anymag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/unive503/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131The post Baixe o e-book ‘Rotas para a Investigação em Comunicação’ first appeared on Universo Educom.
]]>A obra compila 21 textos de diferentes autores(as), destinados a iniciantes nos processos de pesquisa em comunicação. “Não é um livro de dicas, apesar de conter algumas. É, sobretudo, uma obra que pretende dar a conhecer o ecossistema científico, o seu funcionamento, os seus desafios e as suas oportunidades, bem como o espaço existente para que cada pessoa individual e coletivamente possa criar a sua própria rota”, defende a equipe de comunicação do GT de Jovens Investigadores(as) da SOPCOM – Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação.

Clique na capa do livro para baixar o arquivo em formato PDF. | Imagem: Divulgação.
“A edição deste livro, que decorre da 4.ª edição da Escola de Verão do Grupo de Trabalho de Jovens Investigadores da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (Sopcom), é bem a evidência de que os chamados resultados de aprendizagem são mais a expressão de uma ação dialógica do que o efeito da recepção passiva de um conjunto de conteúdos programáticos.”
Madalena Oliveira, Presidente da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação.
A obra está estruturada da seguinte forma:
PARTE 1 – PRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO DE CONHECIMENTO
Capítulo 1 – Entre a Cnstrução de Comunidades Sustentáveis e a Avaliação
PARTE 2 – SUPORTE À INVESTIGAÇÃO
Capítulo 2 – Centros de Investigação em Comunicação
Capítulo 3 – Oportunidades de Financiamento
Capítulo 4 – Uma “Caixa de Ferramentas” em Construção
PARTE 3 – DESAFIOS NA INVESTIGAÇÃO
Capítulo 5 – Experiências e Redes de Suporte
O projeto foi financiado pelo CICANT – Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias.
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]]>The post Concorra a uma formação em comunicação, com tudo pago, para defensores(as) da infância na Região Sul first appeared on Universo Educom.
]]>Clique aqui para acessar o formulário e realizar sua pré-inscrição.
O projeto é patrocinado pela Petrobras, através do do Programa Petrobras Socioambiental. A equipe de gestão vai selecionar os(as) participantes com base nas respostas do formulário de pré-inscrição. Então, bora caprichar! 
A oficina terá duração de 16h00 e serão emitidos certificados aos participantes. “A programação inclui técnicas de rádio e gravação de vídeo por celular, a utilização da rede social exclusiva para a cidadania (a radiotube.org.br) e a reflexão sobre os direitos da criança e do adolescente. A ideia é fortalecer a rede de defesa dos direitos da infância e adolescência debatendo com comunicadores a responsabilidade ao divulgar informações sobre o tema e oferecer oportunidade de aprimoramento em produção de conteúdo para lideranças sociais que atuem na área”, explica a assessoria de comunicação do evento.
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Sobre a rede social Radiotube
O radiotube.org.br é referência para comunicadores: uma agência de notícias colaborativa na qual são compartilhadas produções de áudio, vídeo e texto abordando exclusivamente temas ligados à cidadania. Para conhecer mais sobre o projeto, acesse o site da ONG Criar Brasil e a página de Facebook.
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]]>The post Estão abertas as inscrições para o II Congresso Internacional sobre Comunicação e Educação first appeared on Universo Educom.
]]>Os(as) inscritos(as) poderão ter acesso a toda programação do evento, que inclui a possibilidade de assistir aos trabalhos acadêmicos de pesquisadores(as) e profissionais em educomunicação de todo o país e, eventualmente, de estrangeiros(as). Tais trabalhos estão divididos nos seguintes Grupos Temáticos: Trajetória, Transformação Social, Formação, Meio Ambiente, Protagonismo Juvenil e Pesquisa.
O prazo para inscrição de resumos para serem selecionados e apresentados no evento foi encerrado no dia 30 de Julho de 2018. Entretanto, quem quiser assistir e participar dos demais momentos do evento, pode se inscrever até o dia 09 de Novembro. Mas atenção! Até o dia 14 de Outubro, as inscrições custam valores mais baixos, que vão de R$ 120,00 até R$ 350,00. A partir do dia 15 de Outubro até 09 de Novembro, a “taxa cheia” é de R$ 400,00.
Os eventos comemoram 20 anos desde a primeira edição do congresso, em maio de 1998, ocasião em que o NCE/USP – Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo trouxe ao Brasil “um público constituído por especialistas em Media Education de 30 países, dos cinco continentes”, explica a assessoria de comunicação da ABPEducom – Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação.
Visite as páginas dos eventos na internet para obter informações sobre pagamento de inscrições, programação e equipe organizadora.
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]]>The post Unicentro sedia eventos integrados de Comunicação, Educação, Tecnologia e Democracia first appeared on Universo Educom.
]]>A 16ª Semana de Pedagogia tem como tema ‘Educação Pública e as Políticas de Ameaças à Democracia’. O 4° Eduso vai abrigar o 1° Encontro Regional de Formação Docente para Educação Escolar Indígena. O 1° Sicet, por sua vez, tem como tema ‘Tecnologias Digitais e Comunicações Virtuais: Formação Docente em Ação’.
O valor das inscrições para acadêmicos de graduação é de R$ 30,00. Já o valor para outras modalidades de participantes é R$ 40,00. Os(as) inscritos podem participar integralmente de todas as atividades e apresentar diferentes trabalhos sem custos adicionais.
As inscrições podem ser feitas no ambiente virtual apropriado. Ouvintes terão as inscrições aceitas até o dia 02/08/2018, enquanto aqueles(as) que quiserem submeter trabalhos deverão se inscrever até 11/07/2018.
As informações completo sobre o evento, programação e links para ambiente virtual de inscrição podem ser acessados na página do evento, localizada no site da Unicentro.
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]]>The post Vídeos ajudam a introduzir discussão sobre comunicação não-violenta first appeared on Universo Educom.
]]>Para enfrentar esse problema, é preciso compreender a importância de uma comunicação não-violenta, como exercê-la na prática e quais são seus benefícios junto aos envolvidos(as).

Pra discutir um pouco sobre esse assunto com adolescentes e jovens, os vídeos abaixo podem ajudar bastante! Eles foram produzidos pela iniciativa ‘Comum’, um espaço de desenvolvimento humano para mulheres, onde temas delicados são tratados através de percursos de aprendizagem, textos, vídeos, cursos online, encontros e imersões.
A Giovana Camargo, uma das fundadoras da Comum é quem aborda o tema ‘comunicação não-violenta’ e ajuda a entender melhor a amplitude desse conceito. Os vídeos compõem a série audiovisual ‘#MinasQueManjam’, composta por mais de 30 produções!
Gostou dos vídeos? Então compartilha o link desse post com aquele(a) educador(a) que vai aproveitar bem esse post!
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]]>The post Educar para a leitura crítica da mídia e lutar para que ela seja mais democrática first appeared on Universo Educom.
]]>Só mais tarde, depois de uma graduação em jornalismo, pesquisas e práticas em educomunicação e atuação com as interfaces comunicação e direitos humanos é que fui me dando conta do quanto aquele tipo de comunicação era questionável e pouco adequado. Aquela bendita mídia impressa, o cartaz infeliz da biblioteca, não estava acompanhado de nenhuma discussão sobre os casos de pessoas que tem predisposição genética para engordar, metabolismo que funciona com ritmo diferente a depender de cada organismo ou que doenças hormonais poderiam estimular a produção e armazenamento de gordura no corpo. Tampouco que a dinâmica biológica de mulheres era diferente da dos homens em termos de formação de massa magra, retenção de líquidos etc. Só tinha um lado da história: ‘mude a alimentação e seus problemas com sobrepeso/ obesidade estarão automaticamente resolvidos’.

Agora, imagine você que o coitado do cartaz foi só um nano exemplo de como aquele pedaço de papel mexeu com a minha maneira de interpretar o motivo de algumas pessoas serem gordas ou magras. O grosso da informação, de fato, tem seu fundamento: alimentos saudáveis tendem a construir corpos mais saudáveis. Entretanto, a complementação daquelas informações me vieram depois de muito tempo, por outras vias…
Para além do cartaz, a mídia que mais esteve presente no meu cotidiano era a TV aberta. Muito da minha educação também foi construída através dos conteúdos que eu consumia por lá. E o pior de tudo isso é que sempre se tratou de um consumo não consciente. Assistia por entretenimento, sem que ninguém me dissesse para confrontar as ‘verdades absolutas’ dos telejornais, suspeitar e identificar as atitudes racistas, machistas e homofóbicas das ‘brincadeiras’ dos programas de ‘humor’ ou ainda que, apesar de não ser reflexo da realidade, as telenovelas teriam papel importante na construção de imaginários sociais de quem as assiste.
Faltou comentar, por fim, que a maioria de tudo o que eu consumia era fruta de produções advindas do eixo Rio-São Paulo. Ou seja, a comunicação não era pra todos: não era democrática! E dá pra afirmar que ainda não é. Por conta disso, os movimentos sociais que lutam pela democratização da mídia, criaram um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip), para propor aos governantes que mudem a formar de financiar, difundir e fiscalizar a comunicação no país. Esse desejo ficou ainda mais evidente durante a realização das Conferências locais, estaduais e nacional da Comunicação, evento realizado em 2009, quando a população pôde dar ideias sobre políticas públicas de comunicação.

A seguir, vou listar só cinco das dezenas de coisas boas que a democratização da comunicação pode trazer para a nossa sociedade e que, acredito eu, deva ser pauta nos processos de educação para a leitura crítica da mídia. Vamos lá?
1. Regulação econômica da mídia
Se toda a grana de publicidade advinda dos cofres públicos for destinada para os grandes veículos de comunicação, como ficam as mídias comunitárias e com incidência local e regional? Esse círculo vicioso existente atualmente faz os veículos já consolidados continuarem a crescer e as mídias alternativas a permanecerem à margem da utilização de um recurso que, em teoria, seria para viabilizar comunicação para todos(as), inclusive médios e pequenos veículos de mídia.
2. Maior incentivo à produção de conteúdo regional
Tem hora que cansa assistir novela onde a trama só acontece no Leblon ou num bairro nobre de São Paulo, né? De vez em quando até aparece alguma coisa numa periferia ou algum lugar do nordeste, mas é basicamente isso. E os telejornais nacionais que nunca ou muito pouco noticiam acontecimentos de Roraima, Acre, Alagoas, Tocantins e Sergipe, hein? Para fomentar a produção audiovisual que retrate os cenários, as pessoas e as situações fictícias ou reais dos 26 Estados brasileiros e Distrito Federal, é preciso políticas que estimulem os canais a acolherem essas produções e, por outro lado, que financie e mantenha a capacitação para produtores(as) criarem conteúdos que revelem as outras caras, paisagens e histórias do Brasil.
3. Responsabilização em casos de violação de direitos humanos
Quem já assistiu a um programa policialesco bem bagaceira, que expõe as pessoas antes que possam ter o direito de se defender ou serem ouvidos pela justiça? Ou aquela reportagem que expõe o rosto ou a voz de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual ou, supostamente, autoras de ato infracional? Abusos da mídia não devem ser censurados, mas práticas reiteradamente violadoras dos direitos humanos precisam ser identificadas e os veículos de comunicação que promovem esses crimes precisam ser responsabilizados.
4. Garantia dos serviços essenciais de comunicação para todos(as)
Comunicação, assim como a saúde e a educação também precisa ser compreendida como um direito de todos(as), como de fato o é. E se todos(as), hoje, têm direito a poder utilizar um hospital, unidade básica de saúde ou escola pública, por exemplo, também precisam ter direito ao acesso à comunicação em suas formas mais essenciais, como a radiodifusão (acesso à sinal de TV e rádio), serviços de voz e à rede em alta velocidade (internet banda larga, sobretudo). Ou você acha justo que comunidades rurais, ribeirinhas, indígenas e quilombolas não tenham acesso a nenhum desses serviços e vivam isoladas de se comunicar com o mundo?
5. Maior espaço para as rádios e TVs comunitárias
Não sei se vocês sabem mas as rádios comunitárias, por exemplo, só podem propagar o seu sinal pela distância de 1 km. Uma pessoa caminhando em ritmo normal consegue andar 6 km em uma hora! Ou seja, 1km de alcance é muita pouca coisa! Para fortalecer esses veículos, essa limitação arbitrária de cobertura (que também tem que seguir parâmetros de potência e número de estações por localidade) precisa mudar. Afinal, qual é o motivo do medo diante desses veículos de finalidade sociocultural serem geridos pela própria comunidade, sem fins lucrativos, hein?
Haveria muito mais coisas pra gente tratar, mas meu limite de caracteres tá chegou ao fim, rs! Quem quiser esticar o papo tem que visitar o site www.paraexpressaraliberdade.org.br e navegar pelos materiais que tem por lá. E só pra você saber: Outubro é o mês da Democratização da Comunicação. Dia 17 é considerado do “Dia C – Dia da Juventude Comunicativa” e “Dia Nacional da Democratização da Comunicação”. Dia 18 é o “Dia Mundial pela Democratização da Comunicação”. Foi por conta disso que nasceu a ideia para este post 
Super abraço e bora refletir sobre a importância da educomunicação/ educação para a leitura crítica da mídia pra não achar que o cartaz da escola ou a programação da TV são conteúdos inocentes e desprovidos de segundas intenções.
*Artigo escrito originalmente para o Blog Educação e Mídia, da Gazeta do Povo, por conta da parceria entre entre o Instituto GRPCOM e o coletivo Parafuso Educomunicação.
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]]>The post Onde buscar informações sobre democratização da comunicação? first appeared on Universo Educom.
]]>Pra começar, estamos listando os canais de comunicação onde você pode buscar informações recorrentes sobre a atuação das principais organizações que defendem e promovem a democratização da comunicação no país. Bora visitar os sites e dar follow das redes sociais?!
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Artigo 19

“A ARTIGO 19 é uma organização não-governamental de direitos humanos nascida em 1987, em Londres, com a missão de defender e promover o direito à liberdade de expressão e de acesso à informação em todo o mundo. Seu nome tem origem no 19º artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU.
Com escritórios em nove países, a ARTIGO 19 está no Brasil desde 2007, e desde então tem se destacado por impulsionar diferentes pautas relacionadas à liberdade de expressão e informação. Entre as quais, estão o combate às violações ao direito de protesto, a proteção de defensores de direitos humanos e comunicadores, a descriminalização dos crimes contra a honra, a elaboração e a implementação da Lei de Acesso à Informação, e a construção e defesa do Marco Civil da Internet.
Contando com especialistas de diferentes campos, a organização atualmente se divide em quatro áreas: Acesso à Informação, Centro de Referência Legal, Direitos Digitais e Proteção e Segurança”.
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Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

O Centro de Estudos da Mídia Alternativa ‘Barão de Itararé’ se soma a outras entidades e movimentos sociais que lutam pela democratização da comunicação, visando conquistar maior pluralidade e diversidade informativa e cultural no país. Entre outros objetivos, ele concentrará as suas atividades em cinco eixos centrais:
– Contribuir na ampliação da militância na luta pela democratização da comunicação;
– Fortalecer os fóruns existentes e incentivar novos espaços de atuação;
– Reforçar as mídias alternativas, comunitárias e públicas;
– Investir na formação dos novos comunicadores;
– Aprofundar os estudos sobre o papel da mídia na atualidade.
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Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC)

“A democracia no Brasil não pode existir sem a efetiva democratização dos meios de comunicação. É a partir desse pressuposto que, desde os anos 1990, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) congrega entidades da sociedade para enfrentar os problemas da área no país. São mais de 500 filiadas, entre associações, sindicatos, movimentos sociais, organizações não-governamentais e coletivos que se articulam para denunciar e combater a grave concentração econômica na mídia, a ausência de pluralidade política e de diversidade social e cultural nas fontes de informação, os obstáculos à consolidação da comunicação pública e cidadã e as inúmeras violações à liberdade de expressão”.
Portal | Facebook | Twitter | Issuu
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Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social

“O Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social é uma organização que trabalha pela efetivação do direito humano à comunicação no Brasil.
Para o Intervozes, o direito à comunicação é indissociável do pleno exercício da cidadania e da democracia: uma sociedade só pode ser chamada de democrática quando as diversas vozes, opiniões, culturas e raças que a compõem têm espaço para se manifestar.
O coletivo é formado por ativistas e profissionais com formação e atuação nas áreas de comunicação social, direito, arquitetura, artes e outras, distribuídos em 15 estados brasileiros e no Distrito Federal. Cada associada e associado do Intervozes é, ao mesmo tempo, promotor(a) de ações locais e colaborador(a) na formulação e realização de estratégias nacionais adotadas pelo coletivo”.
Site | Facebook | Twitter | Flickr | Blog no portal da revista Carta Capital
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Para Expressar a Liberdade

“A campanha ‘Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo’ é uma iniciativa do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e nasceu da mobilização de dezenas de entidades do movimento social brasileiro reunidas em São Paulo, no dia 4 de maio de 2012, durante o Seminário Desafios da Liberdade de Expressão.
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Renajoc – Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores(as)

“A Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores(as) foi criada em abril de 2008 no I Encontro de Adolescentes e Jovens Comunicadores(as) promovido pela ONG Viração Educomunicação, que antecedeu a 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude.
Desde então, a RENAJOC participa de ações que buscam unir adolescentes e jovens do Brasil para chamar a atenção para o Direito Humano à Comunicação, fazendo coberturas colaborativas de eventos relevantes para os adolescentes e jovens e integrando debates nacionais sobre adolescência, juventude e comunicação”.
Site | Facebook | Twitter | Issuu
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]]>The post Um vídeo e dois infográficos que vão te ajudar a falar melhor first appeared on Universo Educom.
]]>Os conteúdos também podem servir de subsídios para trabalhos educomunicativos em grupo e para ajudar estudantes na apresentação de trabalhos diante da sala, além de servir para a reflexão em turmas muito barulhentas e agitadas em que as pessoas não escutem muito umas às outras.


The post Um vídeo e dois infográficos que vão te ajudar a falar melhor first appeared on Universo Educom.
]]>The post Conselho Estadual da Criança e SEDS incentivam cumprimento da Lei da Aprendizagem Adolescente, no Paraná first appeared on Universo Educom.
]]>O vídeo principal da campanha tem inserções na TV aberta, é veiculada no Youtube do Governo do Paraná (versão de 1 minuto), além de aparecer como anúncio quando paranaenses acessam outros vídeos do Youtube. Até o fechamento desta matéria, esse vídeo já estava com aproximadamente 1.700 visualizações orgânicas (não pagas) e mais de 300 mil visualizações pagas. Para assisti-lo, clique no play logo abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=d7o8o5zNsWk
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Outros materiais
A campanha conta ainda com quatro cartazes, um hotsite, um folder, que podem ser baixados aqui. O link fará abrir uma janela de salvamento do arquivo, em formato ZIP, contendo os cartazes e folders. Mídia online como banners quadrados e retangulares, por exemplo, não estão disponíveis no kit para download. Os demais vídeos estão no canal de Youtube do Governo do Paraná e também na sequência deste post.
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Assista aos outros vídeos da Campanha
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Breve avaliação
Tanto o vídeo principal, quanto os cartazes, buscaram retratar a diversidade étnico racial, apresentando adolescentes negros, brancos, com mobilidade reduzida e com síndrome de down. Além disso, é utilizada a linguagem do rap na recitação do texto. O conteúdo dito por eles, é todo construído numa perspectiva em que o adolescente é quem pede uma oportunidade para ser aceito e conseguir a vaga.
Um dos cartazes possui em seu fundo a fotografia de um ambiente: a) que pode ser considerado inseguro para o trabalho adolescente, com circulação de empilhadeira; b) maquinário não protegido por divisórias; c) insalubre/ visivelmente empoeirado; e d) telhado que aparenta ser de de amianto, substância perigosa caso seja aspirada. Talvez, para evitar polêmicas, a imagem de fundo pudesse ser trocada pela de outro espaço industrial. Aliás, esta imagem também é repetida duas vezes em outra peça da campanha: o folder informativo, mesmo com outras opções de imagens para serem destacadas.

Empresas de médio e grande porte são o público-alvo da campanha Aprendiz Paranaense lançada pelo Governo do Paraná nesta segunda-feira (12). A ação tem o objetivo de estimular a aprendizagem legal e ampliar a contratação de adolescentes aprendizes em todo o Estado. Curitiba, 12/06/2017. Cartaz: Divulgação SEDS
O folder de 8 páginas, por sua vez, traz conteúdo textual bastante relevante ao informar sobre aspectos básicos da lei de aprendizagem e os principais direitos que ela defende. Indica ainda no que o(a) empregador(a) precisa se atentar e prever no contrato de trabalho, bem como quais as penalidades para quem é obrigado e não contrata pode acabar sofrendo.
O hotsite da campanha tem uma página ótima que responde a 16 perguntas relevantes para ajudar a tirar as dúvidas de adolescentes sobre a lei de aprendizagem. Outra página importantíssima é a que ajuda a compreender um pouco sobre os malefícios do trabalho infantil e da não proteção do trabalho adolescente, bem como indica alguns canais de denúncia e de onde o(a) adolescente pode pedir ajuda em caso de exploração do trabalho infantil.

Por último, a única peninha que fica é que em absolutamente nenhum dos materiais fica claro que a campanha é integralmente financiada com recursos do FIA – Fundo Estadual para a Infância e Adolescência do Paraná. O que ser deduzido é apenas parte da história: a de que a campanha é realizada numa parceria entre o CEDCA PR e a SEDS PR, não ficando claro se além dos R$2.192.656,76 (dois milhões, cento e noventa e dois mil, seiscentos e cinquenta e seis reais e setenta e seis centavos) que saíram do FIA, o Governo do Paraná ou o orçamento da SEDS chegou a investir algo para estas produções.
De modo geral, a campanha apresenta alguns avanços importantes na conscientização de empresas de médio e grande porte, que são obrigadas a manter em seu quatro de funcionários uma porcentagem de 05 a 15% de adolescentes aprendizes. Além disso, também incentiva e dá instrumentos aos/ às adolescentes a conhecerem mais sobre seus direitos em relação à aprendizagem.
The post Conselho Estadual da Criança e SEDS incentivam cumprimento da Lei da Aprendizagem Adolescente, no Paraná first appeared on Universo Educom.
]]>The post Revista Pan-amazônica de Comunicação recebe artigos até 30 de Julho first appeared on Universo Educom.
]]>Os textos podem ser enviados em português, inglês ou espanhol. É preciso fazer cadastro, gerar login e senha para conseguir postar/ submeter seu texto.
Quem pode submeter artigos?
A publicação aceita a comunidade acadêmica de forma ampla, abrangendo doutores(as), doutorandos(as), mestrandos(as), mestres, graduados(as) e de iniciação científica (desde que o primeiro autor seja doutor/a). As resenhas podem ser produzidas por estudantes de programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado acadêmico ou profissional e doutorado), mestres e doutores(as).
Algumas especificações técnicas
Os textos devem ser entregues em formato Word (preferencialmente .doc ou .docx), com até 2 MB (caso o tamanho do arquivo extrapole esse limite, aconselhamos anexar imagens como documentos suplementares), margens superior e inferior de 2,5 cm e margens esquerda e direita de 3 cm, na fonte Times New Roman, corpo 12, espaçamento entre linhas 1,5.

Edição Atual
Para acessar o conteúdo da edição mais recente publicada no site da revista, clique aqui.
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Para buscar mais informações, acesse a página oficial da Revista Aturá e leia as informações de submissão e diretrizes para autores(as).
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