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artigo - Universo Educom https://universoeducom.org Hub digital de Educomunicação Fri, 18 Sep 2020 20:39:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://i0.wp.com/universoeducom.org/wp-content/uploads/2024/02/cropped-Logo-Universo-Educom-destaque-portal-low.png?fit=32%2C32&ssl=1 artigo - Universo Educom https://universoeducom.org 32 32 124162591 Dia Internacional da Juventude em Meio a uma Pandemia https://universoeducom.org/dia-internacional-da-juventude-em-meio-a-uma-pandemia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dia-internacional-da-juventude-em-meio-a-uma-pandemia Thu, 13 Aug 2020 05:43:39 +0000 http://universoeducom.org/?p=2144 A pandemia do COVID19, nos apresenta uma realidade complexa e nos permite perceber a normose que estávamos envoltos, nos acostumando a um normal que nunca deveria ter sido naturalizado por nós, mas que praticamos sem questionamentos a muito tempo, assim sendo, não poderia ser diferente a necessidade de abordar as reflexões do futuro da juventude […]

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A pandemia do COVID19, nos apresenta uma realidade complexa e nos permite perceber a normose que estávamos envoltos, nos acostumando a um normal que nunca deveria ter sido naturalizado por nós, mas que praticamos sem questionamentos a muito tempo, assim sendo, não poderia ser diferente a necessidade de abordar as reflexões do futuro da juventude pós-pandemia.

Foto: Josiane Santana/ Favelagrafia.

Quero começar com os riscos, dos quais o que me parece mais eminente é o hedonismo, depois de tanta permanência em casa, e a falta da liberdade antes experienciada, acabemos por buscar um prazer desenfreado, um prazer no consumismo, que gera a falsa sensação de um deleite que não é real, e aqui entra o paradoxo das classes sociais e da disputa do mercado e do poder. Esse risco que parece pequeno diante de uma sociedade que já é do consumo, não deve deixar de ser olhado como um risco social, mas também ambiental.

Poderíamos falar dos problemas que envolvem a juventude há muito tempo, a exemplo do extermínio da juventude, principalmente negra e de periferia, a falta de escolarização, a evasão, o suicídio, o desemprego, e tantas outras chagas na vivência enquanto jovens. Esses problemas, sempre nos mostram o descaso em relação a juventude, que é muito mais que uma faixa etária, que aliás é a maior na América Latina, contrariando a velha ideia do jovem como problema, apresentando assim a juventude em risco e não como um risco.

Foto: Josiane Santana/ Favelagrafia.

Muito além de um texto lamurioso, queria falar também nos sinais de esperança e ao falar deles, pensar o como eles podem nos impulsionar a uma transformação social e vivermos um futuro pós-pandemia. Dos sinais, o que mais me alegra o coração é ver a juventude protagonizando o congraçamento de várias organizações, ONGs, movimentos sociais e populares na luta solidaria contra os problemas que se agravam pelo Covid19, mas também na linha de frente contra a todos os problemas políticos que estamos vivenciando, se organizando contra a volta das aulas sem a segurança necessária, contra as aulas na metodologia de Ensino a Distância – EAD, mostrando os estigmas do acesso à internet e aos equipamentos tecnológicos, na luta antirracista, contra o machismo, a violência contra as mulheres e a LGBTQIfobia, e, não poderia deixar de citar no movimento ambientalista, combatendo todos os retrocessos socioambientais que estão querendo passar como boiada em meio a uma pandemia.

Continuando, sobre as luzes pós-pandemia, não poderia deixar de reforçar que as lindas iniciativas que temos participado ou presenciado, devem se manter como um aprendizado, no sentido de reforçar a contribuição da juventude para a sociedade.

Foto: Josiane Santana/ Favelagrafia.

Por fim, deve estar no nosso horizonte a importância da juventude no controle social, se fazendo propositora e fiscalizadora das políticas públicas, reforçando que a solução dos nossos grandes problemas, se dará por meio de uma mudança na política partidária, mas também na formulação de uma agenda pública responsável, comprometida com a superação das desigualdades sociais, na transição para sociedade sustentáveis e pautada na participação social.

Que nesse Dia Internacional da Juventude (12 de Agosto), possamos comemorar a vida de cada jovem, sem deixar de nos comprometer com o pacto intergeracional que responsabiliza todos para a construção do Bem Viver.

Saudações, carinho e respeito a cada jovem brasileiro que vive a teimosia santa de mudar a sua realidade e a construir a civilização do amor. E ao mesmo tempo silêncio de luto por tantas vidas jovens perdidas.


Artigo escrito por João Paulo Angeli
João é Presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil – CNLB / Sul 2, Coordenador da Comissão Nacional de Juventude do CNLB e Jovem Líder Carta da Terra.

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Educar para a leitura crítica da mídia e lutar para que ela seja mais democrática https://universoeducom.org/educar-para-a-leitura-critica-da-midia-e-lutar-para-que-ela-seja-mais-democratica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=educar-para-a-leitura-critica-da-midia-e-lutar-para-que-ela-seja-mais-democratica Fri, 20 Oct 2017 06:00:42 +0000 http://universoeducom.org/?p=930 Se existe um cartaz da época da escola que eu me lembre até hoje, esse cartaz era um baita papel que ficava na parede da biblioteca da Escola Estadual Ayrton Senna da Silva, em Foz do Iguaçu (PR). Consigo lembrar exatamente da minha sensação de espanto e impacto que senti ao ler a principal mensagem: […]

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Se existe um cartaz da época da escola que eu me lembre até hoje, esse cartaz era um baita papel que ficava na parede da biblioteca da Escola Estadual Ayrton Senna da Silva, em Foz do Iguaçu (PR). Consigo lembrar exatamente da minha sensação de espanto e impacto que senti ao ler a principal mensagem: ‘Você é o que você come’. O texto vinha acompanhado das ilustrações de duas garotas brancas, com diversos desenhos de alimentos em seus corpos. A garota gordinha estava recheada com pirulitos, bolos, bombons, biscoitos, balas, pudins, pizzas, hambúrgueres, refrigerante e toda lista das coisas que eu mais sentia prazer em comer naquela época. No corpo da menina mais magra, frutas, verduras, legumes e outros alimentos de origem animal, mineral e vegetal, itens que não consigo lembrar em detalhes. Na ocasião, interpretei a mensagem que aquela peça tentara me passar, muito rapidamente. E me achei um cara de sorte, pois comia absolutamente de tudo que a gordinha comia e ainda assim era magrão.

Só mais tarde, depois de uma graduação em jornalismo, pesquisas e práticas em educomunicação e atuação com as interfaces comunicação e direitos humanos é que fui me dando conta do quanto aquele tipo de comunicação era questionável e pouco adequado. Aquela bendita mídia impressa, o cartaz infeliz da biblioteca, não estava acompanhado de nenhuma discussão sobre os casos de pessoas que tem predisposição genética para engordar, metabolismo que funciona com ritmo diferente a depender de cada organismo ou que doenças hormonais poderiam estimular a produção e armazenamento de gordura no corpo. Tampouco que a dinâmica biológica de mulheres era diferente da dos homens em termos de formação de massa magra, retenção de líquidos etc. Só tinha um lado da história: ‘mude a alimentação e seus problemas com sobrepeso/ obesidade estarão automaticamente resolvidos’.

Agora, imagine você que o coitado do cartaz foi só um nano exemplo de como aquele pedaço de papel mexeu com a minha maneira de interpretar o motivo de algumas pessoas serem gordas ou magras. O grosso da informação, de fato, tem seu fundamento: alimentos saudáveis tendem a construir corpos mais saudáveis. Entretanto, a complementação daquelas informações me vieram depois de muito tempo, por outras vias…

Para além do cartaz, a mídia que mais esteve presente no meu cotidiano era a TV aberta. Muito da minha educação também foi construída através dos conteúdos que eu consumia por lá. E o pior de tudo isso é que sempre se tratou de um consumo não consciente. Assistia por entretenimento, sem que ninguém me dissesse para confrontar as ‘verdades absolutas’ dos telejornais, suspeitar e identificar as atitudes racistas, machistas e homofóbicas das ‘brincadeiras’ dos programas de ‘humor’ ou ainda que, apesar de não ser reflexo da realidade, as telenovelas teriam papel importante na construção de imaginários sociais de quem as assiste.

Faltou comentar, por fim, que a maioria de tudo o que eu consumia era fruta de produções advindas do eixo Rio-São Paulo. Ou seja, a comunicação não era pra todos: não era democrática! E dá pra afirmar que ainda não é. Por conta disso, os movimentos sociais que lutam pela democratização da mídia, criaram um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip), para propor aos governantes que mudem a formar de financiar, difundir e fiscalizar a comunicação no país. Esse desejo ficou ainda mais evidente durante a realização das Conferências locais, estaduais e nacional da Comunicação, evento realizado em 2009, quando a população pôde dar ideias sobre políticas públicas de comunicação.

 

A seguir, vou listar só cinco das dezenas de coisas boas que a democratização da comunicação pode trazer para a nossa sociedade e que, acredito eu, deva ser pauta nos processos de educação para a leitura crítica da mídia. Vamos lá?

1. Regulação econômica da mídia
Se toda a grana de publicidade advinda dos cofres públicos for destinada para os grandes veículos de comunicação, como ficam as mídias comunitárias e com incidência local e regional? Esse círculo vicioso existente atualmente faz os veículos já consolidados continuarem a crescer e as mídias alternativas a permanecerem à margem da utilização de um recurso que, em teoria, seria para viabilizar comunicação para todos(as), inclusive médios e pequenos veículos de mídia.

2. Maior incentivo à produção de conteúdo regional
Tem hora que cansa assistir novela onde a trama só acontece no Leblon ou num bairro nobre de São Paulo, né? De vez em quando até aparece alguma coisa numa periferia ou algum lugar do nordeste, mas é basicamente isso. E os telejornais nacionais que nunca ou muito pouco noticiam acontecimentos de Roraima, Acre, Alagoas, Tocantins e Sergipe, hein? Para fomentar a produção audiovisual que retrate os cenários, as pessoas e as situações fictícias ou reais dos 26 Estados brasileiros e Distrito Federal, é preciso políticas que estimulem os canais a acolherem essas produções e, por outro lado, que financie e mantenha a capacitação para produtores(as) criarem conteúdos que revelem as outras caras, paisagens e histórias do Brasil.

3. Responsabilização em casos de violação de direitos humanos
Quem já assistiu a um programa policialesco bem bagaceira, que expõe as pessoas antes que possam ter o direito de se defender ou serem ouvidos pela justiça? Ou aquela reportagem que expõe o rosto ou a voz de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual ou, supostamente, autoras de ato infracional? Abusos da mídia não devem ser censurados, mas práticas reiteradamente violadoras dos direitos humanos precisam ser identificadas e os veículos de comunicação que promovem esses crimes precisam ser responsabilizados.

4. Garantia dos serviços essenciais de comunicação para todos(as)
Comunicação, assim como a saúde e a educação também precisa ser compreendida como um direito de todos(as), como de fato o é. E se todos(as), hoje, têm direito a poder utilizar um hospital, unidade básica de saúde ou escola pública, por exemplo, também precisam ter direito ao acesso à comunicação em suas formas mais essenciais, como a radiodifusão (acesso à sinal de TV e rádio), serviços de voz e à rede em alta velocidade (internet banda larga, sobretudo). Ou você acha justo que comunidades rurais, ribeirinhas, indígenas e quilombolas não tenham acesso a nenhum desses serviços e vivam isoladas de se comunicar com o mundo?

5. Maior espaço para as rádios e TVs comunitárias
Não sei se vocês sabem mas as rádios comunitárias, por exemplo, só podem propagar o seu sinal pela distância de 1 km. Uma pessoa caminhando em ritmo normal consegue andar 6 km em uma hora! Ou seja, 1km de alcance é muita pouca coisa! Para fortalecer esses veículos, essa limitação arbitrária de cobertura (que também tem que seguir parâmetros de potência e número de estações por localidade) precisa mudar. Afinal, qual é o motivo do medo diante desses veículos de finalidade sociocultural serem geridos pela própria comunidade, sem fins lucrativos, hein?

Haveria muito mais coisas pra gente tratar, mas meu limite de caracteres tá chegou ao fim, rs! Quem quiser esticar o papo tem que visitar o site www.paraexpressaraliberdade.org.br e navegar pelos materiais que tem por lá. E só pra você saber: Outubro é o mês da Democratização da Comunicação. Dia 17 é considerado do “Dia C – Dia da Juventude Comunicativa” e “Dia Nacional da Democratização da Comunicação”. Dia 18 é o “Dia Mundial pela Democratização da Comunicação”. Foi por conta disso que nasceu a ideia para este post 😉

Super abraço e bora refletir sobre a importância da educomunicação/ educação para a leitura crítica da mídia pra não achar que o cartaz da escola ou a programação da TV são conteúdos inocentes e desprovidos de segundas intenções.

 

*Artigo escrito originalmente para o Blog Educação e Mídia, da Gazeta do Povo, por conta da parceria entre entre o Instituto GRPCOM e o coletivo Parafuso Educomunicação.

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Submeta seu artigo para o 5° Congresso Nacional de Educação Ambiental, até 31 de Julho https://universoeducom.org/submeta-seu-artigo-para-o-5-congresso-nacional-de-educacao-ambiental-ate-31-de-julho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=submeta-seu-artigo-para-o-5-congresso-nacional-de-educacao-ambiental-ate-31-de-julho Fri, 23 Jun 2017 22:33:36 +0000 http://universoeducom.org/?p=545 A data limite de submissão de artigos ao 5° Congresso Nacional de Educação Ambiental termina no dia 31 de Julho de 2017. Os profissionais da área pagam R$ 210,00 pela inscrição; os(as) estudantes de pós-graduação e professores(as) do ensino básico pagam R$ 160,00; e estudantes de graduação e de ensino médio e técnico pagam R$ […]

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A data limite de submissão de artigos ao 5° Congresso Nacional de Educação Ambiental termina no dia 31 de Julho de 2017. Os profissionais da área pagam R$ 210,00 pela inscrição; os(as) estudantes de pós-graduação e professores(as) do ensino básico pagam R$ 160,00; e estudantes de graduação e de ensino médio e técnico pagam R$ 120,00 se a inscrição for realizada até a referida data. Depois, os preços sobem.

Neste ano, o tema do Congresso é ‘Os Quatro Elementos da Natureza na Sustentabilidade dos Biomas Brasileiros’. O evento acontecerá na UFPB – Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa (PB), de 09 a 12 de Outubro de 2017.

Como se inscrever?
É preciso preencher o formulário de inscrição no site do evento e depois fazer o depósito do valor da inscrição na conta bancária indicada pela organização e enviar o comprovante de pagamento para o e-mail ambiental.gs@gmail.com

Normas para Submissão
Tem uma página específica no site do evento, com as informações sobre submissão de artigos, orientações gerais aos/ às autores(as), estrutura do texto e dados prévios sobre apresentação dos trabalhos. De modo geral, o texto precisa conter 12 páginas no máximo; o resumo precisa ser inserido em português e em inglês e a produção pode ser assinada por um autor contendo até três coautores(as).

Programação
O Congresso também abrange a realização do 7° Encontro Nordestino de Biogeografia. A programação pode ser consultada na página específica que fica no site oficial do evento e vai contar com conferências, palestras, mostra de vídeos, grupos de trabalhos, cursos especiais e publicações dos artigos com ISBN.

Eixos Temáticos
A seguir, grifamos os eixos temáticos onde acreditamos que trabalhos sobre educomunicação podem se encaixar de forma mais expressiva:

– Biogeografia e Biodiversidade;
– Geoecologia das Paisagens;
– Mudanças Climáticas, Natureza e Sociedade;
– Planejamento e Gestão de Áreas Protegidas;
– Riscos, Impactos e Desastres Naturais;
– Políticas Públicas, Projetos e Ações;
– Movimentos Sociais, Legislação e Direito Ambiental;
– Patrimônio Cultural e o Saber Ambiental;
– A Economia Solidária nos Arranjos Produtivos Locais;
– Produção Rural, Sustentabilidade Social e Segurança Alimentar;
– Biotecnologia e Fontes Alternativas de Energia;
– Gestão de Recursos Hídricos e Bacias Hidrográficas;
– Turismo, Meio Ambiente e Sustentabilidade;
– Ambientes Urbanos e Qualidade de Vida;
– Tratamento de Resíduos, Saneamento e Reciclagem;
– Ecopedagogia, Ensino e Pesquisa;
– Conceitos e Práticas em Educação Ambiental nas Escolas.

Olha como o pessoal da comunicação do evento fez até uma arte bonitinha pra divulgar os eixos temáticos. Mandaram bem, pessoal!


Mais informações
Acompanhe as informações atualizadas sobre o evento através do site oficial e da página de Facebook.

 


Essa matéria faz parte das ações do portal Universo Educom em comemoração à Semana e Mês do Meio Ambiente 2017.
Espalhe, divulgue, compartilhe!

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Revista Pan-amazônica de Comunicação recebe artigos até 30 de Julho https://universoeducom.org/revista-pan-amazonica-de-comunicacao-recebe-artigos-ate-30-de-julho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=revista-pan-amazonica-de-comunicacao-recebe-artigos-ate-30-de-julho Mon, 19 Jun 2017 06:00:32 +0000 http://universoeducom.org/?p=513 Até o final do mês de Julho de 2017, a Revista científica Aturá aceita submissões de artigos, dossiê temático, ensaio, entrevista e resenhas para compor a próxima edição da publicação. Os artigos precisam ser originais e inéditos, abordando pesquisas sobre comunicação, jornalismo e/ou educação. Os textos podem ser enviados em português, inglês ou espanhol. É […]

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Até o final do mês de Julho de 2017, a Revista científica Aturá aceita submissões de artigos, dossiê temático, ensaio, entrevista e resenhas para compor a próxima edição da publicação. Os artigos precisam ser originais e inéditos, abordando pesquisas sobre comunicação, jornalismo e/ou educação.

Os textos podem ser enviados em português, inglês ou espanhol. É preciso fazer cadastro, gerar login e senha para conseguir postar/ submeter seu texto.

Quem pode submeter artigos?
A publicação aceita a comunidade acadêmica de forma ampla, abrangendo doutores(as), doutorandos(as), mestrandos(as), mestres, graduados(as) e de iniciação científica (desde que o primeiro autor seja doutor/a). As resenhas podem ser produzidas por estudantes de programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado acadêmico ou profissional e doutorado), mestres e doutores(as).

Algumas especificações técnicas
Os textos devem ser entregues em formato Word (preferencialmente .doc ou .docx), com até 2 MB (caso o tamanho do arquivo extrapole esse limite, aconselhamos anexar imagens como documentos suplementares), margens superior e inferior de 2,5 cm e margens esquerda e direita de 3 cm, na fonte Times New Roman, corpo 12, espaçamento entre linhas 1,5.

Edição Atual
Para acessar o conteúdo da edição mais recente publicada no site da revista, clique aqui.


Para buscar mais informações, acesse a página oficial da Revista Aturá e leia as informações de submissão e diretrizes para autores(as).

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