anymag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/unive503/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131The post Conferência “Educomunicação, transleitura e processos de mediação” será transmitida ao vivo pelas redes sociais first appeared on Universo Educom.
]]>Quem não estiver presente na atividade, poderá acompanhá-la ao vivo pelo canal de Youtube da “Pensar a Educação, pensar o Brasil”.
A conferência será ministrada pelo jornalista e professor do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Maurício Guilherme Silva Jr. Ele é graduado em Comunicação Social (Jornalismo) pela UFMG, mestre e doutor em Estudos Literários, com pós-doutorado pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação Social, também da UFMG. “É preciso discutir uma mediação entre os sujeitos, tanto indivíduos quanto instituições, que vão compartilhar o conhecimento educomunicacional. Esses sujeitos são complexos, atravessados por princípios, políticas e leituras de mundo distintas. Dessa forma, a transmediação busca estabelecer um diálogo que leva em consideração a complexidade dos indivíduos envolvidos e nega a proposta de transferência de conhecimento unilateral”, comenta o professor em matéria publicada no portal da UFMG.
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]]>Só mais tarde, depois de uma graduação em jornalismo, pesquisas e práticas em educomunicação e atuação com as interfaces comunicação e direitos humanos é que fui me dando conta do quanto aquele tipo de comunicação era questionável e pouco adequado. Aquela bendita mídia impressa, o cartaz infeliz da biblioteca, não estava acompanhado de nenhuma discussão sobre os casos de pessoas que tem predisposição genética para engordar, metabolismo que funciona com ritmo diferente a depender de cada organismo ou que doenças hormonais poderiam estimular a produção e armazenamento de gordura no corpo. Tampouco que a dinâmica biológica de mulheres era diferente da dos homens em termos de formação de massa magra, retenção de líquidos etc. Só tinha um lado da história: ‘mude a alimentação e seus problemas com sobrepeso/ obesidade estarão automaticamente resolvidos’.

Agora, imagine você que o coitado do cartaz foi só um nano exemplo de como aquele pedaço de papel mexeu com a minha maneira de interpretar o motivo de algumas pessoas serem gordas ou magras. O grosso da informação, de fato, tem seu fundamento: alimentos saudáveis tendem a construir corpos mais saudáveis. Entretanto, a complementação daquelas informações me vieram depois de muito tempo, por outras vias…
Para além do cartaz, a mídia que mais esteve presente no meu cotidiano era a TV aberta. Muito da minha educação também foi construída através dos conteúdos que eu consumia por lá. E o pior de tudo isso é que sempre se tratou de um consumo não consciente. Assistia por entretenimento, sem que ninguém me dissesse para confrontar as ‘verdades absolutas’ dos telejornais, suspeitar e identificar as atitudes racistas, machistas e homofóbicas das ‘brincadeiras’ dos programas de ‘humor’ ou ainda que, apesar de não ser reflexo da realidade, as telenovelas teriam papel importante na construção de imaginários sociais de quem as assiste.
Faltou comentar, por fim, que a maioria de tudo o que eu consumia era fruta de produções advindas do eixo Rio-São Paulo. Ou seja, a comunicação não era pra todos: não era democrática! E dá pra afirmar que ainda não é. Por conta disso, os movimentos sociais que lutam pela democratização da mídia, criaram um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip), para propor aos governantes que mudem a formar de financiar, difundir e fiscalizar a comunicação no país. Esse desejo ficou ainda mais evidente durante a realização das Conferências locais, estaduais e nacional da Comunicação, evento realizado em 2009, quando a população pôde dar ideias sobre políticas públicas de comunicação.

A seguir, vou listar só cinco das dezenas de coisas boas que a democratização da comunicação pode trazer para a nossa sociedade e que, acredito eu, deva ser pauta nos processos de educação para a leitura crítica da mídia. Vamos lá?
1. Regulação econômica da mídia
Se toda a grana de publicidade advinda dos cofres públicos for destinada para os grandes veículos de comunicação, como ficam as mídias comunitárias e com incidência local e regional? Esse círculo vicioso existente atualmente faz os veículos já consolidados continuarem a crescer e as mídias alternativas a permanecerem à margem da utilização de um recurso que, em teoria, seria para viabilizar comunicação para todos(as), inclusive médios e pequenos veículos de mídia.
2. Maior incentivo à produção de conteúdo regional
Tem hora que cansa assistir novela onde a trama só acontece no Leblon ou num bairro nobre de São Paulo, né? De vez em quando até aparece alguma coisa numa periferia ou algum lugar do nordeste, mas é basicamente isso. E os telejornais nacionais que nunca ou muito pouco noticiam acontecimentos de Roraima, Acre, Alagoas, Tocantins e Sergipe, hein? Para fomentar a produção audiovisual que retrate os cenários, as pessoas e as situações fictícias ou reais dos 26 Estados brasileiros e Distrito Federal, é preciso políticas que estimulem os canais a acolherem essas produções e, por outro lado, que financie e mantenha a capacitação para produtores(as) criarem conteúdos que revelem as outras caras, paisagens e histórias do Brasil.
3. Responsabilização em casos de violação de direitos humanos
Quem já assistiu a um programa policialesco bem bagaceira, que expõe as pessoas antes que possam ter o direito de se defender ou serem ouvidos pela justiça? Ou aquela reportagem que expõe o rosto ou a voz de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual ou, supostamente, autoras de ato infracional? Abusos da mídia não devem ser censurados, mas práticas reiteradamente violadoras dos direitos humanos precisam ser identificadas e os veículos de comunicação que promovem esses crimes precisam ser responsabilizados.
4. Garantia dos serviços essenciais de comunicação para todos(as)
Comunicação, assim como a saúde e a educação também precisa ser compreendida como um direito de todos(as), como de fato o é. E se todos(as), hoje, têm direito a poder utilizar um hospital, unidade básica de saúde ou escola pública, por exemplo, também precisam ter direito ao acesso à comunicação em suas formas mais essenciais, como a radiodifusão (acesso à sinal de TV e rádio), serviços de voz e à rede em alta velocidade (internet banda larga, sobretudo). Ou você acha justo que comunidades rurais, ribeirinhas, indígenas e quilombolas não tenham acesso a nenhum desses serviços e vivam isoladas de se comunicar com o mundo?
5. Maior espaço para as rádios e TVs comunitárias
Não sei se vocês sabem mas as rádios comunitárias, por exemplo, só podem propagar o seu sinal pela distância de 1 km. Uma pessoa caminhando em ritmo normal consegue andar 6 km em uma hora! Ou seja, 1km de alcance é muita pouca coisa! Para fortalecer esses veículos, essa limitação arbitrária de cobertura (que também tem que seguir parâmetros de potência e número de estações por localidade) precisa mudar. Afinal, qual é o motivo do medo diante desses veículos de finalidade sociocultural serem geridos pela própria comunidade, sem fins lucrativos, hein?
Haveria muito mais coisas pra gente tratar, mas meu limite de caracteres tá chegou ao fim, rs! Quem quiser esticar o papo tem que visitar o site www.paraexpressaraliberdade.org.br e navegar pelos materiais que tem por lá. E só pra você saber: Outubro é o mês da Democratização da Comunicação. Dia 17 é considerado do “Dia C – Dia da Juventude Comunicativa” e “Dia Nacional da Democratização da Comunicação”. Dia 18 é o “Dia Mundial pela Democratização da Comunicação”. Foi por conta disso que nasceu a ideia para este post 
Super abraço e bora refletir sobre a importância da educomunicação/ educação para a leitura crítica da mídia pra não achar que o cartaz da escola ou a programação da TV são conteúdos inocentes e desprovidos de segundas intenções.
*Artigo escrito originalmente para o Blog Educação e Mídia, da Gazeta do Povo, por conta da parceria entre entre o Instituto GRPCOM e o coletivo Parafuso Educomunicação.
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Como se inscrever?
O(a) educador(a) deve ler o regulamento do processo seletivo, preparar um texto de defesa da sua candidatura (com até 800 caracteres) e preencher o formulário online, com as suas informações pessoais.

Como deve ser o texto?
O conteúdo do texto deve servir para compartilhar um pouco sobre experiências de vida e trajetória no contexto da Educação. Segundo a organização do evento, o texto precisa responder às seguintes questões: a) Por que decidiu se tornar um educador?; b) De que outras maneiras se envolve com educação ou impacto social?; c) Por que quer participar da 2ª Conferência Mapa Educação? Lembrando que esse texto não pode ultrapassar os 800 caracteres.
A 2ª Conferência ‘Mapa Educação’
O evento quer juntar jovens engajados(as), especialistas e influenciadores(as) para, além de discutir os problemas, buscar ideias de soluções coletivas para a educação no país. O espaço também servirá para apresentar algumas ferramentas aos/ às jovens para serem os impulsionadores(as) da mudança no Brasil. O evento acontecerá em São Paulo, nos dias 25 e 26 de Agosto.


Bora quebrar o porquinho!
De acordo com o edital/ regulamento do processo seletivo, os gastos com alimentação, transporte (deslocamento para São Paulo/SP, por exemplo), hospedagem e quaisquer outros custos necessários para a participação na Conferência deverão ser bancados pelos(as) participantes selecionados. Entretanto, ‘com base na documentação e informações enviadas, o Movimento Mapa Educação se reserva o direito de entrar em contato com o candidato, caso aprovado, para discutir estratégias de captação de recursos para a participação na
Conferência’.
Mais informações
Acesse o site oficial do Movimento Mapa Educação, leia o informativo sobre o evento e acompanhe as atualizações deles pelas redes sociais como o Facebook e o Instagram.
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]]>The post Baixe a revista educomunicativa produzida por adolescentes do ‘Educomunica! Curitiba’ first appeared on Universo Educom.
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Aproximadamente 20 adolescentes foram selecionados(as) para participar do projeto ‘Educomunica! Curitiba’, cuja o objetivo era participar de formações de comunicação e direitos humanos para então realizarem a cobertura da Conferência. A revista é um dos produtos, entretanto você pode conhecer a página do projeto para saber dos outros materiais realizados ou ler o relatório que resume as principais ações e os resultados alcançados.
10 CURIOSIDADES QUE QUASE NINGUÉM SABE SOBRE A PRODUÇÃO DA REVISTA
1. A maior parte da revista foi feita antes da Conferência, para que a edição fosse disponibilizada online nos dias do evento;
2. Os(as) adolescentes receberam as edições impressas e puderam distribuí-la aos amigos da escola, familiares e integrantes das suas redes;
3. O mural de fotos que fica na contra-capa também foi composta por imagens de outros(as) adolescentes, a convite de participantes do ‘Educomunica!’;
4. Todos os adolescentes se envolveram com a publicação, em diferentes matérias;
5. As fotos da matéria sobre preconceito foram produzidas na Praça da Espanha, que ficava pertinho do local onde ocorreu a oficina de produção editorial;
6. A ideia era que a capa tivesse um(a) adolescente falando no megafone, mas ninguém acabou pegando a responsa de produzir a foto;
8. Um adolescente que deu entrevista na matéria sobre homossexualidade entregou as respostas escritas à mão, com medo de alguém descobrir ou hackear mensagens enviadas pelo Whatsapp ou Facebook;
9. Algumas das conselheiras de direitos da criança e do adolescente de Curitiba ficaram decepcionadas pelo fato da publicação não contar com entrevista a nenhum(a) conselheiro(a);
10. Em pouco tempo, todas as edições impressas acabaram e hoje só é possível ler o material pela web.
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]]>O que são Conferências de modo geral e quem pode participar?
São eventos públicos, financiadas pelo poder público, em que pessoas de todas as idades e lugares podem participar gratuitamente. Algumas participam como ‘delegadas’, ou seja, estão no evento representando uma organização social (uma ONG ou uma Associação de Moradores, por exemplo), um grupo/movimento (exemplo: Grêmio Estudantil, coletivo de comunicadores, movimento pelo direito à moradia), ou um órgão público (Ministério Público, secretarias de governo etc.). Quem participa como ‘delegado(a)’ tem direito à voz e ao voto nos momentos de decisão. Os(as) demais participantes têm direito à voz, apenas. Ao final das conferências municipais, são eleitos(as) pessoas pra irem à conferência estadual. Na etapa estadual, são eleitos(as) novos(as) representantes para irem participar da conferência nacional.
O que geralmente acontece nessas Conferências?
Os representantes do poder público e dos cidadãos de forma geral se reúnem pra discutir coisas que podem ser feitas para melhorar as políticas públicas a favor de um público/ segmento (LGBTs, mulheres, crianças e adolescentes etc.) ou de uma temática importante para o país (saúde, educação, meio ambiente etc.). Nesse caso, teremos conferências que vão tratar da importância de ações para promover a igualdade racial, já que ela ainda não existe de forma plena no Brasil.
Por qual motivo é importante a participação de adolescentes e jovens?
Geralmente, a participação de pessoas de até 17 anos é pequena inclusive, nas conferências do direito das crianças e adolescentes! Com isso, os adultos deixam de ouvir as ideias desses públicos, já que muitas vezes ele não está presente para participar. Mas vale lembrar que tanto o Estatuto da Criança e do Adolescente, quanto o Estatuto da Juventude preveem a participação política na forma da lei e a participação social nos espaços de discussão de políticas públicas desses grupos. Portanto, peça autorização para os seus pais e para sua escola e participe!
Quando essas conferências acontecem?
Conferências livres (as que qualquer grupo pode realiza espontaneamente): até 3 de Abril;
Conferências municipais e intermunicipais: até 6 de Junho;
Conferências Estaduais e Distrital: até 30 de Agosto;
Conferência Nacional: De 5 a 7 de Novembro de 2017, em Brasília.
Qual vai ser o tema das Conferências de Igualdade Racial neste ano?
“O Brasil na Década dos Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”. A Década Internacional de Afrodescendentes foi declarada pela Organização das Nações Unidas (ONU); começou em Janeiro de 2015 e vai até dezembro de 2014. Deve ser celebrada por todos os 196 países-membros da Organização.
Com informações da Seppir – Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.
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