anymag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/unive503/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131The post Estudantes de Pernambuco ganham prêmio da ONU com curta-metragem sobre racismo religioso first appeared on Universo Educom.
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Um grupo de seis estudantes da Escola Municipal Santa Terezinha, localizado em Petrolina (PE), recebeu um prestigiado prêmio internacional pelo curta-metragem “Deuses Distintos” , que aborda o racismo religioso. Produzido com recursos simples, como celulares, dicas da internet e adereços emprestados, a obra foi premiada no Plural+ Youth Video Festival, iniciativa da Aliança das Civilizações das Nações Unidas (UNAOC) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM).
A cerimônia de estreia ocorreu em Portugal, durante o 10º Fórum Global da Aliança das Civilizações , realizado entre os dias 25 e 27 de novembro. No evento, os estudantes subiram ao palco para receber o reconhecimento e apresentar sua produção, que utiliza a narração de um poema para ilustrar os desafios enfrentados por diferentes influências em um cenário de preconceito.
A curta, selecionada entre produções de diversos países, destacou a criatividade e a capacidade crítica dos jovens realizados brasileiros. A vitória não apenas evidenciou o talento dos(as) estudantes de Petrolina, mas também trouxe à tona um tema urgente e global: o combate à intolerância religiosa e a promoção da convivência entre diferentes implicações.
No Brasil, a intolerância religiosa continua sendo um problema grave. Dados do Disque 100 mostram que, no primeiro semestre de 2024, houve um aumento de 80% nas denúncias relacionadas ao tema, em comparação ao mesmo período de 2023. Foram registradas 546 denúncias a mais, reforçando a necessidade de iniciativas que sensibilizam a sociedade para a importância do respeito às diversidades religiosas.
O reconhecimento internacional do curta-metragem “Deuses Distintos” é uma conquista significativa não apenas para os jovens realizadores, mas também para o Brasil. O prêmio reflete o poder transformador da arte na luta pelos direitos humanos e no fortalecimento de valores como o respeito, a tolerância e a justiça social.
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]]>The post Baixe o e-book com diretrizes para Educação Integral antirracista first appeared on Universo Educom.
]]>“A Educação Integral enfrenta melhor o racismo quando sua intencionalidade é nomeada de forma direta”, afirma Jaqueline Lima Santos, coordenadora de publicação e consultora em equidade de gênero e raça.
A desigualdade racial no acesso e permanência na Educação Integral em tempo integral no Brasil é preocupante, segundo dados recentes do Censo Escolar. Negros(as), indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência enfrentam taxas de evasão, reprovação e distorção de idade-série significativamente mais altos que o de estudantes brancos. Essa realidade expõe os efeitos do racismo no desenvolvimento integral de estudantes e desafia o sistema educacional para promover a justiça e a equidade.
Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, a evasão escolar é quase duas vezes maior entre estudantes negros e quilombolas (1,8%) em relação aos brancos (0,9%), enquanto chega a 5% entre estudantes indígenas e 2,6% entre pessoas com deficiência. As disparidades se agravam nos Anos Finais, com aumentos de 3% para quilombolas, 2,3% para indígenas e PCDs, 1,7% para negros e 1,2% para brancos. Atentos a este cenário é que organizações da sociedade civil se uniram para compor e publicar as diretrizes.
O conteúdo abaixo está disponível na reportagem da Ingrid Matuoka, no site da CEI – Centro de Referências em Educação Integral.
Interculturalidade | Garantir o acesso das/os bebês, crianças, adolescentes e jovens não apenas aos conhecimentos tradicionais de seus grupos sociais de origem, mas também aos conhecimentos de outros grupos ou culturas.
Contextualização | Considerar as identidades e as diferenças, as práticas culturais e a interação de grupos e sujeitos, os múltiplos saberes e a relação com o meio e o território como partes fundamentais que orientam as ações para promover o desenvolvimento integral dos sujeitos.
Relações entre profissionais da Educação | Garantir tempo qualificado e remunerado para a promoção do diálogo e colaboração entre profissionais e construir protocolos de combate à discriminação.
Relações entre estudantes | Engajar os/as estudantes na garantia de uma convivência respeitosa com as diferenças e estimular a colaboração entre os/as estudantes, rompendo com a lógica de ranking.
Avaliações | Promover avaliações qualitativas e formativas que valorizem a aprendizagem de conhecimentos, valores e condutas antirracistas.
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Foto: Douglas Lopes/ Canal Futura.
Neste primeiro semestre de 2024, o Canal Futura disponibilizou no Youtube absolutamente todos os vídeos do programa “Entrevista: Educação Antirracista”, inclusive o episódio n° 6, que fala sobre Educomunicação. O programa, apresentado por Cida Bento, tem como convidada Rosangela Malachias, jornalista, professora e especialista em educomunicação. Assista ao episódio no player abaixo!
Em 2023, o Canal Futura lançou uma temporada completa do programa, com 24 episódios, trazendo como apresentadora a psicóloga, escritora e ativista Cida Bento, autora do aclamado livro “O Pacto da Branquitude” (Editora Companhia. das Letras). O programa também está disponível no Globoplay e no site do Canal Futura, com acesso gratuito.
“Essa temporada do Entrevista está 100% alinhada ao Projeto A Cor da Cultura, da Fundação Roberto Marinho e do Futura, para promoção da educação antirracista, por meio de um conjunto de ações de educação para relações étnico-raciais (ERER), que integra mobilização, comunicação, audiovisual, formação de educadores e materiais educativos”, explica a equipe do Canal Futura em matéria publicada no site da emissora.
Estreado em 20 de Novembro de 2023 (Dia da Consciência Negra), o programa recebe lideranças, intelectuais, pesquisadores(as), ativistas e artistas para discutir diversas temáticas ligadas às pautas étnico-raciais, em celebração aos 20 anos da lei 10.639, que prevê o ensino da cultura e da história africana e afrobrasileira nas escolas.
Listamos a seguir os assuntos tratados em cada episódio do programa:
1. Escola de samba educadora;
2. Movimento negro na educação;
3. Financiamento da educação;
4. Música infantil antirracista;
5. Diversidade religiosa na escola;
6. Educomunicação;
7. Ciências exatas antirracistas;
8. Literatura infantil;
9. Educação infantil;
10. Literatura antirracista;
11. Saberes indígenas na escola;
12. Educação escolar quilombola;
13. Educação escolar indígena;
14. Gestão da educação antirracista;
15. Branquitude;
16. Mulheres na educação;
17. Desafios do Novo Ensino Médio;
18. Democracia e Direito à Educação;
19. Narrativa antirracista em museus;
20. Educação de jovens e adultos(as);
21. Caminhos para o desenvolvimento;
22. A branquitude na história;
23. Territórios e educação indígena;
24. História Geral da África.
E aí? Ficou animado pra maratonar a temporada toda? Esperamos que o material contribua com o letramento racial de educomunicadores(as) e educadores(as) de todo o Brasil! Compartilhe esse post para que a sua mensagem chegue mais longe 
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O Memorial de Curitiba, localizado no centro histórico da capital paranaense, ficou completamente lotado para acompanhar a abertura do 2° Festival da Palavra, em Curitiba (PR), cuja atração principal foi a escritora mineira Conceição Evaristo. O evento aconteceu na noite de domingo (16/06/2024), com entrada gratuita, sob a realização da Fundação Cultural de Curitiba.
A seguir, preparamos uma lista ilustrada, com fotos e comentários dos principais momentos pra te contar um pouco de tudo o que rolou no evento!
1. Homenagens de aberturaAs artistas e atrizes Cleo Cavalcantty e Ingrid Bozza recitaram uma homenagem literária, em que exaltaram a biografia e a obra de Conceição Evaristo.
2. Trio de cantoras negrasComo parte das homenagens iniciais, as cantoras Katia Drumond, Rubia Divino e Janine Mathias entoaram canções ao som da percussão da Orquestra Onirê.
3. Conceição Evaristo colocando todo mundo pra dançarAo som dos atabaques e das canções em sua homenagem, a escritora se levantou e contagiou todas as convidadas especiais, que ocupavam as primeiras fileiras do local, a dançar! O sorriso e a alegria tomaram conta de todos(as) que participaram deste inusitado momento.
4. Mediação precisa da jornalista Aline ReisAline foi eleita, em novembro de 2023, como a jornalista mais admirada do sul do país pelo prêmio + Admirados(as) Jornalistas Negros(as) da Imprensa Brasileira. Logo no início da condução do evento, ela fez uma saudação especial às mulheres negras e afirmou “vocês são a cara de Curitiba”. Com leveza, bom humor e a sagacidade de uma leitora e jornalista que estudou e acompanha a trajetória da convidada, Aline conseguiu mesclar perguntas absolutamente instigantes sem deixar de perder a simplicidade e promoção de uma conversa inclusiva e gostosa de acompanhar.
5. O fenômeno Conceição EvaristoA escritora não é só um fenômeno literário, mas de relacionamento com o público, de sensibilidade, de assertividade na comunicação, no uso das palavras, olhares e silêncios… Impossível não ficar atento(a) aos seus gestos, sorrisos, críticas, recomendações, reflexões e comentários. Uma presença marcante e sábia, sem apelar a determinismos e se mostrando inteiramente aberta ao diálogo e à expressão calorosa de suas opiniões e ideias.
6. Espaço lotado demonstra a potência do público de leitores(as) e admiradores(as)As galerias e parapeitos de todos os andares, as escadarias de alto a baixo e todo o pátio térreo do Memorial de Curitiba ficaram lotados pela multidão que compareceu ao evento, que era aberto ao público. Eu mesmo encarei o desafio de me deslocar por todos os espaços possíveis para garantir ângulos e cenas diferentes na composição das fotografias. E valeu muito à pena!
7. Presença de autoridades, lideranças e movimentos sociaisA vereadora Giórgia Prates (PT – Curitiba); a ex-ouvidora geral da Defensoria Pública do Paraná e membro da Comissão de Igualdade Racial da OAB PR, Santa de Souza; a jornalista cofundadora do coletivo Parafuso Educomunicação, Juliana cordeiro; a pesquisadora, socióloga, educadora e doutoranda, Andressa Ignácio; a membro da Comissão Nacional para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e da Coordenação Social e Público do Marista Brasil, Rai Caldas Barbosa; a escritora, cantora e instrumentista Jô Macário; a pesquisadora do jornalismo literário e doutoranda em Comunicação da UFPR, Cintia Silva; a assessora de igualdade racial de Curitiba, Marli Teixeira, dentre outras incontáveis e talentosas mulheres negras foram presença fecunda no evento!
8. Recitação de Olhos D’águaQuem esteve presente conseguiu escutar a própria Conceição Evaristo recitando uma de suas brilhantes obras: Olhos d’água! Um privilégio e, ao mesmo tempo, uma lembrança que fica incrustrada em nossos corações e mentes. Conheça e adquira a obra completa aqui, pela Pallas Editora.
9. Pautas que edificam, encantam e formamConceito de “escrevivências”, processo criativo, ficção versus realidade, livros que está lendo, projetos futuros, composição de contos eróticos, participação de mulheres negras na literatura e na produção de romances, busca de inspiração, processos de observação e desafios da carreira foram alguns exemplos dos assuntos que permearam a conversa.
10. Álbum abertoAcesse a íntegra do álbum fotográfico online com todas as imagens que produzimos durante evento. Se for utilizá-las sem solicitar permissão, não se esqueça de dar os créditos a “Diego Silva Alves/ Universo Educom” ou de marcar o Instagram “@universoeducom” e “@diegohcom“.
Tá curioso pra saber da minha experiência com o evento? Em breve, quero contar tudo pra vocês lá no meu site pessoal! Em qual bar eu fui parar antes do evento, quais os desafios de fotografar a atividade, qual a minha conexão com as pautas discutidas, quais amigos(as) reencontrei por lá…
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]]>The post Podcast ‘Educação e Relações Étnico Raciais’ está na 3ª temporada first appeared on Universo Educom.
]]>A temporada atual tem dado um mergulho nas relações entre arte, educação e relações étnico-raciais, passando por abordagens que tocam a pintura, a corporeidade e a dança, o cinema, a música e os ritmos afro-brasileiros. Listamos todos os episódios desta terceira temporada ao final deste post!

O podcast é uma iniciativa da Fundação Santillana, organização que atua para a superação das desigualdades educacionais.
O conteúdo do podcast é extremamente interessante para quem busca desenvolver o seu próprio letramento racial, como também auxilia educadores(as) que buscam fortalecer a decolonialidade nas suas práticas de sala de aula e repensar formas de promover a história e cultura africana e afrobrasileira em seu cotidiano.
Educação e Relações Étnico Raciaisé apresentado pela jornalista especialista em saúde, Carolina Marcelino, que também é criadora do Check-up da Notícia, repórter no programa Sinais Vitais, da CNN Brasil, integra o time de apresentadores do podcast Ciência Suja, além de mestre de cerimônias em grandes eventos e influenciadora digital.
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]]>The post Animação ajuda a discutir o conceito da filosofia “Ubuntu” com crianças e pré-adolescentes first appeared on Universo Educom.
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Com mais de meio milhão de visualizações, a animação do canal Filtr Kids Brasil apresenta uma maneira lúdica de abordar a filosofia africana do “Ubuntu” com o público infantil. A obra destaca de qual parte do continente africano surgiu essa filosofia e introduz a reflexão sobre o quanto a felicidade pode ser encontrada a partir de conquistas construídas coletivamente em vez de privilegiarmos as conquistas baseadas no egoísmo e/ou no individualismo.
A animação tem poencial de dialogar com o público infantil por utilizar a representação de um teatro de palitoches (aquele união do princípio do teatro de fantoches, porém, com um desenho 2D do personagem fixado a um palito). A narração e o texto possuem uma linguagem que facilita a compreensão da história pelas crianças. O cenário possui uma base visual semelhante, com a mudança de elementos como luz, cores, objetos e vegetação, a depender do momento da narrativa. Assim, quando anoitece, o fundo utiliza um céu escurecido; ao amanhecer, usa-se uma cor mais vibrante e solar, por exemplo.

Alguns aspectos pedagógicos interessantes é a utilização de nomes de origem africana para os personagens e a preocupação em evidenciar que não se trata de uma filosofia diluída em todo o continente, mas sim de uma região específica. Percebe-se um cuidado importante na construção visual do cenário do vídeo que retrata a savana africana que é, de fato, a vegetação predominante na África do Sul, país situado na região em que a filosofia Ubuntu se originou.
Andile reuniu algumas crianças e propôs uma brincadeira! Mas que brincadeira foi essa? E qual foi o resultado? A lenda Ubuntu fala sobre cooperação, igualdade e respeito. É sobre esses valores que a história vai abordar.
De acordo com apuração da apresentadora e roteirista da BBC News Brasil, Malu Cursino, foi a escritora e empreendedora negra Gertrude Matshe quem popularizou a filosofia Ubuntu, através de seus Ted Talks – palestras com personalidades que se destacam em suas áreas de atuação, disponibilizadas no Youtube, traduzidas e/ou legendadas em diversos idiomas. Assista ao vídeo abaixo para se aprofundar um pouco mais!
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]]>The post Oficina do III Novembro Negro da PUCPR aborda Educomunicação Antirracista first appeared on Universo Educom.
]]>Na tarde da próxima quinta-feira (23/11), a Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR vai sediar a Oficina de “Educomunicação Antirracista”, com o objetivo de promover discussões sobre o conceito da educomunicação e suas intersecções com as práticas da educação antirracista. A oficina é apenas uma das diversas atividades previstas para o III Novembro Negro que, neste ano, também está sendo desenvolvido junto à I Conferência Internacional de Identidade e Alteridade: Perspectivas Interdisciplinares e ao V Simpósio de Direitos Humanos e Políticas Públicas: Igualdade e Diferença.
A oficina prevê momentos de discussões teóricas e conceituais, bem como reflexões, atividades práticas e dinâmicas de grupo, em que os(as) participantes poderão trocar conhecimentos, construir produtos de comunicação e educação, além de vivenciar experiências de storytelling e gamificação, a partir da perspectiva educomunicativa. A inscrição no evento é gratuita, assim como a participação na oficina também.
The post Oficina do III Novembro Negro da PUCPR aborda Educomunicação Antirracista first appeared on Universo Educom.
]]>The post Abertas as inscrições para o III Novembro Negro da PUCPR first appeared on Universo Educom.
]]>Neste ano, o evento também acontecerá juntamente à “1ª Conferência Internacional de Identidade e Alteridade: Perspectivas Interdisciplinares”, em parceria com a Kent State University, e ao “5° Simpósio de Direitos Humanos e Políticas Públicas: Igualdade e Diferença”, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da PUCPR.
Neste ano, o Novembro Negro irá celebrar e refletir sobre o aniversário de 20 anos da lei 10.639/2003, que prevê a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana nas escolas. Além de uma programação com palestras, oficinas e mesas redondas, o evento terá apresentação oral de trabalhos e também de posters. Confira a seguir as áreas temáticas de apresentação dos trabalhos:
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A PLATAFORMA DE INSCRIÇÃO.
The post Abertas as inscrições para o III Novembro Negro da PUCPR first appeared on Universo Educom.
]]>The post Websérie de 8 mini documentários discute luta antirracista first appeared on Universo Educom.
]]>Através de vídeos com, aproximadamente, 10 minutos cada, diversas temáticas de relevância social são discutidas de forma crítica, mobilizadora e reflexiva, citando exemplos, fazendo comparações, apresentando dados, expondo publicações jornalísticas e referenciando pesquisadores(as), organizações sociais de luta política pelos direitos da população negra, episódios da História pouco mencionados em livros didáticos, músicas, cenas de filmes, novelas e publicidade, ao mesmo tempo em que faz conexões com a realidade contemporânea encontrada pela negritude brasileira.
O material é ótimo para educadores(as) que querem investir no seu Letramento Racial, além de ser uma forma de impactar adolescentes e jovens na sensibilização e formação sobre importantes pautas étnico-raciais.
Assista aos episódios a seguir!
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EP. 1 | O Mito da Democracia Racial 
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EP. 2 | Do Navio Negreiro à Abolição 
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EP. 3 | Cota Não é Esmola 
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EP. 4 | Raça, Trabalho e Direitos 
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EP. 5 | Urbanização como Apartheid 
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EP. 6 | Mulheres Negras 
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EP. 7 | Racismo Estrutural 
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EP. 8 | Branquitude vs Antirracismo
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]]>The post Assista à live de lançamento do Manual de Redação Antirracista da Agência Alma Preta first appeared on Universo Educom.
]]>O manual de redação foi lançado em evento transmitido ao vivo, que aconteceu na sede do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo (Siemaco), no dia 9 de Agosto de 2023.
Garanta o seu exemplar!
A criação do manual começou durante a pandemia, em 2021, fruto de três anos de estudo e trabalho com pesquisadores(as), jornalistas e estudantes. Os(as) interessados(as) em ter acesso a uma cópia do Manual, podem entrar em contato pelo email: projetos@almapreta.com.br; no entanto, uma versão em formato PDF deve ser disponibilizada em breve.
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