anymag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/unive503/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131The post 10 jogos para fazer em casa com crianças e adolescentes first appeared on Universo Educom.
]]>É possível que você já conheça alguma dessas atividades por outro nome ou com outras características, o que é totalmente compreensível. Sem mais delongas, aqui estão dez brincadeiras e jogos para fazer em casa com crianças e adolescentes.
A ideia é simples: em dupla, uma pessoa se move e outra tenta imitar seus movimentos simultaneamente, como se fosse um espelho. Para deixar a brincadeira mais divertida, é possível acrescentar música ou deixar uma terceira pessoa de fora para tentar adivinhar quem é o “mestre” e quem é o espelho. É legal equilibrar o número de vezes em que uma pessoa é espelho ou mestre. Assim, todo mundo brinca e se diverte.
Uma pessoa escolhe uma sequência de passos de dança, numerando cada movimento (1, 2, 3 e assim por diante). Durante a brincadeira, essa pessoa vai indicando os números em ordem embaralhada, para que os/as demais realizem a coreografia de acordo com a nova ordem. A brincadeira exige atenção e memória, uma vez que é preciso lembrar quais dos passos e seus números. Além disso, o nível de dificuldade pode ser aumentado acrescentando mais movimentos.
Essa brincadeira pode ser feita com duas ou mais pessoas. Estas devem contar uma história só com “blá blá blá”, mas devem fazer gestos para serem compreendidos pelo restante dos/as participantes.
Para quem gosta de números, a brincadeira dos limões é feita para desafiar a atenção de jogadores e jogadoras. O jogo começa com um/a participante contando “um, dois, três limões”. A próxima pessoa deve continuar a contagem a partir do número 5, suprimindo o número quatro. Ou seja, cada vez que alguém diz a palavra “limões”, o número que viria a seguir não deve ser dito. Quem for errando, deve sair do jogo. A brincadeira termina quando alguém fica por último sem errar nenhuma vez.
Para quem é mais desinibido/a (ou quer trabalhar a timidez), é possível brincar com jogos de improvisação. Popularizados na internet com vídeos do grupo Barbixas e no espetáculo Zenas Improvisadas, os jogos de improviso geralmente propõem um cenário ou situação do cotidiano (dentro do ônibus, na fila do mercado etc.) para começar a brincadeira. Uma ou mais pessoas improvisam papéis naquele contexto, ficando livre o momento no qual cada participante entra em cena.
Por último, é importante uma pessoa ficar de fora para, conforme sua vontade, ir acrescentando elementos novos e inesperados ao jogo (coisas como “entra em cena uma mulher dando à luz” ou “o personagem tal perde a fala”).
Reúna um grupo pequeno de pessoas e, juntos, criem uma história oral com começo, meio e fim. Para deixar a coisa mais divertida, é possível limitar o número de palavras que cada pessoa pode dizer (algo entre 1 a 3 já é interessante). Quanto mais sem pé nem cabeça a história ficar, melhor!
Em dupla, duas pessoas se posicionam uma em frente à outra, sendo que uma delas precisa ficar de costas (não vendo, portanto, a outra pessoa). Quem está de frente deverá usar a ponta do dedo para traçar uma letra, palavra ou desenho nas costas da outra. A tarefa é adivinhar que letra, palavra ou desenho foi feito.
Contrariando os entusiastas de jogos online, esse CS não quer dizer Counter Strike. O jogo começa com alguém dizendo uma palavra (qualquer palavra!), menos aquelas que comecem com as letras C ou S. A próxima pessoa deve dizer outra palavra que tenha a ver com a primeira, também seguindo a mesma regra (nada de palavras que comecem com C ou S). Assim segue o jogo, até alguém errar. É possível tirar da brincadeira quem usar palavras iniciadas em C ou S, ou ir diminuindo pontos de quem quebrar a regra principal. Assim, quem permanecer com menos penalidades ao fim do jogo, ganha.
Quando a galera cansar, vocês podem fazer juntos um exercício de relaxamento. Todos ficam sentados, em silêncio, numa sala pouco iluminada e com um som ambiente (pode ser uma música instrumental suave). A ideia é que cada pessoa vá focando a atenção em diferentes partes do corpo, enquanto respira profundamente. Uma pessoa fica responsável por, pausadamente, ir dando as seguintes instruções:
a) Perceba os seus dedos e as plantas dos pés, relaxando ao máximo, cedendo o peso do corpo à gravidade. Respire profunda e suavemente.
b) Relaxe a musculatura das coxas, joelho e quadril.
c) Busque, através da respiração, relaxar a musculatura do abdômen, por meio de inspirações e expirações.
d) Alongue a coluna vertebral e relaxe os ombros.
e) Relaxe as palmas das mãos e dedos.
f) Construa paisagens e imagens confortáveis, agradáveis, que propiciem o relaxamento muscular.
Se preferir, vocês também podem utilizar algum vídeo ou áudio de meditação guiada ou escaneamento corporal.
Espero que essas atividades possam servir para criar momentos de descontração com a meninada. Bons jogos!
Nota: Algumas dessas atividades fazem parte do meu repertório de educomunicadora. Outras, porém, foram retiradas dos guias “Jogo Teatral” e “Qual é a sua dança? Dança para Crianças e Adolescentes“, do Núcleo de Tecnologia Educacional da Universidade Federal de Santa Maria. Ambos podem ser acessados na web e estão licenciados em Creative Commons. Vale a pena dar uma olhadinha!
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]]>The post Flashmobs ajudam a discutir a prevenção de suicídios no Setembro Amarelo first appeared on Universo Educom.
]]>Em Londrina (PR), estudantes universitários(as) também realizaram um flashmob musical na PUC PR – Pontifícia Universidade Católica do Paraná, no dia 18 de Setembro de 2017. A mobilização começou com uma interpretação da música “O que é, o que é?”, de Gonzaguinha, que começa com “Eu fico com a pureza das respostas das crianças: É a vida! É bonita e é bonita!”.
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O conceito de flashmob
De acordo com o Portal Educação, flashmob é o “termo usado para se referir a aglomerações de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada, de forma instantânea”. Muitas vezes, são ações organizadas pelas redes sociais e podem até serem executados com pessoas que nunca tiveram contato presencial anteriormente. Possuem objetivos de chamar atenção para alguma temática que pode gerar engajamento social ou simplesmente serem feitos para entreter ou divertir quem for impactado pela ação.
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Arte-educação e Educomunicação
No livro “Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicação”, o autor Ismar de Oliveira Soares defende que a expressão comunicativa através das artes é uma das áreas de intervenção da educomunicação. Nesse sentido, as experiências dos flashmobs – que, visivelmente, envolveram planejamento, discussões e ensaios prévios – podem ser adaptados para as diferentes realidades para serem trabalhados em contextos educomunicativos.
Dessa forma, o grupo envolvido consegue dialogar sobre o pautas como depressão, desenvolvimento de habilidades emocionais, bullying, cyberbullying, relações humanas respeitosas, saúde psíquica e prevenção ao suicídio. Tais discussões podem ser feitas por processos de análise de mídias já publicadas (como vídeos, reportagens, filmes etc.) ou produção de conteúdos (sejam textos, entrevistas, ilustrações etc.), com base nos interesses do grupo e habilidades que os(as) adolescentes já tem ou querem desenvolver. É aqui que podem nascer as ideias de arte-educação. E é claro, depois da execução das atividades, avaliar as ações e seus frutos.
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]]>The post Professores(as) de Artes podem inscrever projetos no ’18° Prêmio Arte na Escola Cidadã’ first appeared on Universo Educom.
]]>Podem participar professores(as) de em escolas de ensino regular, públicas ou particulares, de todo o Brasil, que atuem com educação infantil, ensino fundamental 1 e 2, ensino médio e educação de jovens e adultos.
Como fazer a inscrição?
Leia o regulamento e preencha o cadastro no site do evento. Como pode demorar um pouco para preencher todas os seis passos de submissão de projetos, é possível salvar a etapa atual para continuar o preenchimento depois.
Qual é a premiação?
Todos os(as) inscritos(as) receberão uma prancha com proposta pedagógica a partir da obra “Puros e Duros” (1991), do artista Leonilson, para trabalhar em sala de aula.
Professor: R$ 10.000,00 (dez mil reais) em dinheiro; publicações; participação no evento de premiação (pagamento de viagem e hospedagem em caso de necessidade); certificado de premiação; troféu; gravação de um documentário sobre o projeto e uma vivência cultural em São Paulo/SP.
Escola: um computador e uma câmera digital; participação do representante da escola no evento de premiação (pagamento da viagem e hospedagem em caso de necessidade); troféu; certificado de premiação; publicações para a biblioteca; gravação de um documentário sobre o projeto e uma vivência cultural em São Paulo/SP.
Quais os critérios de seleção?
1. Explicitação dos modos de planejamento em todas as etapas do projeto, suas motivações, como surgiu o tema, etapas de desenvolvimento, estratégias educativas, produções dos alunos, eleição das expectativas de aprendizagem e processo de avaliação.
2. Consideração do processo criativo do aluno, valorização de sua participação em momentos de discussão, tomadas de decisão e da avaliação do processo de trabalho.
3. Adequação dos temas transversais como Ética, Meio Ambiente, Saúde, Diversidade Cultural e Orientação Sexual, sem perder o foco das Artes como área de conhecimento.
4. Coerência com os documentos curriculares oficiais municipais, estaduais e federais.
5. Decisões do professor que favoreceram a realização dos objetivos propostos, evidenciando a aquisição de novos conhecimentos do professor e dos alunos e indicadores de que as expectativas de aprendizagem foram atingidas.
6. Conformidade com o Projeto Pedagógico da escola e seu envolvimento com a comunidade do entorno, valorizando trabalhos colaborativos e em parceria, sugerindo o reconhecimento dos direitos e deveres cidadãos dos alunos.
Para mais informações, acesse o site oficial da premiação e acompanhe os conteúdos do Instituto Arte na Escola pelo Facebook e Instagram!
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