anymag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/unive503/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131The post ABPEducom inicia ciclos de lives do ano tratando de Arte e Educomunicação first appeared on Universo Educom.
]]>No livro Educomunicação: o conceito, o profissional e a aplicação, de Ismar de Oliveira Soares, que também é o atual presidente da ABPEducom, o autor defende que uma das áreas de intervenção da educomunicação é, justamente, a expressão comunicativa através das artes. Para ele, essa área “está atenta ao potencial criativo e emancipador das distintas formas de manifestação artística na comunidade educativa, como meio de comunicação acessível a todos”.
Em atividades de educom, é possível abordar temáticas do currículo formal das escolas ou assuntos de interesse do grupo, através da utilização de recursos midiáticos, das tecnologias e de metodologias ativas, dinâmicas e criativas. As linguagens proporcionadas pelas artes, como a pintura, o desenho, a fotografia, literatura, cinema/ audiovisual, expressão corporal, performance, design, escultura, música, dança e tantas outras também podem ser incorporadas em atividades como oficinas de educomunicação, programas e projetos de educação midiática. Tudo isso, desde que tratadas de forma crítica e construídas de maneira colaborativa, sem ferir direitos humanos ou violar princípios pedagógicos.
A pertinência do debate sobre as intersecções entre educomunicação e arte também ganha ares de luta social e política, dentro do contexto que a cultura atravessa no Brasil, desde a instauração do atual governo, acarretando diversas consequências. A começar pelo Ministério da Cultura, que apequenou sua estrutura e passou a ser uma Secretaria dentro do Ministério do Turismo, tendo seus ministros(as) envolvidos(as) em polêmicas que vão desde a produção de vídeo com semiótica nazista até a suavização da letalidade ditadura no país e de seu impacto no campo artístico do país.
Propostas políticas também deixaram de incentivar o ensino de Artes nas escolas públicas, afetando também as disciplinas de Sociologia e Filosofia. A medida, segundo especialistas, impacta em prejuízos à formação do público, na capacidade de leitura crítica das obras e vai contra o desenvolvimento de habilidades e competências previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) como, por exemplo, a de “analisar objetos da cultura material e imaterial como suporte de conhecimentos, valores, crenças e práticas que singularizam diferentes sociedades inseridas no tempo e no espaço”.
Livros, até então imunes de impostos, agora passam a sofrer com tributação, gerando aumento nos preços das obras, dificuldade do acesso e compra de novos títulos, bem como gerando uma crise no mercado editorial.
O cinema no país também tem vivido momentos de instabilidade e perdas, com cortes de 43% do orçamento do Fundo Setorial do Audiovisual em 2020. O recurso passou de R$ 650 milhões para R$ 300 milhões. Isso sem mencionar o anúncio do presidente da república, que estaria estudando a extinção da Ancine – Agência Nacional do Cinema e o pedido de cancelamento de edital de financiamento de séries com temática LGBT+, já pré-selecionadas para exibição em TVs públicas, a pedido do ministro da Cidadania, Osmar Terra, em agosto de 2019.

Reproduzimos a seguir, as informações disponibilizadas pela ABPEducom em seu site oficial, sobre os(as) convidados(as) da live.
Denise de Oliveira, educomunicadora de Sorocaba (SP) que integra iniciativas de arte e educação que contam narrativas negras e periféricas, como o Adeola Princesas e Guerreiras e o coletivo Viela 4. Entre o empreendedorismo social, a comunicação e as artes, Oliveira tem feito sua trajetória construindo outras formas de contar histórias. Ela é graduanda da licenciatura em Educomunicação da Universidade de São Paulo (USP) e tem pensado nas estratégias do sensível durante sua jornada no curso.
Antonio Xavier, doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP). É pesquisador em danças folclóricas brasileiras, tendo atuado como dançarino, coordenador e coreógrafo em diversos grupos no Rio Grande do Sul e em Curitiba (PR). Atualmente, é professor do curso de Comunicação Social – Rádio e TV da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus (BA). Coordena o projeto de extensão “Educação Musical para Crianças, Jovens e Adultos” da mesma instituição. É sócio da ABPEducom desde 2014 e membro fundador do Núcleo Regional da ABPEducom no Nordeste.
Sattva Orasi, educomunicadora formada pela USP. Desenvolve a sua atividade profissional na fotografia, vídeo e arte contemporânea, mediando projetos nestas áreas para jovens e adultos em escolas e instituições culturais. Destacam-se as suas colaborações com a Fundação Bienal de São Paulo, o Instituto Asas e o projeto Humanae. Atualmente, Orasi reside em Madri, onde vem ampliando sua formação em arte e educação.
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]]>The post Videoclipe mostra a atmosfera do lançamento da exposição fotográfica do projeto ‘Observador’ first appeared on Universo Educom.
]]>As oficinas de produção fotográfica ocorreram no segundo semestre de 2018 e geraram diversas fotografias que retratam personagens, espaços do hospitais, arquitetura, serviço voluntário, momentos de brincadeira e leitura, de cuidados com pacientes e cantinhos que só quem circula no interior da unidade hospitalar consegue acessar.
Além de conseguirmos ver um pouquinho das fotografias expostas e de como ficou o livro, também é possível acompanhar a publicação sendo autografada pelos(as) fotógrafos profissionais convidados(as) do projeto, a circulação dos(as) visitantes da exposição, a organização espacial das imagens e os recursos de acessibilidade com execução de áudios referentes às fotografias para quem é cego ou tem baixa visão.
Serviço
De acordo com o site oficial do projeto, a exposição segue aberta para visitação até o dia 10 de maio, de segunda a sexta das 13h30 às 18h30. A entrada é gratuita.
Endereço: Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. Avenida João Gualberto, 570, bairro Alto da Glória, em Curitiba (PR).
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]]>The post Flashmobs ajudam a discutir a prevenção de suicídios no Setembro Amarelo first appeared on Universo Educom.
]]>Em Londrina (PR), estudantes universitários(as) também realizaram um flashmob musical na PUC PR – Pontifícia Universidade Católica do Paraná, no dia 18 de Setembro de 2017. A mobilização começou com uma interpretação da música “O que é, o que é?”, de Gonzaguinha, que começa com “Eu fico com a pureza das respostas das crianças: É a vida! É bonita e é bonita!”.
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O conceito de flashmob
De acordo com o Portal Educação, flashmob é o “termo usado para se referir a aglomerações de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada, de forma instantânea”. Muitas vezes, são ações organizadas pelas redes sociais e podem até serem executados com pessoas que nunca tiveram contato presencial anteriormente. Possuem objetivos de chamar atenção para alguma temática que pode gerar engajamento social ou simplesmente serem feitos para entreter ou divertir quem for impactado pela ação.
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Arte-educação e Educomunicação
No livro “Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicação”, o autor Ismar de Oliveira Soares defende que a expressão comunicativa através das artes é uma das áreas de intervenção da educomunicação. Nesse sentido, as experiências dos flashmobs – que, visivelmente, envolveram planejamento, discussões e ensaios prévios – podem ser adaptados para as diferentes realidades para serem trabalhados em contextos educomunicativos.
Dessa forma, o grupo envolvido consegue dialogar sobre o pautas como depressão, desenvolvimento de habilidades emocionais, bullying, cyberbullying, relações humanas respeitosas, saúde psíquica e prevenção ao suicídio. Tais discussões podem ser feitas por processos de análise de mídias já publicadas (como vídeos, reportagens, filmes etc.) ou produção de conteúdos (sejam textos, entrevistas, ilustrações etc.), com base nos interesses do grupo e habilidades que os(as) adolescentes já tem ou querem desenvolver. É aqui que podem nascer as ideias de arte-educação. E é claro, depois da execução das atividades, avaliar as ações e seus frutos.
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]]>The post Videodoc ‘Meninos de Palavra’ mostra reflexos da arte-educação em adolescentes privados de liberdade first appeared on Universo Educom.
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Foi lançado publicamente, no dia 18 de Julho, o videodocumentário que conta sobre as experiências das oficinas do projeto ‘Educação com Arte: Oficinas Culturais’. O projeto é realizado pelo Cenpec – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária, em parceria com a Fundação Casa – Fundação de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente, em São Paulo (SP). O doc, por sua vez, é uma realização da Plataforma do Letramento, um ambiente digital de aprendizagem, que que visa incentivar a prática da escrita para brasileiros(as), bem como ajudar a garantir o aprendizado ao longo da vida e a participação social ativa e autônoma.

A obra ajuda a discutir como as artes (como o rap, a poesia, capoeira, teatro, artes visuais etc.) se conecta com a leitura, a redação e a expressão oral. Dividido em duas partes, ‘Meninos de Palavra’ começa explorando o universo das oficinas educativas com os adolescentes e deixa para o segundo momento a reflexão de especialistas sobre o processo de letramentos e desenvolvimento de habilidades por mei odos trabalhos dos(as) arte-educadores(as).
Assista à íntegra do documentário no canal de Youtube da Plataforma do Letramento e também logo abaixo:
Ficha técnica/artística
Meninos de Palavra
Concepção Daniela Schoeps, José Alves, Tamara Castro
Direção, fotografia e edição: Fabrício Borges
Som direto: Edson Pelicer, Fernanda Ribeiro, José Alves, P.MC, Tamara Castro, Tony Saga
São Paulo: Cenpec, 2017
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]]>The post Professores(as) de Artes podem inscrever projetos no ’18° Prêmio Arte na Escola Cidadã’ first appeared on Universo Educom.
]]>Podem participar professores(as) de em escolas de ensino regular, públicas ou particulares, de todo o Brasil, que atuem com educação infantil, ensino fundamental 1 e 2, ensino médio e educação de jovens e adultos.
Como fazer a inscrição?
Leia o regulamento e preencha o cadastro no site do evento. Como pode demorar um pouco para preencher todas os seis passos de submissão de projetos, é possível salvar a etapa atual para continuar o preenchimento depois.
Qual é a premiação?
Todos os(as) inscritos(as) receberão uma prancha com proposta pedagógica a partir da obra “Puros e Duros” (1991), do artista Leonilson, para trabalhar em sala de aula.
Professor: R$ 10.000,00 (dez mil reais) em dinheiro; publicações; participação no evento de premiação (pagamento de viagem e hospedagem em caso de necessidade); certificado de premiação; troféu; gravação de um documentário sobre o projeto e uma vivência cultural em São Paulo/SP.
Escola: um computador e uma câmera digital; participação do representante da escola no evento de premiação (pagamento da viagem e hospedagem em caso de necessidade); troféu; certificado de premiação; publicações para a biblioteca; gravação de um documentário sobre o projeto e uma vivência cultural em São Paulo/SP.
Quais os critérios de seleção?
1. Explicitação dos modos de planejamento em todas as etapas do projeto, suas motivações, como surgiu o tema, etapas de desenvolvimento, estratégias educativas, produções dos alunos, eleição das expectativas de aprendizagem e processo de avaliação.
2. Consideração do processo criativo do aluno, valorização de sua participação em momentos de discussão, tomadas de decisão e da avaliação do processo de trabalho.
3. Adequação dos temas transversais como Ética, Meio Ambiente, Saúde, Diversidade Cultural e Orientação Sexual, sem perder o foco das Artes como área de conhecimento.
4. Coerência com os documentos curriculares oficiais municipais, estaduais e federais.
5. Decisões do professor que favoreceram a realização dos objetivos propostos, evidenciando a aquisição de novos conhecimentos do professor e dos alunos e indicadores de que as expectativas de aprendizagem foram atingidas.
6. Conformidade com o Projeto Pedagógico da escola e seu envolvimento com a comunidade do entorno, valorizando trabalhos colaborativos e em parceria, sugerindo o reconhecimento dos direitos e deveres cidadãos dos alunos.
Para mais informações, acesse o site oficial da premiação e acompanhe os conteúdos do Instituto Arte na Escola pelo Facebook e Instagram!
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]]>The post Afroflix é gratuito e exalta vídeos de realizadores(as) negros(as) first appeared on Universo Educom.
]]>Mande seu vídeo!
Se você é uma pessoa participante da equipe de produção (pode ser negro ou não), já pode enviar seu material para ser integrado à plataforma. Basta preencher este formulário com dados técnicos informando também o link de acesso ao vídeo e aguardar o processo de curadoria/ seleção e a resposta final.
Além da plataforma, também é possível acompanhar postagens do Afroflix pelo Twitter e pelo Facebook.
O Afroflix é uma ação segregacionista dos(as) próprios(as) negros(as)?
Não é. E isso pode ser compreendido se recorrermos à pesquisas científicas, por exemplo. Uma matéria do Jornal O Globo, publicada em março de 2016, citou dados alarmantes levantados pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).
Segundo apontamentos do Gemaa, entre 2002 e 2014, homens brancos dominaram o elenco principal das 20 maiores bilheterias de cada um daqueles 13 anos pesquisados. De acordo com o que foi publicado n’O Globo, os homens brancos também ficaram com 45% dos papéis mais importantes. ”Depois vêm mulheres brancas (35%), homens negros (15%) e, por último, mulheres negras (apenas 5%). Em 2002, 2008 e 2013, simplesmente nenhum filme analisado pelos pesquisadores foi protagonizado por uma mulher negra”, sistematizou a reportagem que pode ser lida por completo aqui.
Informações como essas apontam que o trabalho de negros(as) no audiovisual carece de ampliação, investimento e de visibilidade. A equipe do portal Universo Educom parabeniza e indica a iniciativa
Sucesso e vida longa pra vocês, pessoal do Afroflix! #NósPorNós
Educomunicadores(as) certamente vão gostar do material que já está na plataforma e poderão criar meios alternativos de utilizar os vídeos em oficinas e atividades de educação formal e informal.
*A ideia para esta matéria surgiu por meio de uma dica da nossa leitora Juliana Cristina Cordeiro, que é jornalista e comunicadora negra em Curitiba (PR).
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]]>The post Desenhos de quem sabe usar muito bem a canetinha hidrocor first appeared on Universo Educom.
]]>2. Se organizar as bolinhas direitinho, dá até pra fazer um leão.
3. Essa piscina de peixinhos psicodélicos ficou lindona e não parece ser tão difícil de fazer!
4. Integração perfeita entre Reino Animal e Vegetal ficou da hora, né não? Mas teve uma ajudinha do lápis de cor!
5. A mandala é pra testar a paciência, repetição e a concentração na hora de reproduzir padrões.
6. Bela imagem ao estilo ‘miga, sua loka’, para aquela amiga que taca água na maquiagem ao invés de usar demaquilante.
7. O minimalismo dessa pena também ficou charmosinho (:
8. Até essas cabras ficam show de bola com canetinha!
9. Espaço para o abacaxi doidão? Tem também!
10. A escolha das cores pra fazer esse desenho aqui. Sério. Não tô sabendo lidar.
11. A ‘coluzinha’ com brilho nos olhos ficou só S2
12. Sabendo usar os riscos do jeito certo, dá conseguir esse efeito aqui!
13. Com hidrocor, esse caracol fica muito V1D4 L0K4…
14. O Vicent Van Gogh se sente felizão…
15. Até uma simples boca fica estilosa!
16. A inspiração não vai escapar na hora de pintar algo no estilo vitral, na aula de Artes.
17. As cores tropicais da nossa flora podem ficar juntinhas, num desenho só!
18. Harmonia entre fogo e água…
19. Leão multicolor…
20. E até esse porquinho super sorridente ficam mais legais quando a gente usa cantinha hidrocor para pintar!
21. Lápis de cor: nada contra você… Mas é que é bem difícil não amar as canetinhas 
Fala a verdade: canetinha tinha que vir junto na cesta básica do brasileiro, né não? Gente, quem em sã consciência, com um pacotinho de 12 canetinhas vai sair pintando tudo, como se não houvesse amanhã? Praticamente ninguém. Apesar de sabermos que as marcas mais baratas ficam com a tinta seca muito rapidamente, muitas vezes acabam sendo a opção mais consumida por muita gente… Já pensou se existissem políticas públicas pra garantir que a escola fornecesse os materiais pedagógicos de qualidade e em quantidade suficiente para usar nas atividades em sala de aula? Muitos dos desenhos que a galara faz ficariam bem mais lindões.
Já parou pra pensar o quanto de possibilidades criativas você já deixou de explorar na vida por aguardar um momento especial pra gastar sua canetinha? A gente sabe que elas vão acabar rapidão e fica racionando o uso delas pra que durem o ano todo… Isso prejudica bastante o potencial artístico de crianças e adolescentes e a gente nem se dá conta pois somos levados a acreditar que esse tipo de coisa não pode ser mudada e que só quem é mais privilegiado, mais rico é que pode gastar o seu material sem fazer cerimônia. Desigual. Injusto. Não é esse o mundo pra você se acomodar. Portanto, fique de olho na política. Ela pode te ajudar a mudar coisas simples, que teriam um grande impacto na sua vida e na de milhares de estudantes no país.
Diz aí: qual dos desenhos do post você mais gostou? Por acaso tem algum desenho seu, feito com canetinha hidrocor, que gostaria de mostrar pra gente? É só marcar o @universoeducom na sua postagem ou usar a hashtag #universoeducom que a gente visualiza, curte e comenta a sua obra
Até a próxima!
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