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Clique na imagem para fazer download gratuito do livro, no site da Editora Mórula.
O objetivo da produção é contribuir para o aprimoramento da capacidade de ativistas sociais, alunos e profissionais interessados em percorrer os caminhos da elaboração, gestão e análise de projetos sociais, refletindo sobre seus múltiplos afetos e efeitos sobre as trajetórias de vida, que se transformam e são transformadas ao longo do caminho. Editora Mórula.
O livro é dividido em três parte principais. A primeira vai mais a fundo, pontuando as particularidades de cada um dos pontos principais de um projeto social; a segunda aborda temáticas que tem ganhado força e destaque em projetos contemporâneos. A terceira parte é dedicada a um completo glossário para quem busca por definições de palavras muito presentes no vocabulário da redação, análise e seleção de projetos sociais.
Nilza Rogeria Nunes | Professora e Doutora em Serviço Social (PUC-Rio), Coordenadora do Núcleo de Estudos em Saúde e Gênero (NEGAS).
Katia Edmundo | Doutora em Psicossociologia de Comunidade e Ecologia Social (UFRJ), Diretora Executiva do CEDAPS.
É importante que o desenvolvimento de projetos em educomunicação nasça de forma organizada, com a devida definição de objetivos, de metodologias, de avaliação e envolva os(as) sujeitos(as) que vão participar da iniciativa. Nesse sentido, o livro em questão pode te ajudar a pensar em suas escolhas e tomar decisões mais assertivas.
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]]>The post Relatório indica ações de enfrentamento aos ataques às escolas brasileiras first appeared on Universo Educom.
]]>O recente episódio de brutalidade contra crianças feridas e assassinadas no Centro de Educação Infantil Cantinho Bom Pastor, em Blumenau (SC) fez com que diversas entidades que defendem os direitos da criança e do adolescente alertassem para a existência do documento que propõe diversas linhas de ação para enfrentar a violência e extremismo de direita nas escolas.
Dentre os diversos apontamentos, está a importância da educomunicação e da educação midiática. Essas práticas aparecem no relatório num contexto do desenvolvimento de uma educação crítica para a mídia, como forma de combater a desinformação e o negacionismo científico. Afinal, um consumo equivocado de informações que circulam na web, por exemplo, podem ser estratégias de alienação, recrutamento e formação de agressores(as) e homicidas.
CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O DOCUMENTO.
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]]>The post Dossiê revela que Brasil segue como país que mais mata travestis e transexuais do mundo first appeared on Universo Educom.
]]>Do total de 151 pessoas trans mortas em 2022, 65% dos casos foram motivados por crimes de ódio, com requinte de crueldade. 72% dos suspeitos não tinham vínculo com a vítima. De acordo com o relatório, a identidade de gênero é um fator determinante para essa violência.

Clique na foto para baixar o Dossiê na íntegra. | Foto: Divulgação/ ANTRA.
Para o ministro do MDHC, Silvio Almeida, apesar da tristeza estampada nas páginas do relatório, a existência do documento aponta para caminhos que levarão o Brasil a superar a tragédia dos números a partir da mudança e da transformação. “Quando falamos sobre gênero e sexualidade, somos acusados de sermos identitários. Pergunto a essas pessoas se é possível construir um país com os números que vemos agora”, provoca.
“É possível construir um país suportando o assassinato de pessoas só porque elas são o que elas são? Se não tivermos a decência de mudar essa realidade, não mereceremos ser um país”, reconhece.
A secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, destacou que pretende ultrapassar a simbologia de ser a primeira travesti a ocupar o cargo atual. “Iremos trabalhar com ousadia. Vamos realizar entregas importantes para a população brasileira. Os dados que recebemos hoje vão reger a criação das nossas políticas públicas”, enfatizou.
Destaques
Nos arrancaram desse espaço de forma cruel e danosa. Mas não tivemos medo: desenhamos novas estratégias pelos movimentos sociais. E quando não conseguiram deter a primavera que estava se avizinhando, voltamos a partir do dia 30 de outubro de 2022”. Keila Simpson, presidente da Antra, ao contextualizar o período vivido pelo Brasil nos últimos anos.
Já a secretária de Articulação Política da Antra, Bruna Benevides, apresentou os dados revelados pelo levantamento. Neste sentido, a pesquisadora citou o apagamento da luta de pessoas trans desde 2019. “Houve exclusão de comitês e mecanismos de proteção e visibilidade da pauta pelos ministérios dos Direitos Humanos, da Educação e das Relações Exteriores”, apontou. Na visão da pesquisadora, as notícias falsas contribuíram como método para silenciar pessoas transgênero.
Igualdade Racial
Na apresentação, Benevides aponta que a estimativa média de vida de pessoas trans em 2022 foi de 29,5 anos. 79,8% eram pessoas negras e pardas.
Presente na apresentação, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, afirmou que nos últimos anos existiu um processo político de negação da existência de pessoas negras e trans. “Esses números são extremamente impactantes. Isso tem relação com a necropolítica e o quanto esses corpos são descartáveis”, afirmou, ao se comprometer com a pauta.
Histórico
O “Dossiê: Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras” é feito pela ANTRA desde 2017. Além do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o levantamento também conta com o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). A versão digital do Dossiê está disponível no site antrabrasil.org e neste link.
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Assista à integra da Cerimônia de Lançamento logo abaixo:
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Texto: Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania.
Fotos: Divulgação/ Instagram da ANTRA
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]]>The post Baixe versão atualizada do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente first appeared on Universo Educom.
]]>O material possui 261 páginas e traz a íntegra do Estatuto, que também promove quatro decretos (três sobre o Programa de Proteção a Adolescentes Ameaçados de Morte – o PPCAAM – e um sobre a Convenção dos Direitos da Criança), além da Lei que trata do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente Vítima ou Testemunha de Violência.
De olho nas mudanças
É importante ficar de olho nas alterações que o ECA pode vir a sofrer a partir de 2019, pois novos trechos podem ser inseridos, alterados ou suprimidos do Estatuto. Exemplo disso é a sanção de uma nova lei pelo atual presidente brasileiro, realizada no dia 04/01/2019, que incluiu um artigo no Estatuto da Criança e do Adolescente, passando a considerar o dia 1° de Fevereiro como data de início da Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência.
Ódio ao ECA
Outro motivo de atenção em relação ao futuro do Estatuto, se dá pelo fato do atual presidente Jair Bolsonaro ter afirmado que o ECA deveria ser “rasgado e jogado na latrina” por estimular “a vagabundagem e a malandragem infantil”. Essas declarações surgiram em período de campanha, em Araçatuba (SP) – oeste paulista -, após ele se irrita com jornalistas que queriam saber mais sobre a confissão de que os filhos dele aprenderam a atirar aos 5 anos, com munição “que não era de ficção”. O ECA, criado em 1990, proíbe a entrega de armas a crianças e adolescentes e prevê pena de prisão para quem faz isso (é só baixar o Estatuto e ler o artigo 242).
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]]>The post Baixe a publicação que discute cada um dos direitos previstos no Estatuto da Juventude first appeared on Universo Educom.
]]>O material contém artigos sobre cada um dos 11 direitos da juventude previstos pelo Estatuto, além das propostas do FOJUPE defendidas numa conferência livre que realizaram, além de uma linha do tempo que ajuda a compreender o desenvolvimento das atividades do Fórum.
Para fazer o download do arquivo PDF da publicação é só clicar aqui.
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]]>The post Estatuto da Juventude completa 5 anos de existência; baixe o documento na íntegra first appeared on Universo Educom.
]]>Baixe o Estatuto da Juventude em formato PDF ou folheie a versão digital do documento logo abaixo.
Conheça os 11 direitos previstos no Estatuto:
Direito à Diversidade e à Igualdade;
Direito ao Desporto e ao Lazer;
Direito à Comunicação e à Liberdade de Expressão;
Direito à Cultura;
Direito ao Território e à Mobilidade;
Direito à Segurança Pública e ao Acesso à Justiça;
Direito à Cidadania, à Participação Social e Política e à Representação Juvenil;
Direito à Profissionalização, ao Trabalho e à Renda;
Direito à Saúde;
Direito à Educação;
Direito à Sustentabilidade e ao Meio Ambiente.
De olho nas atualizações
Desde que foi publicado, há 5 anos, o Estatuto da Juventude não sofreu absolutamente nenhuma alteração. Isso quer dizer que nenhum texto foi cortado/ vetado/ revogado, incluído ou modificado. Se você quiser acompanhar as mudanças dessa Lei, é sempre bom acompanhar a página oficial do governo que sempre mostrará a versão atualizada do Estatuto 
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BÔNUS
Encontramos a versão trilíngue do Estatuto! Logo abaixo, você pode folhear uma edição do documento que reúne o texto original em língua portuguesa, espanhol e inglês.
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]]>The post Um ano após seu lançamento, livro ‘A ideologia do Movimento Escola Sem Partido’ continua atual first appeared on Universo Educom.
]]>Intelectuais e ativistas pelos direitos humanos compõem o grupo de autores(as), como Denise Carreira (Campanha Nacional pela Educação e plataforma DHESCA), Frei Beto (assessor de movimentos sociais e autor de 58 livros), Joana Salém Vasconcelos (Rede Emancipa de Educação Popular e Instituto Vladimir Herzog), Leonardo Sakamoto (Blogueiro na Folha de São Paulo/ integrante da ONG Repórter Brasil) e Toni Reis (Secretário de Educação da ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).
No anexo, que consta ao final do livro, a assessora editorial da Ação Educativa, Daniele Brait, reúne questionamentos pertinentes sobre as lideranças do Movimento, a falta de clareza sobre suas fontes de financiamento e as possíveis articulações de seus integrantes com as bancadas conservadoras do mundo da política nacional.
Clique aqui para baixar o livro.
Sobre a Ação Educativa
A Ação Educativa é uma organização fundada em 1994, com a missão de promover os direitos educativos e da juventude, tendo em vista a justiça social, a democracia participativa e o desenvolvimento sustentável no Brasil. Canais de comunicação: Facebook | Twitter | Site
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]]>The post Publicação da Unesco ajuda a trabalhar a EDS – Educação para o Desenvolvimento Sustentável first appeared on Universo Educom.
]]>A publicação aborda as oito competências-chave para a sustentabilidade e dá dicas de como cada um dos 17 ODS podem ser trabalhos nos campos cognitivos, socioambiental e comportamental, além de apontar aos educadores(as) ideias de conteúdos a serem trabalhados.
O material também dedica espaço para discutir como a Educação em Desenvolvimento Sustentável (EDS) pode ser integrado a políticas públicas, ao currículos, livros didáticos, formação de professores, sala de aula e outros espaços de ensino-aprendizagem, bem como sugere pistas de ação para avaliar os resultados das ações e programas em EDS.
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