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Já está disponível para visualização online a mais recente edição da Revista Viração, com matéria de capa destacando as diversas formas de participação social de adolescentes e jovens. Com 40 páginas, a revista reservou metade de suas páginas para publicação do conteúdo em língua portuguesa e a outra metade em idioma espanhol, ampliando as possibilidades de inclusão das juventudes latino-americanas. A edição foi produzida em cooperação com o Unicef, no âmbito do Projeto Políticas Públicas em linha direta com adolescentes e jovens via U-Report Brasil.
As juventudes também são diversas e complexas e refletem diferentes realidades. Reconhecer e valorizar essa diversidade é fundamental para garantir que todos os jovens tenham acesso equitativo a oportunidades e ao desenvolvimento, independentemente de sua oriegem, etnia ou contexto socioeconômico”, Editorial da Edicação da Revista Viração.
Listamos a seguir, os 10 principais conteúdos que você encontra nesta edição da revista!
1. A Proposta do U-Report
Entenda os objetivos dessa iniciativa do Unicef – Fundo das Nações Unidas para a Infância e Adolescência.
2. Enquete sobre desafios das Juventudes
O Secretário Nacional das Juventudes, Ronald Sorriso, o então presidente do Conjuve – Conselho Nacional da Juventude do Brasil, a Tati Pereira, Secretária Estadual de Juventude do Maranhão e o Pedro Ribeiro, Superintendente Estadual de Juventude de Pernambuco participam da seção “Manda Vê”, expondo suas opiniões sobre quais são os prinicipais desafios das juventudes brasileiras na atualidade.
3. Crônica da vida real
A escrita literária ganha vida com um belo texto de jovens voluntários(as) do U-Report, que retratam suas observações acerca das diversidades juvenis vividas em situações do cotidiano, como a entrega de currículo, a espera no ponto ônibus, o cansaço pelo acúmulo das atividaes de trabalhar, cuidar da casa, estudar… Vale cada parágrafo para refletir sobre as juventudes da vida real.
4. Matéria de Capa | Juventudes e participação cidadã
 reportagem contextualiza o cenário da participação política de jovens no Brasil (a partir do que diz o Estatuto da Juventude e das legislações que possibilitam a candidatura e o direito ao voto), cita a importância da educação para promover maior participação e interesse pela política, como os espaços comunitários são potentes para a expressão cidadã dos(as) jovens, bem como os NUCAS – Núcleos de Cidadania de Adolescentes têm se consolidado como ricos espaços de participação social.
5. Relato de experiência na Conferência Nacional de Juventude
Jovens do U-Report que participaram do evento, falam sobre a importância desse espaço de discussão de políticas públicas; seção ainda tem QR code que dá acesso à íntegra dos resultados e das propostas aprovadas. Inclusive, aproveitamos para mostrar algumas fotos do Ricardo Stuckert na Conferência:
6. Direitos das juventudes migrantes
Voluntários(as) do U-Report, que são migrantes, relatam como a Conferência Nacional de Juventude os acolheu e ainda proporcionou espaços de expressar suas opiniões citando, inclusive, a aprovação de uma moção para a criação de uma Secretaria Nacional de Migrações, Refugiados(as) e Apátridas, para coordenar e fortalecer políticas de inclusão desta população.
7. Galera Repórter | Juventudes na luta por justiça climática
Jovens do U-Report entrevistam três importantes lideranças juvenis que têm um reconhecido e incrível trabalho pautando as mudanças climáticos em diversos espaços de participação social e política; são eles(as): Thais Brianezi, Amanda Costa e Gabs Razo.
8. Como se faz
Revista mostra o passo a passo de como criar um projeto de lei de iniciativa popular.
9. No Escurinho | Documentário Praça de Guerra
Seção indica filme paraibano e discute como essa obra fala às juventudes brasileiras nos dias atuais. Assista ao filme no player abaixo:
10. Mega pôster com os robozinhos do chatbot do U-Report!
O centro da publicação, que divide os conteúdos em língua portuguesa e em língua espanhola traz os mais simpáticos robôs que ajudam as juventudes a soltarem suas vozes sobre os mais diversos temas de interessa da galaera!
O U-Report é um programa global desenvolvido pelo escritório de inovação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) que usa as redes sociais para promover a participação cidadã de adolescentes e jovens em todo o mundo.
Através de enquetes realizadas por meio de um chatbot, robô programado para interagir no Whatsapp, Telegram e Facebook, adolescentes e jovens podem opinar sobre diferentes assuntos e acessar recursos educativos sobre temas relacionados aos direitos das juventudes.
Recentemente, publicamos aqui no portal 
Universo Educom, uma matéria sobre o lançamento de edição especial da Revista Viração que fala sobre saúde sexual das juventudes. Clique aqui para acessar!
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A discussão sobre promoção da participação de adolescentes em espaços de criação, debate e decisão sobre políticas públicas no Paraná ressurgiu com mais força após a realização da Etapa Sul da Caravana dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizada pelo Conanda – Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, em Porto Alegre (RS), no mês de Fevereiro de 2018. Na ocasião, dentre os diversos temas discutidos, a participação dos(as) adolescentes nos processos político-sociais que envolvem as decisões que vão impactar suas vidas foi pontuado como fundamental.

Grupo de Adolescentes representantes do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que participaram da Etapa Sul da Caravana pelos Direitos da Criança e do Adolescente, em 2018. | Foto: Diego Henrique da Silva Alves.
Além disso, o diálogo entre o COPED – Conselho Permanente de Direitos Humanos do Paraná, o Fórum DCA PR – Fórum de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Paraná e o CEDCA também foi bastante importante para dar à pauta a importância que ela merece. Foi a partir desses diálogos que a Câmara Setorial de Capacitação, Mobilização e Articulação do CEDCA e, posteriormente, o Conselho como um todo, resolveu criar uma Comissão Especial temporária, específica para tratar do assunto, que segue com os trabalhos até hoje e não tem previsão de data de encerramento. Foi a partir dos diálogos dessa Comissão Especial, que surgiu a ideia da produção de uma orientação aos municípios paranaenses que os incentivasse a criar Comitês de Participação de Adolescentes nos CMDCAs.

Reunião da Comissão Especial CPA/ CEDCA, em Abril de 2019. | Foto: Murilo Rodrigues Caldeira/ CEDCA.
O portal Universo Educom e o coletivo Parafuso Educomunicação contribuíram voluntariamente com a redação, projeto gráfico e diagramação do material informativo, que foi aprovado em todas as instâncias por unanimidade, a saber, na Comissão Especial que discute a criação do CPA Estadual, na Assembleia Ordinária do CEDCA (em Abril de 2019) e na Assembleia Ordinária do COPED (em Maio de 2019). O conteúdo do panfleto foi construído a partir dos principais aspectos da Resolução n° 191 do Conanda – Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, portanto não é um instrumento definitivo e nem representa uma forma única e engessada para a criação de CPAs municipais; outras maneiras, diferentes dos 10 passos indicados no material, podem e devem existir. A intenção do CEDCA PR, contudo, é instigar a criação dos Comitês de Adolescentes, sem deixar os municípios desamparados quanto a informações, subsídios e propostas metodológicas.
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]]>The post Adolescente do Estado de Goiás fala sobre a relação entre fotografia, redes sociais e direitos da criança e do adolescente first appeared on Universo Educom.
]]>“Amo a fotografia. É algo que mexe muito comigo”, comenta Marcos. “A principal razão pela qual eu gosto de fotos é poder registrar momentos bons e passeios. No Rio de Janeiro, tirei bastante fotos para deixar registrado que estive no encontro e mostrar um pouco para os jovens que participei do encontro”, explica o garoto. Ele acredita que isso incentiva outros(as) adolescentes e jovens a se interessarem pelas questões ligadas aos direitos que eles(as) têm.
O Encontro internacional reuniu adolescentes de cinco países: Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile e ocorreu no Colégio Marista, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ), entre os dias 15 e 18 de Novembro de 2018. Na ocasião, os(as) participantes puderam discutir quais as suas demandas coletivas, produzindo documentos que serão enviados aos governos desses países, solicitando as mudanças que querem ver acontecer em seus países.
Não é porquê ele fez muitas fotos autorais, que não possa curtir também fotos publicadas pelos(as) colegas, amigos(as) e companheiros(as) do CPA. Por conta disso, o portal Universo Educom reuniu fotografias que o Marcos mais gostou e pediu pra ele comentá-las. Veja a seguir a seleção do adolescente.
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Foto mais significativa que ele fez no Encuentro de Niñas, Niños y Adolescentes
“Foram pessoas que marcaram meu encontro! Pessoas que vou carregar pelo resto de minha vida no coração. São pessoas maravilhosas, sensacionais e muito dispostas a trabalhar a favor dos direitos da criança e adolescente”.
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Foto que faz o Marcos sentir mais saudades do evento
“Todas as vezes que eu ver essa foto vou sentir muita saudade do encontro. Amei este lugar”.
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Foto de grupo preferida
“Foto da nossa reunião última reunião do CPA no encontro. Achei esta foto bem legal e linda!”.
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Foto preferida em que aparece/ está em evidência
https://www.instagram.com/p/BqXPFCohJSC/
Durante a realização do encontro, os(as) adolescentes do CPA aproveitaram momentos livres na programação para realizarem reuniões de articulação. Dentre as questões discutidas, a vontade de criarem perfis em diferentes redes sociais foi pautada pelos(as) adolescentes. Inclusive, o grupo do CPA com aproximadamente 40 integrantes no evento, aprovou a redação de diversas cartas abertas ao Conanda, solicitando avanços na efetivação da participação desse Comitê nas decisões sobre políticas públicas nacionais; dentre as solicitações de uma dessas cartas, está a criação de canais de comunicação específicos do CPA.
“Na minha opinião é maravilhoso, nós do CPA, termos uma rede social para divulgar nosso trabalho, nossas ideias e um pouco dos encontros, seminários, congressos que cada membro participa. É defender também os direitos da criança e do adolescente através dessas redes”, defende Marcos.
Até agora, Marcos é o único adolescente que representa o Estado de Goiás no CPA do Conanda. “Pretendo, em janeiro, abrir um grupo de jovens que pelo qual nós possamos nos unir e ir ajudar as crianças e adolescentes que não sabem de seus direitos”, explica. Ele diz que isso seria realizado através de rodas de conversas e debates, capazes de mostrar a importância da igualdade de direitos para as pessoas do município do Estado de Goiás. Além disso, ele também faz parte da fanfarra da escola de um grupo que canta, dança, faz encenações teatrais e realiza flashmobs, ligado à Igreja de Cristo – Ministério Apostólico Nova Terra, em Anápolis (GO).
Certo dia, um ofício do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Goiás (CEDCA GO) chegou ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de Anápolis (GO), solicitando indicação de adolescentes para irem até Goiânia para uma reunião de eleição compor o CPA Nacional, representando o Estado. Chegando lá, foi explicado o que era o CPA e realizada a votação. “A titular era a Nathalia, uma menina de Goiânia e eu como suplente. Mas ela precisou pedir o desligamento do CPA e hoje quem atua como representante do Estado de Goiás sou eu”, explicou Marcos.
Ele conta que participa de todas as reuniões do CEDCA GO, que geralmente ocorrem na última sexta-feira de cada mês. “Acho muito legal participar desses espaços pelo simples fato de poder expor as minhas ideias e ver crescer o protagonismo juvenil”, comenta. O Plano Nacional Decenal dos Direitos da Criança e do Adolescente, o Estatuto da Juventude (que contempla adolescentes e jovens, de 15 a 29 anos), o Estatuto da Criança e do Adolescente, além da Resolução n° 191 do Conanda, tratam da importância dos(as) adolescentes participarem dos processos decisórios que lhes dizem respeito e afetem suas vidas em âmbitos social, escolar, comunitária… A isso, tem se dado o nome de participação social de adolescentes. O portal Universo Educom, inclusive, publicou uma lista com diversas publicações/ e-books e cartilhas digitais sobre participação social de adolescentes.
O Encuentro de Niñas, Niños y Adolescentes – Subregión Sur foi uma oportunidade para que a maioria dos(as) membros do CPA pudessem se conhecer, já que até então, o grupo não havia tido a oportunidade de se reunir num único espaço. “Se não tivéssemos ido, não teríamos feito as cartas a serem apresentadas na Assembleia do Conanda, em Brasília”, avalia Marcos, ao se referir a um conjunto de documentos com as demandas do Comitê; dentre eles estão a criação, manutenção e fortalecimento de CPAs em todos os Estados Brasileiros e no Distrito Federal, a garantia da participação de adolescentes nas Comissões Organizadoras das Etapas Municipais, Estaduais e Nacional das Conferências de Direitos de Crianças e Adolescentes, a formalização da posse do CPA – que, segundo eles, ainda não ocorreu de maneira oficial – e o direito de criarem e manterem perfis nas redes sociais para divulgar a atuação do CPA. “Para mim, a coisa mais legal foi ter conhecido pessoas de outros países e discutir os pontos que foram propostos no encontro a favor dos direitos da criança e do adolescente”, complementa Marcos.
Quando perguntado se já parou pra pensar no que pode fazer para que outros(as) adolescentes de seu Estado saibam mais sobre direitos da criança e do adolescente e sobre a importância da participação social, Marcos é direto: “Paro todos os dias para pensar em formas pelas quais eu possa ajudar crianças e adolescentes que não sabem que tem direitos”. Como exemplo, Marcos citou a sua preocupação com adolescentes que se auto-mutilam, que possuem pensamentos suicidas, tomam remédios e vivem situações de conflito em família e na escola. “Sempre que participo de algum encontro, posto nas redes sociais para que os outros jovens vejam e saiba de seus direitos”, afirma.
Pelo jeito, Marcos Vinícius e os(as) demais integrantes do CPA têm um longo trabalho pela frente. Acredita-se que essa jornada pode encontrar dificuldades em 2019, com uma onda de conservadorismo em que políticos eleitos defendendo a redução da maioridade penal, o projeto de lei “Escola sem Partido” e declarações do presidente eleito que divergem das históricas conquistas dos movimentos de defesa dos direitos da criança e do adolescente, afirmando – por exemplo – que o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) deveria ser jogado na latrina (esgoto/ vaso sanitário).
Contribua no processo de controle social e monitoramento das políticas públicas de garantia de direitos da criança e do adolescente! Visite o site do Conanda, conheça melhor o CPA Nacional, defenda a criação e manutenção de um CPA específico para o seu Estado e fique de olho na execução do Plano Decenal Municipal, Estadual e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. No portal Universo Educom, a gente também segue pautando e produzindo conteúdos sobre comunicação, educação e direitos da criança e do adolescente. Fique ligado!
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]]>Um dos encontros, realizado na noite do dia 16 de Novembro (sexta-feira), foi mediado pela consultora do Conanda, Monique Carvalho, que está acompanhando o desenvolvimento das ações relacionadas ao CPA. A atividade foi uma oficina intitulada “Participar é um direito! Experiências de adolescentes nos espaços de discussão nos seus estados”. Na ocasião, os(as) adolescentes compartilharam as suas angústias com os rumos da consolidação do CPA. Segundos os(as) adolescentes, desde Fevereiro de 2018, as reuniões do grupo estão sendo adiadas e que, até então, o CPA nunca conseguiu estar presente coletivamente em nenhum espaço, nem mesmo numa reunião ordinária do Conanda.
Equipe de organização do evento e membros da Coordenação do Fórum Nacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNDCA) contribuiu com soluções para que o grupo pudesse ter suas reuniões sem deixar de participar das atividades previstas na programação. Foto: Diego Silva/ Universo Educom.
Outra reunião do CPA, realizada no dia 17 de Novembro (sábado), resultou em diversos encaminhamentos acordados entre o grupo. De modo geral, foram aprovadas a redação de diversas cartas abertas ao Conanda, solicitando informações, recomendando algumas iniciativas e repudiando irregularidades apontadas por membros do Comitê; assim que o portal Universo Educom tiver acesso às cartas, publicaremos aqui. A estratégia foi redigir as cartas com rapidez para que elas pudessem ser remetidas ao Conanda, que se reuniria nos dias 21 e 22 de Novembro nas comissões permanentes e em Assembleia.
Reuniões foram abertas à participação de outros(as) adolescentes que não compõem o CPA mas quiseram se inteirar das discussões. Foto: Diego Silva/ Universo Educom.
Para entender um pouco mais sobre o CPA
Em Julho de 2017, o Conanda publicou uma resolução que cria o CPA, estipula as suas atribuições e recomenda que sejam criados comitês de participação de adolescente nos municípios e Estados brasileiros. O grupo teria a função, dentre outras coisas, de atuar como organismo consultivo na construção de ações e de propostas de políticas públicas na área da infância e da adolescência. “Compete ao CPA apresentar ao CONANDA propostas de pautas, resoluções, campanhas sobre os direitos da criança e do adolescente e temas para deliberação”, afirma um trecho do documento (Inciso II do Artigo 5°).
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]]>The post Conanda incentiva prática da educomunicação e realização de conferências livres first appeared on Universo Educom.
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O que são as conferências livres de discussão sobre os direitos da criança e do adolescente?
São eventos que podem ser organizados e convocados por qualquer pessoa, grupo, coletivo ou instituição social para debater formas de garantir, defender e promover os direitos da criança e do adolescente. O principal documento que trata desses direitos é o Estatuto da Criança e do Adolescente. Entretanto, o Conanda também costuma produzir e divulgar um texto base sobre o tema geral de cada uma das conferências; mas esse texto base não é obrigatório para nortear as discussões, já que a conferência é “livre” (:

Instalação fruto de práticas educomunicativas durante a 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizada em Brasília (DF), em 2012. Foto: Divulgação/ Reprodução.
Até quando posso realizar uma conferência livre?
Segundo esta resolução do Conanda (n° 207) diz que elas podem acontecer até novembro deste ano. Porém, essas conferências livres, quando realizadas, devem acontecer antes das conferências municipais.
Que história é essa de garantir a educomunicação em todas as etapas das conferências?
Essa já é a terceira edição das Conferências em que o Conanda promove a prática da educomunicação na Etapa Nacional e a segunda vez em que expede resolução recomendando que a educom seja realizada em todas as etapas. Essa informação está no parágrafo único do artigo 4° da Resolução n° 202.

Adolescentes de todos os Estados brasileiros participam da 9ª Conferência Nacional dos Direitos das Criança e do Adolescente. Foto: Divulgação/ Reprodução.
Como a Educomunicação pode acontecer numa conferência dos direitos da criança e do adolescente?
De modo geral, as experiências práticas de educomunicação em eventos como as conferências de direitos tem se consolidado no formato de coberturas educomunicativas do evento. Ou seja, um grupo de adolescentes, formado de uma jeito democrático e com ampla publicização do processo de seleção, participa de encontros formativos para debater direitos humanos de crianças e adolescentes e também para conviver em equipe e produzir conteúdos de comunicação (vídeos, fotos, textos e outras formas de comunicação e expressão). Ao invés de uma lógica mercadológica ou jornalística, a cobertura da conferência é realizada de um jeito lúdico, compromissado mas sob o olhar dos(as) adolescentes educomunicadores(as).

A Revista Conferindo foi um dos produtos fruto das práticas de educomunicação realizadas durante a 10ª edição da Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizada em 2016. Imagem: Reprodução.
Adolescentes podem participar dos processos de organização das conferências?
Não só podem como devem! Afinal, se estamos falando de direitos da criança e do adolescente, eles(as) precisam estar construindo ideias coletivamente com os(as) adultos(as). A resolução que convoca as conferências (n° 202) também traz isso expressamente no artigo 3°. E o documento diz mais! Recomenda que os CPAs – Comitês de Participação de Adolescentes já estejam instituídos para engajá-los(as) na organização do evento.

A Associação Ninho da Águia e coletivo Parafuso Educom produziram este relatório para compartilhar as experiências de educomunicação durante a Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Paraná, realizada em 2015. Imagem: Reprodução.
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E aí? O seu município ou Estado está preparado para garantir a prática da educomunicação e a participação de adolescentes na organização das conferências? Ficou animado para produzir a sua conferência livre? Conta pra gente aqui nos comentários!
Abração e até um próximo post!
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