anymag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/unive503/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131The post Dossiê revela que Brasil segue como país que mais mata travestis e transexuais do mundo first appeared on Universo Educom.
]]>Do total de 151 pessoas trans mortas em 2022, 65% dos casos foram motivados por crimes de ódio, com requinte de crueldade. 72% dos suspeitos não tinham vínculo com a vítima. De acordo com o relatório, a identidade de gênero é um fator determinante para essa violência.

Clique na foto para baixar o Dossiê na íntegra. | Foto: Divulgação/ ANTRA.
Para o ministro do MDHC, Silvio Almeida, apesar da tristeza estampada nas páginas do relatório, a existência do documento aponta para caminhos que levarão o Brasil a superar a tragédia dos números a partir da mudança e da transformação. “Quando falamos sobre gênero e sexualidade, somos acusados de sermos identitários. Pergunto a essas pessoas se é possível construir um país com os números que vemos agora”, provoca.
“É possível construir um país suportando o assassinato de pessoas só porque elas são o que elas são? Se não tivermos a decência de mudar essa realidade, não mereceremos ser um país”, reconhece.
A secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, destacou que pretende ultrapassar a simbologia de ser a primeira travesti a ocupar o cargo atual. “Iremos trabalhar com ousadia. Vamos realizar entregas importantes para a população brasileira. Os dados que recebemos hoje vão reger a criação das nossas políticas públicas”, enfatizou.
Destaques
Nos arrancaram desse espaço de forma cruel e danosa. Mas não tivemos medo: desenhamos novas estratégias pelos movimentos sociais. E quando não conseguiram deter a primavera que estava se avizinhando, voltamos a partir do dia 30 de outubro de 2022”. Keila Simpson, presidente da Antra, ao contextualizar o período vivido pelo Brasil nos últimos anos.
Já a secretária de Articulação Política da Antra, Bruna Benevides, apresentou os dados revelados pelo levantamento. Neste sentido, a pesquisadora citou o apagamento da luta de pessoas trans desde 2019. “Houve exclusão de comitês e mecanismos de proteção e visibilidade da pauta pelos ministérios dos Direitos Humanos, da Educação e das Relações Exteriores”, apontou. Na visão da pesquisadora, as notícias falsas contribuíram como método para silenciar pessoas transgênero.
Igualdade Racial
Na apresentação, Benevides aponta que a estimativa média de vida de pessoas trans em 2022 foi de 29,5 anos. 79,8% eram pessoas negras e pardas.
Presente na apresentação, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, afirmou que nos últimos anos existiu um processo político de negação da existência de pessoas negras e trans. “Esses números são extremamente impactantes. Isso tem relação com a necropolítica e o quanto esses corpos são descartáveis”, afirmou, ao se comprometer com a pauta.
Histórico
O “Dossiê: Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras” é feito pela ANTRA desde 2017. Além do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o levantamento também conta com o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). A versão digital do Dossiê está disponível no site antrabrasil.org e neste link.
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Assista à integra da Cerimônia de Lançamento logo abaixo:
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Texto: Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania.
Fotos: Divulgação/ Instagram da ANTRA
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]]>The post Dossiê revela descaso com educação ambiental no Governo Bolsonaro first appeared on Universo Educom.
]]>No Dossiê, além da contextualização, também há a listagem de absolutamente todas as principais iniciativas de educação ambiental que estavam em curso antes do Governo Bolsonaro e indica a execução de apenas 3 políticas públicas que foram desenvolvidas e/ou mantidas nos últimos quatro anos. Há ainda um conjunto de recomendações e solicitações para mudar esse cenário e trazer à tona novamente a pauta da educação ambiental com a devida atenção que ela merece.

Clique na capa do dossiê para fazer o download da obra em formato PDF.
Dossiê nasce a partir de provocação em âmbito legislativo
A Comissão de Educação do Senado Federal debateu a temática da educação ambiental e promoveu, em 14 de dezembro de 2021, uma Audiência Pública para compreender a situação em que essa área estava. Na ocasião, os(as) diversos(as) convidados(as) apontaram uma série de irregularidades, inconsistências e inexistências de políticas e ações sólidas em âmbito nacional, de forma técnica, acadêmica e com negativos efeitos na vida de estudantes, comunidades e territórios.
A partir daquele evento, educadoras(es) ambientais que atuam no legislativo, executivo, universidades e organizações sociais se uniram para elaborar o dossiê com evidências sobre o descaso com a educação ambiental. O resultado foi a publicação, em 2022, do dossiê que também estamos disponibilizando aqui, na íntegra.
Conheça os integrantes do Grupo de Trabalho de produção do Dossiê:
Adalcira Bezerra
Aida Maria Farias da Silva
Antônio Vitor Rosa
Bernadedth Sousa Rocha Simões
Dulce Maria Pereira
Jacqueline Guerreiro
Lúcia Helena Manzochi
Marcos Sorrentino
Maria Henriqueta Andrade
Raymundo
Marilena Loureiro
Nilo Sérgio Melo Diniz
Michèle Sato
ZysmanNeiman
Conheça as organizações, Coletivos e Movimentos envolvidos no Grupo de Trabalho:
REBEA – Rede Brasileira de Educação Ambiental;
Observare – Observatório da Educação Ambiental;
Oca – Laboratório de Educação e Política Ambiental;
FunBEA – Fundo Brasileiro de Educação Ambiental;
ANPPEA – Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental.
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]]>The post Dossiê interativo ajuda a entender importância das Unidades de Conservação na Amazônia first appeared on Universo Educom.
]]>O material ajuda a compreender qual a importância da Amazônia no contexto climático nacional e mundial logo no início do documento, que contém 48 páginas. Além de ser uma referência bastante interessante para educandos(as) da Região Norte do país também é essencial para moradores(as) de outros locais! Segundo o dossiê, a Amazônia abriga 342 mil indígenas: a maior parte das tribos brasileiras.
Os Estados que demonstram os piores cenários em suas Unidades de Conservação(UCs), o aumento do desmatamento e das queimadas na última década, os tipos de UCs e como a sociedade brasileira vêm reagindo em defesa da Amazônia são alguns dos assuntos tratados no dossiê.
A interatividade do documento é um dos pontos de destaque. O projeto gráfico é assinado pela designer Cristina Kashima pelo Estúdio Irà, que já realizou trabalhos para as revistas Época, Épóca Negócios, PEGN – Pequenas Empresas Grandes Negócios, Auto Esporte, Superinteressante e Globo Rural. O arquivo PDF stá recheado de áreas clicáveis que levam o(a) leitor(a) a conteúdos complementares e convergentes, como reportagens, sites oficiais, pesquisas acadêmicas e a outras partes do documento – o que acelera e dinamiza a navegação e leitura.
O Dossiê “Nosso Patrimônio Ameaçado” é uma iniciativa do Imazon – Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, com patrocínio da Gordon and Betty Moore Foundation e Norwegian Agency for Development Cooperation.
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