anymag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/unive503/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131The post Infográfico ajuda a entender desigualdades com que meninas são tratadas no Brasil first appeared on Universo Educom.
]]>O material ajuda a compreender quais são as percepções das garotas sobre o que é ser feliz, como se relacionam com seus pais/ responsáveis, as relações de gênero entre meninos e meninas, os reflexos das brincadeiras na construção identitária do papel feminino na sociedade, além de compreender a dinâmica das tarefas domésticas nesse processo.
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]]>The post Conselho Estadual da Criança e SEDS incentivam cumprimento da Lei da Aprendizagem Adolescente, no Paraná first appeared on Universo Educom.
]]>O vídeo principal da campanha tem inserções na TV aberta, é veiculada no Youtube do Governo do Paraná (versão de 1 minuto), além de aparecer como anúncio quando paranaenses acessam outros vídeos do Youtube. Até o fechamento desta matéria, esse vídeo já estava com aproximadamente 1.700 visualizações orgânicas (não pagas) e mais de 300 mil visualizações pagas. Para assisti-lo, clique no play logo abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=d7o8o5zNsWk
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Outros materiais
A campanha conta ainda com quatro cartazes, um hotsite, um folder, que podem ser baixados aqui. O link fará abrir uma janela de salvamento do arquivo, em formato ZIP, contendo os cartazes e folders. Mídia online como banners quadrados e retangulares, por exemplo, não estão disponíveis no kit para download. Os demais vídeos estão no canal de Youtube do Governo do Paraná e também na sequência deste post.
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Assista aos outros vídeos da Campanha
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Breve avaliação
Tanto o vídeo principal, quanto os cartazes, buscaram retratar a diversidade étnico racial, apresentando adolescentes negros, brancos, com mobilidade reduzida e com síndrome de down. Além disso, é utilizada a linguagem do rap na recitação do texto. O conteúdo dito por eles, é todo construído numa perspectiva em que o adolescente é quem pede uma oportunidade para ser aceito e conseguir a vaga.
Um dos cartazes possui em seu fundo a fotografia de um ambiente: a) que pode ser considerado inseguro para o trabalho adolescente, com circulação de empilhadeira; b) maquinário não protegido por divisórias; c) insalubre/ visivelmente empoeirado; e d) telhado que aparenta ser de de amianto, substância perigosa caso seja aspirada. Talvez, para evitar polêmicas, a imagem de fundo pudesse ser trocada pela de outro espaço industrial. Aliás, esta imagem também é repetida duas vezes em outra peça da campanha: o folder informativo, mesmo com outras opções de imagens para serem destacadas.

Empresas de médio e grande porte são o público-alvo da campanha Aprendiz Paranaense lançada pelo Governo do Paraná nesta segunda-feira (12). A ação tem o objetivo de estimular a aprendizagem legal e ampliar a contratação de adolescentes aprendizes em todo o Estado. Curitiba, 12/06/2017. Cartaz: Divulgação SEDS
O folder de 8 páginas, por sua vez, traz conteúdo textual bastante relevante ao informar sobre aspectos básicos da lei de aprendizagem e os principais direitos que ela defende. Indica ainda no que o(a) empregador(a) precisa se atentar e prever no contrato de trabalho, bem como quais as penalidades para quem é obrigado e não contrata pode acabar sofrendo.
O hotsite da campanha tem uma página ótima que responde a 16 perguntas relevantes para ajudar a tirar as dúvidas de adolescentes sobre a lei de aprendizagem. Outra página importantíssima é a que ajuda a compreender um pouco sobre os malefícios do trabalho infantil e da não proteção do trabalho adolescente, bem como indica alguns canais de denúncia e de onde o(a) adolescente pode pedir ajuda em caso de exploração do trabalho infantil.

Por último, a única peninha que fica é que em absolutamente nenhum dos materiais fica claro que a campanha é integralmente financiada com recursos do FIA – Fundo Estadual para a Infância e Adolescência do Paraná. O que ser deduzido é apenas parte da história: a de que a campanha é realizada numa parceria entre o CEDCA PR e a SEDS PR, não ficando claro se além dos R$2.192.656,76 (dois milhões, cento e noventa e dois mil, seiscentos e cinquenta e seis reais e setenta e seis centavos) que saíram do FIA, o Governo do Paraná ou o orçamento da SEDS chegou a investir algo para estas produções.
De modo geral, a campanha apresenta alguns avanços importantes na conscientização de empresas de médio e grande porte, que são obrigadas a manter em seu quatro de funcionários uma porcentagem de 05 a 15% de adolescentes aprendizes. Além disso, também incentiva e dá instrumentos aos/ às adolescentes a conhecerem mais sobre seus direitos em relação à aprendizagem.
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]]>Entretanto, deixar de ser criança, de brincar e de estudar durante a infância tende sim à perpetuação da pobreza, gerando adultos com menos anos de formação educacional, problemas no desenvolvimento físico e emocional, jogando no mercado de trabalho pessoas que vão acabar ganhando piores salários. A quem interessa que o trabalho infantil continue rolando solto? Trata-se de um acidente ou um projeto muito bem arquitetado?
Pra entender a complexidade que envolve esses assuntos, reuni várias publicações interessantes que tratam do tema e coloquei tudinho aqui nesse post. Pesquise, se informe e compartilhe o link com quem quer saber mais sobre a questão! Aprendizado número 1: é melhor usar a expressão “exploração da mão-de-obra infantil” do que “trabalho infantil”. Até porquê, toda atividade que seja pesada, insalubre ou perigosa para crianças é proibida no Brasil; logo elas não estão “trabalhando”, mas sim sendo exploradas.
Adolescentes podem trabalhar a partir dos 14 anos, desde que tenham direitos trabalhistas garantidos, não abandonem a escola e que a atividade seja adequada às suas condições peculiares de desenvolvimento.
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REVISTAS
Revista Rolimã, Janeiro de 2014
Revista Viração, Outubro de 2013
Revista Viração, Outubro de 2012
Revista Viração, Janeiro de 2011
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GIBIS
Gibi “Saiba tudo sobre o trabalho infantil”
http://issuu.com/forcasindical/docs/trabalhoinfantil-mte-web?e=2233274/32891556
Gibi “Trabalho Infantil”, do Ministério Público do Trabalho de Recife (PE)
Gibi “Trabalho Infantil: mitos e verdades”, do Ministério Público do Trabalho de Recife (PE)
Gibi Umuaraminha “Lugar de criança é na escola!”
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GUIAS E MANUAIS
Guia “Piores Formas de Trabalho Infantil: um guia para jornalistas”, da Andi Comunicação e Direitos (2007)
“Prevenção e eliminação do trabalho infantil: guia para atores sociais e Comunicadores”, da Cipó Comunicação Interativa e da OIT – Organização Internacional do Trabalho
Manual sobre o trabalho infantojuvenil para profissionais, da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (2013)

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OUTRAS PUBLICAÇÕES
“Trabalho infantil: caminhos para reconhecer, agir e proteger crianças e adolescentes”, da Fundação Telefônica Vivo (2014)
Relatório “Brasil livre de trabalho Infantil”, da ONG Repórter Brasil (2013)
Relatório Final da 3ª Conferência Global sobre Trabalho Infantil (2013)
Caderno Temático “Meia Infância: o trabalho infantil no Brasil hoje”, da ONG Repórter Brasil (2014)
Publicado originalmente no Blog do Diego.
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