” ou de marcar o Instagram “@universoeducom” e “@diegohcom“.
Tá curioso pra saber da minha experiência com o evento? Em breve, quero contar tudo pra vocês lá no meu site pessoal! Em qual bar eu fui parar antes do evento, quais os desafios de fotografar a atividade, qual a minha conexão com as pautas discutidas, quais amigos(as) reencontrei por lá…
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]]>The post Podcast ‘Educação e Relações Étnico Raciais’ está na 3ª temporada first appeared on Universo Educom.
]]>A temporada atual tem dado um mergulho nas relações entre arte, educação e relações étnico-raciais, passando por abordagens que tocam a pintura, a corporeidade e a dança, o cinema, a música e os ritmos afro-brasileiros. Listamos todos os episódios desta terceira temporada ao final deste post!

O podcast é uma iniciativa da Fundação Santillana, organização que atua para a superação das desigualdades educacionais.
O conteúdo do podcast é extremamente interessante para quem busca desenvolver o seu próprio letramento racial, como também auxilia educadores(as) que buscam fortalecer a decolonialidade nas suas práticas de sala de aula e repensar formas de promover a história e cultura africana e afrobrasileira em seu cotidiano.
Educação e Relações Étnico Raciaisé apresentado pela jornalista especialista em saúde, Carolina Marcelino, que também é criadora do Check-up da Notícia, repórter no programa Sinais Vitais, da CNN Brasil, integra o time de apresentadores do podcast Ciência Suja, além de mestre de cerimônias em grandes eventos e influenciadora digital.
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]]>The post Animação ajuda a discutir o conceito da filosofia “Ubuntu” com crianças e pré-adolescentes first appeared on Universo Educom.
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Com mais de meio milhão de visualizações, a animação do canal Filtr Kids Brasil apresenta uma maneira lúdica de abordar a filosofia africana do “Ubuntu” com o público infantil. A obra destaca de qual parte do continente africano surgiu essa filosofia e introduz a reflexão sobre o quanto a felicidade pode ser encontrada a partir de conquistas construídas coletivamente em vez de privilegiarmos as conquistas baseadas no egoísmo e/ou no individualismo.
A animação tem poencial de dialogar com o público infantil por utilizar a representação de um teatro de palitoches (aquele união do princípio do teatro de fantoches, porém, com um desenho 2D do personagem fixado a um palito). A narração e o texto possuem uma linguagem que facilita a compreensão da história pelas crianças. O cenário possui uma base visual semelhante, com a mudança de elementos como luz, cores, objetos e vegetação, a depender do momento da narrativa. Assim, quando anoitece, o fundo utiliza um céu escurecido; ao amanhecer, usa-se uma cor mais vibrante e solar, por exemplo.

Alguns aspectos pedagógicos interessantes é a utilização de nomes de origem africana para os personagens e a preocupação em evidenciar que não se trata de uma filosofia diluída em todo o continente, mas sim de uma região específica. Percebe-se um cuidado importante na construção visual do cenário do vídeo que retrata a savana africana que é, de fato, a vegetação predominante na África do Sul, país situado na região em que a filosofia Ubuntu se originou.
Andile reuniu algumas crianças e propôs uma brincadeira! Mas que brincadeira foi essa? E qual foi o resultado? A lenda Ubuntu fala sobre cooperação, igualdade e respeito. É sobre esses valores que a história vai abordar.
De acordo com apuração da apresentadora e roteirista da BBC News Brasil, Malu Cursino, foi a escritora e empreendedora negra Gertrude Matshe quem popularizou a filosofia Ubuntu, através de seus Ted Talks – palestras com personalidades que se destacam em suas áreas de atuação, disponibilizadas no Youtube, traduzidas e/ou legendadas em diversos idiomas. Assista ao vídeo abaixo para se aprofundar um pouco mais!
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]]>The post Abertas as inscrições para o III Novembro Negro da PUCPR first appeared on Universo Educom.
]]>Neste ano, o evento também acontecerá juntamente à “1ª Conferência Internacional de Identidade e Alteridade: Perspectivas Interdisciplinares”, em parceria com a Kent State University, e ao “5° Simpósio de Direitos Humanos e Políticas Públicas: Igualdade e Diferença”, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da PUCPR.
Neste ano, o Novembro Negro irá celebrar e refletir sobre o aniversário de 20 anos da lei 10.639/2003, que prevê a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana nas escolas. Além de uma programação com palestras, oficinas e mesas redondas, o evento terá apresentação oral de trabalhos e também de posters. Confira a seguir as áreas temáticas de apresentação dos trabalhos:
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A PLATAFORMA DE INSCRIÇÃO.
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]]>The post Assista à live de lançamento do Manual de Redação Antirracista da Agência Alma Preta first appeared on Universo Educom.
]]>O manual de redação foi lançado em evento transmitido ao vivo, que aconteceu na sede do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo (Siemaco), no dia 9 de Agosto de 2023.
Garanta o seu exemplar!
A criação do manual começou durante a pandemia, em 2021, fruto de três anos de estudo e trabalho com pesquisadores(as), jornalistas e estudantes. Os(as) interessados(as) em ter acesso a uma cópia do Manual, podem entrar em contato pelo email: projetos@almapreta.com.br; no entanto, uma versão em formato PDF deve ser disponibilizada em breve.
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]]>The post Dossiê revela que Brasil segue como país que mais mata travestis e transexuais do mundo first appeared on Universo Educom.
]]>Do total de 151 pessoas trans mortas em 2022, 65% dos casos foram motivados por crimes de ódio, com requinte de crueldade. 72% dos suspeitos não tinham vínculo com a vítima. De acordo com o relatório, a identidade de gênero é um fator determinante para essa violência.

Clique na foto para baixar o Dossiê na íntegra. | Foto: Divulgação/ ANTRA.
Para o ministro do MDHC, Silvio Almeida, apesar da tristeza estampada nas páginas do relatório, a existência do documento aponta para caminhos que levarão o Brasil a superar a tragédia dos números a partir da mudança e da transformação. “Quando falamos sobre gênero e sexualidade, somos acusados de sermos identitários. Pergunto a essas pessoas se é possível construir um país com os números que vemos agora”, provoca.
“É possível construir um país suportando o assassinato de pessoas só porque elas são o que elas são? Se não tivermos a decência de mudar essa realidade, não mereceremos ser um país”, reconhece.
A secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, destacou que pretende ultrapassar a simbologia de ser a primeira travesti a ocupar o cargo atual. “Iremos trabalhar com ousadia. Vamos realizar entregas importantes para a população brasileira. Os dados que recebemos hoje vão reger a criação das nossas políticas públicas”, enfatizou.
Destaques
Nos arrancaram desse espaço de forma cruel e danosa. Mas não tivemos medo: desenhamos novas estratégias pelos movimentos sociais. E quando não conseguiram deter a primavera que estava se avizinhando, voltamos a partir do dia 30 de outubro de 2022”. Keila Simpson, presidente da Antra, ao contextualizar o período vivido pelo Brasil nos últimos anos.
Já a secretária de Articulação Política da Antra, Bruna Benevides, apresentou os dados revelados pelo levantamento. Neste sentido, a pesquisadora citou o apagamento da luta de pessoas trans desde 2019. “Houve exclusão de comitês e mecanismos de proteção e visibilidade da pauta pelos ministérios dos Direitos Humanos, da Educação e das Relações Exteriores”, apontou. Na visão da pesquisadora, as notícias falsas contribuíram como método para silenciar pessoas transgênero.
Igualdade Racial
Na apresentação, Benevides aponta que a estimativa média de vida de pessoas trans em 2022 foi de 29,5 anos. 79,8% eram pessoas negras e pardas.
Presente na apresentação, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, afirmou que nos últimos anos existiu um processo político de negação da existência de pessoas negras e trans. “Esses números são extremamente impactantes. Isso tem relação com a necropolítica e o quanto esses corpos são descartáveis”, afirmou, ao se comprometer com a pauta.
Histórico
O “Dossiê: Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras” é feito pela ANTRA desde 2017. Além do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o levantamento também conta com o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). A versão digital do Dossiê está disponível no site antrabrasil.org e neste link.
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Assista à integra da Cerimônia de Lançamento logo abaixo:
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Texto: Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania.
Fotos: Divulgação/ Instagram da ANTRA
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]]>The post ‘Pretos no Enem’ está pagando os R$ 85,00 do boleto de inscrição para negros(as) e indígenas que farão próxima edição do Exame first appeared on Universo Educom.
]]>Para buscar mais informações sobre a iniciativa, visite o site Pretos no Enem, pelo endereço https://pretosnoenem.com
A iniciativa também está presente nas redes sociais: Twitter e Instagram, por onde também estão disseminando informações sobre essa oportunidade que pode ajudar mais adolescentes e jovens conseguirem se inscrever.
Para tirar algumas dúvidas frequentes da galera, foi criado o carrossel abaixo, explicando mitos e verdades sobre o projeto. Confira!
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Conteúdo sugerido pela leitora Nathalia Cavalcante
Nathalia é jornalista formada pela Universidade Positivo (UP) e em Cinema pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP – Unespar). Já dirigiu curtas-metragens e diversas obras audiovisuais premiadas e selecionadas para festivais, além de ser atriz de teatro e produtora. Divide suas andanças pelo mundo através do Instagram e compartilha parte de seu trabalho pelo Vimeo.
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]]>The post Vem saber tudo sobre a família negra que estampa a capa da nova revista da Turma da Mônica! first appeared on Universo Educom.
]]>No site do projeto “Donas da Rua”, já é possível ler algumas tirinhas em que a personagem Milena aparece. “O ponto central do projeto é produzir e agregar conteúdos que vão demonstrar, através de histórias e exemplos, como meninas do Brasil e do mundo podem exercitar seu direito de ser o que quiserem e entender melhor conceitos como empoderamento e igualdade de oportunidades”, explica o canal oficial do projeto. Selecionamos duas historinhas com a Milena, desenvolvidas no âmbito do projeto pra você dar uma olhada logo abaixo 
Não é de hoje que personagens negros(as) aparecem nas histórias da Turma da Mônica. O Jeremias, por exemplo, foi criado antes mesmo do que o Cascão, a Magali, o Cebolinha e a própria Mônica. Entretanto, a primeira vez em que ele foi capa de uma Graphic Novel – a groso modo é uma espécie de HQ com estilo e traço “mais sofisticado” e alternativo – foi em Abril de 2018. O material, cujo título foi “Pele” tratou sobre racismo e você pode conferir uma matéria com o roteirista e desenhista da publicação no site do Judão.
Não é de hoje que movimentos sociais de promoção da igualdade racial vêm lutando pela representatividade e participação da população negra nos mais diferentes espaços sociais como nas universidades, mercado de trabalho, na política (câmaras de deputados, senado, assembleias legislativas e câmaras de vereadores, por exemplo) e também na mídia (no cinema, nas bancadas de telejornais, nas telenovelas, nas redações jornalísticas, publicidade, desenho animado, material didático etc.).
Desde o anúncio da nova personagem que passaria a protagonizar uma HQ, já é possível ver reações incríveis do público como essas no Twitter:
https://twitter.com/lalesdiniz/status/1091450068958359552
https://twitter.com/MyDeDeus/status/1023427731026075649
https://twitter.com/mariellefranco/status/943541486167252993
https://twitter.com/miladysiq/status/943069930475479041
A revistinha tem 14 páginas e pode ser comprada online no site da Panini por R$ 6,00. Se preferir, dá pra comprar a versão em inglês! Se liga na sinopse da história: “Milena é a nova moradora do bairro do Limoeiro, porém, sua timidez a faz ter dificuldades para fazer novas amizades. Mas um acidente com uma invenção do Franjinha pode ajudá-la… ou atrapalhar tudo!”.
Antes da Comic Con Experience 2018 (CCXP) ser realizada, as redes sociais da Maurício de Sousa Produções (MSP) já publicavam peças para chamar a atenção dos fãs para novidades e lançamentos que iriam ocorrer no evento. A imagem abaixo, por exemplo, mostra a personagem Milena na versão “Toy”, a Milena Maravilha. Foi uma forma dos(as) produtores(as) darem uma dica sobre a nova leva de gibis da MSP que vão cruzar historias da turminha com a de personagens da DC Comics, como Aquaman, Batman, Superman e Mulher Maravilha.
E aí? Gostaram da iniciativa? Deixe seu comentário! Aqui a gente interage com todo mundo 
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]]>The post Vai ter Conferência da Igualdade Racial em 2017, sim! first appeared on Universo Educom.
]]>O que são Conferências de modo geral e quem pode participar?
São eventos públicos, financiadas pelo poder público, em que pessoas de todas as idades e lugares podem participar gratuitamente. Algumas participam como ‘delegadas’, ou seja, estão no evento representando uma organização social (uma ONG ou uma Associação de Moradores, por exemplo), um grupo/movimento (exemplo: Grêmio Estudantil, coletivo de comunicadores, movimento pelo direito à moradia), ou um órgão público (Ministério Público, secretarias de governo etc.). Quem participa como ‘delegado(a)’ tem direito à voz e ao voto nos momentos de decisão. Os(as) demais participantes têm direito à voz, apenas. Ao final das conferências municipais, são eleitos(as) pessoas pra irem à conferência estadual. Na etapa estadual, são eleitos(as) novos(as) representantes para irem participar da conferência nacional.
O que geralmente acontece nessas Conferências?
Os representantes do poder público e dos cidadãos de forma geral se reúnem pra discutir coisas que podem ser feitas para melhorar as políticas públicas a favor de um público/ segmento (LGBTs, mulheres, crianças e adolescentes etc.) ou de uma temática importante para o país (saúde, educação, meio ambiente etc.). Nesse caso, teremos conferências que vão tratar da importância de ações para promover a igualdade racial, já que ela ainda não existe de forma plena no Brasil.
Por qual motivo é importante a participação de adolescentes e jovens?
Geralmente, a participação de pessoas de até 17 anos é pequena inclusive, nas conferências do direito das crianças e adolescentes! Com isso, os adultos deixam de ouvir as ideias desses públicos, já que muitas vezes ele não está presente para participar. Mas vale lembrar que tanto o Estatuto da Criança e do Adolescente, quanto o Estatuto da Juventude preveem a participação política na forma da lei e a participação social nos espaços de discussão de políticas públicas desses grupos. Portanto, peça autorização para os seus pais e para sua escola e participe!
Quando essas conferências acontecem?
Conferências livres (as que qualquer grupo pode realiza espontaneamente): até 3 de Abril;
Conferências municipais e intermunicipais: até 6 de Junho;
Conferências Estaduais e Distrital: até 30 de Agosto;
Conferência Nacional: De 5 a 7 de Novembro de 2017, em Brasília.
Qual vai ser o tema das Conferências de Igualdade Racial neste ano?
“O Brasil na Década dos Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”. A Década Internacional de Afrodescendentes foi declarada pela Organização das Nações Unidas (ONU); começou em Janeiro de 2015 e vai até dezembro de 2014. Deve ser celebrada por todos os 196 países-membros da Organização.
Com informações da Seppir – Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.
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