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3232124162591Animação “O presente de Cecilia” pode inspirar educadores(as) em práticas ambientais
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Wed, 01 Jan 2025 15:10:44 +0000https://universoeducom.org/?p=3742No dia 1º de janeiro de 2025, às 20h30, a TV Cultura exibe em rede nacional o filme de animação “O Presente de Cecília”, uma iniciativa que visa enriquecer as práticas de educação ambiental no Brasil. O projeto é uma realização da House Cultura e do Governo Federal (por meio do Ministério da Cultura, financiado […]
No dia 1º de janeiro de 2025, às 20h30, a TV Cultura exibe em rede nacional o filme de animação “O Presente de Cecília”, uma iniciativa que visa enriquecer as práticas de educação ambiental no Brasil. O projeto é uma realização da House Cultura e do Governo Federal (por meio do Ministério da Cultura, financiado pela Lei Rouanet), com patrocínio de empresas como Marquise Ambiental, MDC e Grupo Três Corações.
A narrativa acompanha Cecília, uma jovem empenhada em combater a degradação ambiental. Utilizando o EcoHUB, um dispositivo inovador, ela estabelece contato com Marquinhos, um garoto do futuro. Juntos, enfrentam o desafio de transformar comportamentos prejudiciais ao meio ambiente, promovendo práticas sustentáveis para assegurar um futuro melhor.
O projeto teve início como um esquete teatral de 15 minutos, criado pelo programa Ecocidadão do Grupo Marquise, focado em práticas sustentáveis e no descarte correto de resíduos sólidos. Devido ao impacto positivo, especialmente entre crianças de escolas públicas, a iniciativa evoluiu para uma peça completa que percorreu 18 cidades, alcançando mais de 40 mil crianças. Agora, a história se expande para o formato de filme de animação e jogo interativo, ampliando seu alcance e potencial educativo.
Além de cinema, uma ferramenta de educação ambiental
Para os educadores, “O Presente de Cecília” representa uma ferramenta valiosa no ensino de conceitos ambientais. A combinação de narrativa envolvente, recursos audiovisuais e interatividade facilita a compreensão de temas complexos relacionados à sustentabilidade. Para os profissionais da educação ambiental e da educomunicação socioambiental, a exibição do filme na TV Cultura oferece uma oportunidade única de integrar conteúdos audiovisuais de qualidade às práticas pedagógicas, estimulando reflexões e discussões sobre a importância do cuidado com o meio ambiente e a adoção de práticas sustentáveis desde a infância.
Além disso, o projeto promove a inclusão, incorporando legendas para surdos e ensurdecidos, audiodescrição e a participação ativa de um intérprete de Libras na trama, garantindo acessibilidade para todos os públicos. Inclusive, é possível assistir à versão com audiodescrição a seguir!
Cultura da convergência e a força de transitar em diferentes mídias
Gustavo Wanderley, diretor da House Cultura, destaca a abordagem inovadora do projeto: “O Presente de Cecília é um case transmídia pioneiro no Brasil. A narrativa começou com uma peça teatral e evoluiu, ganhando novos personagens e trilha sonora original para enriquecer o roteiro do filme. Além disso, criamos um jogo interativo gratuito disponível para Android, iOS e web, que leva os jogadores ao universo de Cecília, oferecendo oportunidades educativas e práticas sustentáveis de forma lúdica.”
A trilha sonora do filme conta com a participação especial da cantora Juliana Linhares, que também atua como narradora, adicionando emoção e profundidade à história.
Reconhecimento e exibição em festivas
“O Presente de Cecília” já foi exibido em importantes festivais, como o Festival Bananeiras de Cinema (PB) e o Festival de Cinema do Nordeste Brasileiro (PB), emocionando plateias e reforçando seu potencial como recurso educativo.
Para mais informações sobre o projeto e acesso aos materiais complementares, visite o site oficial da House Cultura.
]]>3742‘Devir Educom’ recebe prêmio nacional por projeto educomunicativo
https://universoeducom.org/devir-educom-recebe-premio-nacional-por-projeto-educomunicativo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=devir-educom-recebe-premio-nacional-por-projeto-educomunicativo
Sat, 28 Dec 2024 03:26:02 +0000https://universoeducom.org/?p=3726O Instituto Devir Educom foi agraciado com o Prêmio Nacional Mariazinha Fusari de Educomunicação 2024, pelo projeto ‘Memórias em Rede’, que promove o protagonismo de crianças e jovens em Santos (SP). A premiação aconteceu no 10º Encontro Brasileiro de Educomunicação, realizado na Universidade de Brasília (UnB), reconhecendo o projeto na categoria ‘Ação Institucional’. Criado em […]
]]>O Instituto Devir Educom foi agraciado com o Prêmio Nacional Mariazinha Fusari de Educomunicação 2024, pelo projeto ‘Memórias em Rede’, que promove o protagonismo de crianças e jovens em Santos (SP). A premiação aconteceu no 10º Encontro Brasileiro de Educomunicação, realizado na Universidade de Brasília (UnB), reconhecendo o projeto na categoria ‘Ação Institucional’. Criado em 2002 pelo Núcleo de Comunicação e Educação da USP, o prêmio é pioneiro no país e celebra iniciativas de excelência em pesquisa, ação profissional e institucional no campo da Educomunicação.
“É o reconhecimento de anos de dedicação e amor à Educomunicação, que temos realizado com crianças e jovens em Santos desde 2018”, afirmou Andressa Luzirão, presidente do Devir Educom.
O projeto ‘Memórias em Rede’ realiza oficinas jornalísticas lúdicas que unem multimídia, debates e rodas de conversa. Essas atividades criam espaços de participação e cidadania, conscientizando os participantes sobre o direito à comunicação e à informação. “Nosso objetivo é ampliar a consciência social e fortalecer os jovens como cidadãos ativos e expressivos”, destacou Andressa.
Jovens integrantes do projeto participaram do evento em Brasília, onde compartilharam experiências e produziram conteúdo jornalístico em uma ‘sala de imprensa’ especial. A oportunidade foi marcante, com relatos emocionados sobre a troca de saberes e as atividades vivenciadas, como encontros com outros projetos de Educomunicação e visitas ao Palácio dos Três Poderes.
O prêmio também foi possível graças ao apoio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de Santos, que financiou a viagem. Segundo Filipe Rezende, presidente do CMDCA, o reconhecimento reflete o impacto transformador do projeto. “O Devir tem sido uma referência na Baixada Santista, inspirando jovens a exercerem sua cidadania”, afirmou.
Além do apoio institucional, o projeto conta com colaboração da Secretaria Municipal de Educação (Seduc). Por meio de técnicas educomunicativas como escrita criativa, podcasts e vídeos, os jovens desenvolvem senso crítico e fortalecem laços comunitários, alinhados ao conceito de “bem-viver”.
O ‘Memórias em Rede’ segue transformando vidas e fortalecendo a Educomunicação no Brasil. Para mais informações, acesse www.devireducom.org.br ou as redes sociais do Instituto Devir Educom.
]]>3726Reportagem da BBC Brasil desvenda o que está por trás da melhor educação do Brasil
https://universoeducom.org/reportagem-da-bbc-brasil-desvenda-o-que-esta-por-tras-da-melhor-educacao-do-brasil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=reportagem-da-bbc-brasil-desvenda-o-que-esta-por-tras-da-melhor-educacao-do-brasil
Thu, 31 Oct 2024 06:42:46 +0000https://universoeducom.org/?p=3698Em uma análise que expõe as desigualdades e desafios da educação no Brasil, a BBC News Brasil visitou duas cidades com trajetórias opostas no ranking educacional do país. Manaquiri (AM) e Pires Ferreira (CE), ambas com um nível semelhante de desenvolvimento socioeconômico, ilustram como fatores locais podem impactar profundamente o desempenho educacional. Manaquiri, localizada […]
]]>Em uma análise que expõe as desigualdades e desafios da educação no Brasil, a BBC News Brasil visitou duas cidades com trajetórias opostas no ranking educacional do país. Manaquiri (AM) e Pires Ferreira (CE), ambas com um nível semelhante de desenvolvimento socioeconômico, ilustram como fatores locais podem impactar profundamente o desempenho educacional.
Manaquiri, localizada às margens dos rios da Amazônia, viu sua nota no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) cair para 2,5 nos anos iniciais do ensino fundamental em 2023. Uma das principais razões é a seca extrema que atinge a região, dificultando o transporte fluvial e, consequentemente, o acesso às escolas. “Não conseguimos garantir a frequência regular dos alunos, o que impacta diretamente o aprendizado”, relata um educador local. Para as crianças ribeirinhas, a distância entre casa e escola se torna intransponível quando os rios secam.
Por outro lado, Pires Ferreira alcançou a nota máxima de 10 no Ideb, refletindo um sistema educacional que alia políticas públicas eficazes e uma cultura de colaboração comunitária. O governo do Ceará distribui recursos com base em metas de desempenho escolar, incentivando professores e gestores a aprimorarem constantemente a qualidade do ensino. “Aqui, a educação é uma responsabilidade compartilhada entre a escola e a família. Esse senso de comunidade faz toda a diferença”, afirma um professor da região.
Apesar do êxito de Pires Ferreira, especialistas questionam se o Ideb é capaz de captar de forma justa a aprendizagem em contextos tão distintos. Para Manaquiri, os indicadores podem não refletir as dificuldades estruturais enfrentadas pelas escolas ribeirinhas. “Não é apenas uma questão de métricas; é preciso olhar para a desigualdade de condições”, aponta um pesquisador entrevistado pela BBC News Brasil.
A reportagem também levanta outro ponto crucial: seria a educação capaz de mudar a realidade econômica de cidades como Pires Ferreira, onde os indicadores de pobreza permanecem altos? Embora a educação de qualidade seja essencial, há um limite para o que pode ser alcançado sem investimentos em outras áreas, como saúde e infraestrutura.
Para os educadores brasileiros, as lições de Manaquiri e Pires Ferreira trazem reflexões importantes sobre como adaptar estratégias pedagógicas às realidades locais. Enquanto isso, o debate sobre a abrangência e a equidade do Ideb permanece central na busca por soluções que garantam o direito à educação de qualidade em todo o país.
Personagens de destaque: a potência de suas histórias de vida
O portal Universo Educom não poderia deixar de destacar a participação de duas mulheres que nos emocionam e encantam com a partilha de suas vivências e exemplos, cujas imagens reproduzimos logo abaixo. A primeira é a pescadora Francisca Maria da Silva que, quando criança, estudou até a 5ª série (atual 4° ano do Ensino Fundamental I). Hoje, ela participa das aula do EJA – Educação de Jovens e Adultos(as), para contribuir melhor com a formação dos netos, já que a qualidade da educação do município demonstra não dar conta de proporcionar o direito à educação de qualidade.
A professora Milena, filha de merendeira e um agricultor, destacou a importância da família no sucesso da educação de crianças e adolescentes. “Lá em casa, somos cinco mulheres e um homem: todos, são professores. Então eu cresci vendo essa questão do estudo e o quanto ele é importante”, comentou a educadora em um emocionado depoimento.
]]>3698Cartilha “Pratinho Firmeza” aborda cultura alimentar com crianças de todo o Brasil
https://universoeducom.org/cartilha-pratinho-firmeza-aborda-cultura-alimentar-com-criancas-de-todo-o-brasil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cartilha-pratinho-firmeza-aborda-cultura-alimentar-com-criancas-de-todo-o-brasil
Mon, 12 Aug 2024 15:53:29 +0000https://universoeducom.org/?p=3287A mais nova edição do Pratinho Firmeza já está disponível para download gratuito, na web. Desta vez, o guia é voltado para o público de crianças e adolescentes, com a intenção de conectar olhares das famílias e da escola na garantia do direito à alimentação saudável. Boas práticas em todas as regiões do país […]
A mais nova edição do Pratinho Firmeza já está disponível para download gratuito, na web. Desta vez, o guia é voltado para o público de crianças e adolescentes, com a intenção de conectar olhares das famílias e da escola na garantia do direito à alimentação saudável.
Boas práticas em todas as regiões do país
Ao longo da obra, é possível acompanhar a protagonista em diversas cidades do Brasil, aprendendo sobre os hábitos, histórias e culturas alimentares regionais. Há infográficos sobre o caminho da merenda em diferentes cidades e fotografias que mostram a garotada em diversas hortas escolares.
O livro traz as experiências de 5 escolas públicas que têm trabalhos incríveis de hortas colaborativas, espaços em que as crianças protagonizam a relação com o alimento por meio do plantar e o respeito à natureza”.Equipe Pratinho Firmeza 2024.
5 propostas inovadoras desta edição
Listamos as sacadas editoriais mais incríveis desta edição do Pratinho Firmeza, que fazem toda a diferença no diálogo com o público infanto-juvenil; confira a seguir:
1. Um festival de ricas ilustrações e fotografias
Um guia multicolorido composto por uma infinidade de ilustrações, com linguagem que quase se aproxima de uma história em quadrinhos, por conta dos diálogos escritos em balões de fala. As fotografias ajudam a mostrar a diversidade das infâncias, que são mostradas em diferentes contextos e realidades, como uma horta escolar, uma plantação/ roçado, em viagem de barco… Enfim, um retrato diverso do Brasil.
2. Atividades educativas, conteúdo interativo e jogo de tabuleiro
A publicação traz espaços para desenho e inserção de respostas por parte do(a) leitor(a), QR codes que dão acesso a materiais complementares, além de trazer um encarte om um jogo de tabuleiro, explorando assim as perspectivas educativas e lúdicas da obra.
3. Protagonista que valoriza a representatividade e a inclusão
A Ayô é uma garotinha negra que usa cadeira de rodas para se locomover e viaja o país conhecendo as diferentes relações das populações com a alimentação. Na obra, ela não aparece sozinha, mas é inserida em contextos de diálogo com outras pessoas de sua família, tornando-se inspiradora e mostrando outras realidades e vivências aos pequenos(as) leitores(as).
4. Trabalho em rede com diferentes organizações sociais
O Guia é uma iniciativa da Énois, em parceria com @cartaamazonia (Região Norte), a @nonadajornalismo (Região Sul), @nosmulheresdaperiferia (Região Sudeste), a @teatrinetv (Região Centro-Oeste) e a @tejucupapos (Região Nordeste). O financiamento foi mobilizado através da Lei de Incentivo à Cultura em âmbito federal, com patrocínio da @rdsaudeoficial.
5. Resgate histórico e receitas típicas
A cada parte da obra, ao citar uma nova região do país, podemos conhecer um pouco da história de um determinado prato, além de vermos fotos e sabermos da receita que explica como prepará-lo.
Leia outra edição do Prazo Firmeza!
O portal Universo Educom já publicou matéria repercutindo o lançamento de uma das edições do Prato Firmeza. Na época, a publicação destacava os points gastronômicos das periferias de São Paulo, com pegada geek, que eram conectadas ao universo dos quadrinhos, filmes de super-heróis, séries, games e elementos da cultura pop. Clique aqui para acessar.
]]>3287Edição bilíngue da Revista Viração discute participação cidadã das juventudes
https://universoeducom.org/edicao-bilingue-da-revista-viracao-discute-participacao-cidada-das-juventudes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=edicao-bilingue-da-revista-viracao-discute-participacao-cidada-das-juventudes
Sun, 11 Aug 2024 18:05:10 +0000https://universoeducom.org/?p=3267Já está disponível para visualização online a mais recente edição da Revista Viração, com matéria de capa destacando as diversas formas de participação social de adolescentes e jovens. Com 40 páginas, a revista reservou metade de suas páginas para publicação do conteúdo em língua portuguesa e a outra metade em idioma espanhol, ampliando as possibilidades […]
Já está disponível para visualização online a mais recente edição da Revista Viração, com matéria de capa destacando as diversas formas de participação social de adolescentes e jovens. Com 40 páginas, a revista reservou metade de suas páginas para publicação do conteúdo em língua portuguesa e a outra metade em idioma espanhol, ampliando as possibilidades de inclusão das juventudes latino-americanas. A edição foi produzida em cooperação com o Unicef, no âmbito do Projeto Políticas Públicas em linha direta com adolescentes e jovens via U-Report Brasil.
As juventudes também são diversas e complexas e refletem diferentes realidades. Reconhecer e valorizar essa diversidade é fundamental para garantir que todos os jovens tenham acesso equitativo a oportunidades e ao desenvolvimento, independentemente de sua oriegem, etnia ou contexto socioeconômico”, Editorial da Edicação da Revista Viração.
Destaques da Edição
Listamos a seguir, os 10 principais conteúdos que você encontra nesta edição da revista!
1. A Proposta do U-Report
Entenda os objetivos dessa iniciativa do Unicef – Fundo das Nações Unidas para a Infância e Adolescência.
2. Enquete sobre desafios das Juventudes
O Secretário Nacional das Juventudes, Ronald Sorriso, o então presidente do Conjuve – Conselho Nacional da Juventude do Brasil, a Tati Pereira, Secretária Estadual de Juventude do Maranhão e o Pedro Ribeiro, Superintendente Estadual de Juventude de Pernambuco participam da seção “Manda Vê”, expondo suas opiniões sobre quais são os prinicipais desafios das juventudes brasileiras na atualidade.
3. Crônica da vida real
A escrita literária ganha vida com um belo texto de jovens voluntários(as) do U-Report, que retratam suas observações acerca das diversidades juvenis vividas em situações do cotidiano, como a entrega de currículo, a espera no ponto ônibus, o cansaço pelo acúmulo das atividaes de trabalhar, cuidar da casa, estudar… Vale cada parágrafo para refletir sobre as juventudes da vida real.
4. Matéria de Capa | Juventudes e participação cidadã
 reportagem contextualiza o cenário da participação política de jovens no Brasil (a partir do que diz o Estatuto da Juventude e das legislações que possibilitam a candidatura e o direito ao voto), cita a importância da educação para promover maior participação e interesse pela política, como os espaços comunitários são potentes para a expressão cidadã dos(as) jovens, bem como os NUCAS – Núcleos de Cidadania de Adolescentes têm se consolidado como ricos espaços de participação social.
5. Relato de experiência na Conferência Nacional de Juventude
Jovens do U-Report que participaram do evento, falam sobre a importância desse espaço de discussão de políticas públicas; seção ainda tem QR code que dá acesso à íntegra dos resultados e das propostas aprovadas. Inclusive, aproveitamos para mostrar algumas fotos do Ricardo Stuckert na Conferência:
6. Direitos das juventudes migrantes
Voluntários(as) do U-Report, que são migrantes, relatam como a Conferência Nacional de Juventude os acolheu e ainda proporcionou espaços de expressar suas opiniões citando, inclusive, a aprovação de uma moção para a criação de uma Secretaria Nacional de Migrações, Refugiados(as) e Apátridas, para coordenar e fortalecer políticas de inclusão desta população.
7. Galera Repórter | Juventudes na luta por justiça climática
Jovens do U-Report entrevistam três importantes lideranças juvenis que têm um reconhecido e incrível trabalho pautando as mudanças climáticos em diversos espaços de participação social e política; são eles(as): Thais Brianezi, Amanda Costa e Gabs Razo.
8. Como se faz
Revista mostra o passo a passo de como criar um projeto de lei de iniciativa popular.
9. No Escurinho | Documentário Praça de Guerra
Seção indica filme paraibano e discute como essa obra fala às juventudes brasileiras nos dias atuais. Assista ao filme no player abaixo:
10. Mega pôster com os robozinhos do chatbot do U-Report!
O centro da publicação, que divide os conteúdos em língua portuguesa e em língua espanhola traz os mais simpáticos robôs que ajudam as juventudes a soltarem suas vozes sobre os mais diversos temas de interessa da galaera!
Conheça o U-Report
O U-Report é um programa global desenvolvido pelo escritório de inovação doFundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) que usa as redes sociais para promover a participação cidadã de adolescentes e jovens em todo o mundo.
Através de enquetes realizadas por meio de um chatbot, robô programado para interagir no Whatsapp, Telegram e Facebook, adolescentes e jovens podem opinar sobre diferentes assuntos e acessar recursos educativos sobre temas relacionados aos direitos das juventudes.
Leia outra edição da Revista Viração!
Recentemente, publicamos aqui no portal Universo Educom, uma matéria sobre o lançamento de edição especial da Revista Viração que fala sobre saúde sexual das juventudes. Clique aqui para acessar!
]]>3267Podcast do Canal Futura discute avanços da Educação Ambiental
https://universoeducom.org/podcast-do-canal-futura-discute-avancos-da-educacao-ambiental/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=podcast-do-canal-futura-discute-avancos-da-educacao-ambiental
Wed, 31 Jul 2024 17:30:49 +0000https://universoeducom.org/?p=3241Já está disponível, em diversos serviços de streaming de podcasts, músicas e áudio, o episódio n° 38 do podcast “Conexão Chão de Escola”, do Canal Futura, que está em sua 5ª temporada e trata sobre o que foi discutido na CONAE, sobre Educação Ambiental. A CONAE – Conferência Nacional de Educação foi realizada no final […]
Já está disponível, em diversos serviços de streaming de podcasts, músicas e áudio, o episódio n° 38 do podcast “Conexão Chão de Escola”, do Canal Futura, que está em sua 5ª temporada e trata sobre o que foi discutido na CONAE, sobre Educação Ambiental. A CONAE – Conferência Nacional de Educação foi realizada no final de Janeiro de 2024, reunindo representantes de todos os Estados brasileiros, para debater o futura da educação no país. Em outro post aqui do portal, já publicamos conteúdo sobre o episódio que aborda a Educação Escolar Indígena.
Na edição deste ano, a Conferência Nacional de Educação reuniu, aproximadamente, três mil participantes, o que inclui delegados(as)/ representantes estaduais oficiais, observadores(as)/ visitantes e representantes do Governo Federal. O tema do evento neste ano foi “Plano Nacional de Educação 2024-2034: Política de Estado para garantir a educação como um direito humano com justiça social e desenvolvimento socioambiental sustentável”. O Eixo Temático n° 7 do evento pautou a Educação Ambiental.
O presidente Luis Inácio Lula da Silva participou da Cerimônia de Abertura do evento. | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzobom/ Agência Brasil.
Participação social e escuta das bases
As Conferências Nacionais de Políticas Públicas e/ou de Direitos (sejam elas sobre Cultura, Educação, Saúde, Direitos da Criança e do Adolescente etc.) são caracterizadas por instigarem que a própria sociedade participe, se reúna, dê as suas opiniões e elejam as prioridadesatravés do debate de ideias, articulação e votação.
Delegados(as) são pessoas que participam da Conferência e que possuem direito à voz (falar, dar suas opiniões, defender ou discordar de ideias) e voto (sua opinião é contabilizada na hora de eleger ou não a execução de alguma proposta de política pública). | Foto: José Cruz/ Agência Brasil.
Representantes das entidades Estudantis sempre marcam forte presença na Conferência Nacional de Educação. Na foto, há representação da ANPG, da UNE e do Ministério da Educação | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzobom/ Agência Brasil.
Dinâmica da CONAE permite que as pessoas possam se reunir em Eixos Temáticos e dialogar sobre diferentes interfaces da Educação. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzobom/ Agência Brasil.
Ouça também o episódio sobre Educação Escolar Indígena!
Em outro post aqui do portal, já publicamos conteúdo sobre o episódio que aborda a Educação Escolar Indígena. Nele, listamos as temáticas que foram abordadas na CONAE.
Pluralidade de representações foi marcante na CONAE, com integração de lideranças indígenas, PCDs, gestores(as) públicos(as), lideranças sindicais, diretores(as) de escolas, educadores(as), estudantes universitários(as), profissionais da educação básica etc. | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzobom/ Agência Brasil.
]]>3241Educomunicação, iniciação científica e a prática dos registros de leitura
https://universoeducom.org/educomunicacao-iniciacao-cientifica-e-a-pratica-dos-registros-de-leitura/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=educomunicacao-iniciacao-cientifica-e-a-pratica-dos-registros-de-leitura
Tue, 30 Jul 2024 18:53:08 +0000https://universoeducom.org/?p=3227Você já parou pra pensar que a Educomunicação pode ser um mecanismo de promoção da iniciação científica? Ou seja, a educom, pode mobilizar adolescentes e jovens à prática da pesquisa científica, sejam eles(as) do Ensino Médio, da graduação e até mesmo do Ensino Fundamental (sim, o Marista Escola Social Ecológica, de Almirante Tamandaré/ PR, já […]
Você já parou pra pensar que a Educomunicação pode ser um mecanismo de promoção da iniciação científica? Ou seja, a educom, pode mobilizar adolescentes e jovens à prática da pesquisa científica, sejam eles(as) do Ensino Médio, da graduação e até mesmo do Ensino Fundamental (sim, o Marista Escola Social Ecológica, de Almirante Tamandaré/ PR, já faz isso, por exemplo).
Através da prática educomunicativa da realização de entrevistas com pesquisadores(as) e cientistas, de sequências didáticas que promovam metodologias ativas de busca de informações sobre o assunto e da produção de vídeos colaborativos, é possível gerar reflexões e ações práticas de iniciação científica desde cedo. De modo geral, a regra de ouro é envolver essas juventudes nos processos de compreender e comunicar o que é iniciação científica e como podem fazer suas pesquisas desde a adolescência.
Exemplo Prático | Acesse este artigo científico de pesquisadoras da Embrapa de Rondônia, da Escola Estadual Murilo Braga e do Murilo Braga, Museu do Babaçu da Amazônia, intitulado “Educomunicação em projeto de iniciação científica e popularização da ciência florestal”, publicado e apresentado no 2º CONEDU – Congresso Nacional de Educação.
Um vídeo para ajudar a conversar com as juventudes sobre fichamentos
Na última segunda-feira (29/07/2024), disponibilizamos no Youtube um pequeno vídeo introdutório sobre a prática do fichamento, que pode ser útil para começar a pensar nos benefícios desse hábito, contendo 3 dicas básicas do que pode conter nesse documento. Assista a seguir!
A prática do fichamento e dos registros de leitura na contramão de uma modernidade líquida
Nos processos de iniciação científica, a leitura de materiais de referência é fundamental para coletar visões de outras pessoas que já estudaram a temática que o(a) adolescente ou jovem também quer pesquisar. Nesse processo de leitura, a prática do fichamento pode ajudar bastante esses(as) jovens pesquisadores(as) a não tratarem esse hábito como algo banal e a perceberem que pode ser um costume que os ajudará no futuro, quando precisarem revisitar a obra para reencontrar trechos importantes, anotações potentes, observações que lhe chamaram atenção e/ou até mesmo se inspirarem para produções de artigos científicos.
Nesse sentido, a prática do fichamento se torna um meio simbólico de mostrar aos adolescente e ao jovem que as suas leituras e práticas de pesquisa não precisam ser algo meramente passageiro e desvinculado de seu futuro. Na verdade, um livro lido hoje pode precisar ser citado em um trabalho futuro e que a vida de um(a) pesquisador(a) pode fazer com que as pessoas se especializem em um determinado campo e se torne referência naquele assunto.
Antes de chegar à etapa do fichamento, é preciso antes conhecer as etapas de criação de um projeto de pesquisa, pensar em seu tema, objetivos, justificativa, hipóteses, procedimentos metodológicos, a qual pergunta a pesquisa precisa responder para então realizar uma pesquisa bibliográfica. | Foto: Cottonbro/ Pexels.
Um pouquinho da história brasileira da iniciação científica no Ensino Médio
Um artigo publicado por duas pesquisadoras brasileiras, publicado na revista científica Pesquisas e práticas psicossociais, em 2015, aponta que os programas de Iniciação Científica no Ensino Médio (IC/EM) vêm sendo desenvolvidos no país deste meados dos anos 1980. Em resumo, são fruto de políticas públicas educacionais, institucionalizadas e financiadas principalmente pelo Estado, se configurando como mecanismo de educação científica e de inclusão social das juventudes.
“Subvertendo o modelo pedagógico tradicional, a metodologia dos Programas de IC/EM consiste na participação ativa de jovens oriundos das redes pública e privada, da educação básica e tecnológica, com disponibilidade integral para os estudos, no cotidiano dos contextos formais de pesquisa, em universidades, institutos de pesquisa e tecnológicos, sob a orientação de pesquisadores qualificados”,Shirley Arantes e Simone Peres.
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Referências Bibliográficas
ARANTES, Shirley de Lima Ferreira; PERES, Simone Ouvinha. Programas de iniciação científica para o ensino médio no Brasil: educação científica e inclusão social. Pesquisas e práticas psicossociais, São João del-Rei, v. 10, n. 1, p. 37-54, jun. 2015 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/pdf/ppp/v10n1/04.pdf>. Acesso em 29 Jul. 2024, às 22h20.
OLIVEIRA, Vânia Beatriz Vasconcelos de; BENTES, Michelliny Pinheiro de Matos; CORREA, Carmem Silvia Andrade; SILVA, Izabel Cristina. Educomunicação em projeto de iniciação científica e popularização da ciência florestal, Fortaleza, Anais II CONEDU… Campina Grande: Realize Editora, 2015. Disponível em: <https://www.editorarealize.com.br/index.php/artigo/visualizar/15924>. Acesso em: 29 Jul. 2024 , às 23h10.
]]>3227Edição da Revista Viração pauta saúde sexual das juventudes e traz entrevista com Erika Hilton
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Fri, 26 Jul 2024 06:44:13 +0000https://universoeducom.org/?p=3253Já está disponível a nova edição da evista Viração, que foi produzida a partir da prática de educomunicação, em que jovens da Agência de Notícias “Pra Brilhar” se envolveram na curadoria, mobilização e participação de convidados(as), criação fotográfica e textual, além do levantamento e definição de assuntos a serem tratados nesta edição. A produção da […]
Já está disponível a nova edição da evista Viração, que foi produzida a partir da prática de educomunicação, em que jovens da Agência de Notícias “Pra Brilhar”se envolveram na curadoria, mobilização e participação de convidados(as), criação fotográfica e textual, além do levantamento e definição de assuntos a serem tratados nesta edição. A produção da revista recebeu recursos deliberados pela Coordenadoria de IST/Aids da cidade de São Paulo, por meio do Termo de Fomento nº 07, da Secretaria Municipal de Saúde, de 2021.
Folheie a versão digital
A íntegra da versão digital pode ser lida abaixo. Toque nas setas brancas (à direita do visualizador abaixo) para ver toda a revista; também é possível visualizar em tela cheia, bastando tocar no ícone do canto inferior à direita.
Conheça alguns destaques desta edição
Enquete | Seção Manda Vê tenta copreender como pessoas de gerações diferentes percebem o HIV em suas vidas;
Galera Repórter | Jovens entrevistam a deputada federal Érika Hilton (PSOL) sobre a importância do poder público no enfretamento da pandemia de HIV/Aids na cidade de São Paulo;
Reportagens e Matérias | Versam sobre assuntos como a prevenção combinada ao HIV, sobre o Projeto Acervo Bajubá (de preservação de memórias das comunidades LGBTQIAPN+), história do projeto “Silence = Death” (Silêncio é igual à Morte, em tradução livre), sobre o Projeto de Prevenção Heliópolis Investindo na Vida, além do novo medicamento aprovado pela Anvisa (que une duas substâncias de controle do HIV em um único comprimido) etc.;
Linha do Tempo | Conheça importantes marcos históricos dos 20 anos de iniciativas de prevenção ao HIV na cidade de São Paulo;
Mega pôsteres | Conheça a equipe que ajudou a poduzir esta edição da revista e veja um ilustração lindíssim em linguagem de painel de desenhos e adesivos;
Como se faz | Aprenda a fazer e aplicar o lambe lambe, mídia alternativa em forma de cartazes/ panfletos para fixação em paredes, muros e postes, na divulgação de causas sociais.
Um trabalho educomunicativo que atravessa duas décadas
A Revista Viração é uma publicação impressa/digital editada há 18 anos e que deu origem à organização social Viração Educomunicação. Segundo o site oficial da entidade, a publicação foi criada “por meio de processos educomunicativos que mobilizam adolescentes e jovens a escreverem sobre temas de relevância sociocultural e política, valorizando suas perspectivas”. Historicamente, suas edições impressas e digitais são distribuídas em meio impresso e digital.
Já teve fases em que teve periodicidade mensal, edições especiais/ pontuais e, desde 2015, passou a ser publicada uma vez por semestre. A mídia segue promovendo a defesa e a garantia dos direitos de adolescentes e jovens brasileiros.Com atuação em rede, possibilita a participação de jovens de diferentes locais do país ou que integrem grupos formados para atuação em programas e projetos.
Agência educomunicativa PositHIVa “Pra Brilhar”
“Pra Brilhar” nasceu como projeto para atuar na conscientização sobre a Prevenção Combinada do HIV/Aids junto à população LGBTQIAP+, considerando a intersecção de gênero, sexualidade, raça e classe. Dentre as ações, estão o desenvlvimento de processos de mobilização, formação e produção midiática. As ações são implementados em parceria com a Coordenadoria de IST/Aids da Cidade de São Paulo. A partir de 2022, o projeto passa a se reposicionar como agência de notícias produzida com e para as juventudes, através de técnicas da Educomunicação e da educação entre pares. Clique aqui para acessar o Instagram da Agência.
]]>3253Projeto “Arteando por aí” é referência de arte-educação em Itapejara d’Oeste (PR)
https://universoeducom.org/projeto-arteando-por-ai-e-referencia-de-arte-educacao-em-itapejara-doeste-pr/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=projeto-arteando-por-ai-e-referencia-de-arte-educacao-em-itapejara-doeste-pr
Thu, 25 Jul 2024 15:09:59 +0000https://universoeducom.org/?p=3153No início de Julho, tive o prazer de participar de um projeto de educação para solidariedade da Identidade PUCPR (Diretoria de Identidade Institucional da Pontifícia Universidade Católica do Paraná), em Itapejara d’Oeste (PR), quando pude conhecer um pouquinho dotrabalho da educadora Solange Bender Locatelli, que me apresentou um projeto incrível de arte-educação, cidadania e participação […]
No início de Julho, tive o prazer de participar de um projeto de educação para solidariedade da Identidade PUCPR (Diretoria de Identidade Institucional da Pontifícia Universidade Católica do Paraná), em Itapejara d’Oeste (PR), quando pude conhecer um pouquinho dotrabalho da educadora Solange Bender Locatelli, que me apresentou um projeto incrível de arte-educação, cidadania e participação social de crianças, chamado “Arteando por aí”. Ele foi realizado ao longo de 2023.
Um projeto que nasce da escuta atenta ativa das infâncias
A pergunta norteadora, sobre a qual se desenvolve todo o projeto foi “O que tem de arte aqui em nossa região?”. Inicialmente, foram realizadas visitas a exposições artísticas locais e regionais, bem como uma expedição ao estúdio do artista Victor Zanotto, na cidade vizinha de Pato Branco (PR). A partir daí, meus amigos(as)… As crianças foram estimuladas a expressar suas ideias, dúvidas, sugestões e, certamente a colocarem a mão na massa! (Ou na tinta, rs) Muitas outras rodas de conversa, pinturas em papel, em mural, montagem de exposições, aulas expositivas, dialogais, pesquisas sobre artistas plásticos renomados(as) e práticas integradoras rolaram! Inclusive, teve mediação de construção coletiva de arte surrealista em parede da escola, com o artista visual Rodrigo Piasecki.
Registro audiovisual que encanta
A Regional da Sicredi, que atende a regiões do Paraná, Santa Catarina e a região metropolitana de Campinas (SP) produziu um vídeo que ajuda a resumir a proposta do projeto, ao mesmo tempo que valoriza a participação das crianças e depoimentos de quem esteve intimamente ligado com o processo. Está iniciativa está ligada ao “A União Faz a Vida”, que é o principal programa de educação do Sicredi – Sistema de Crédito Cooperativo (a primeira instituição financeira cooperativa da América Latina), cujo objetivo é promover a construção e vivência de atitudes e valores de cooperação e cidadania. Assista abaixo!
Sintonia com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC)
O projeto se mostra alinhado ao Ensino de Artes previsto pela BNCC para as turmas dos anos iniciais do ensino fundamental (código EF15AR04), no que diz respeito a “Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais”.
Criança feliz, educadora feliz!
A página da web que reúne maiores informações sobre o projeto, nos revela o que foi mais marcante em todo o projeto de arte-educação para a educadora. Solange relata que a surpresa e alegria da garotada em vivenciar experiências junto a uma diversidades de materiais, pessoas e espaços de aprendizado deixou tudo mais agradável para os(as) educandos(as).
“O brilho nos olhos de cada criança em cada etapa do processo foi muito visível, mas quando estavam em interação com os artistas que fizeram atividades com a turma, foi mágico! Manusear em tinta, paredes, muros, papéis… As crianças, as famílias, a comunidade de aprendizagem engajaram muito bem; foi algo marcante demais este projeto. Se tornaram unidos e íntimos na união pela arte“,Solange Aparecida Venites Bender Locatelli.
Gratidão pela partilha, Sol!
Sei que a intensidade de atividades durante o tempo que estive aí não permitiu que a gente conversasse de forma mais aprofundada. No entanto, só tenho a agradecer por me mostrar o belo projeto que você liderou junto à criançada! Espero que esse post inspire e subsidie muitos(as) educomunicadores(as) e arte-educadores(as) a desenvolverem práticas inovadoras, artísticas e cidadãs com turmas da educação infantil!
]]>315310° Encontro Brasileiro de Educomunicação pauta políticas públicas e participação cidadã
https://universoeducom.org/10-encontro-brasileiro-de-educomunicacao-pauta-politicas-publicas-e-participacao-cidada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=10-encontro-brasileiro-de-educomunicacao-pauta-politicas-publicas-e-participacao-cidada
Sun, 21 Jul 2024 14:05:54 +0000https://universoeducom.org/?p=3070A ABPEducom – Associação Brasileira de Pesquisadores(as) e Profissionais em Educomunicação já está com as inscrições abertas para a 10ª edição de seu Encontro Brasileiro de Educomunicação, inclusive com opção de “valor social” e condições especiais para associados(as) e estudantes. Neste ano, o evento acontecerá em Brasília (DF), sede dos poderes Legislativo (Câmara Federal e […]
A ABPEducom – Associação Brasileira de Pesquisadores(as) e Profissionais em Educomunicação já está com as inscrições abertas para a 10ª edição de seu Encontro Brasileiro de Educomunicação, inclusive com opção de “valor social” e condições especiais para associados(as) e estudantes. Neste ano, o evento acontecerá em Brasília (DF), sede dos poderes Legislativo (Câmara Federal e Senado), Executivo (Palácio do Planalto) e Judiciário (Supremo Tribunal Federal), o que dialoga de forma extremamente íntima com o tema do encontro, “Educomunicação e políticas públicas: a urgência da participação social para a cidadania”.
Imagem aérea de Brasília. Foto: Reprodução TV Brasil/ Brasil Visto de Cima.
Prática de educomunicação no Brasil é forte graças ao trabalho de entidades sociais e universidades
A Educomunicação sempre encontrou diversos desafios para a sua consolidação enquanto política pública no Brasil. Atualmente, podemos afirmar que a prática educomunicativa se difunde, sobretudo, a partir da experiência de organizações da sociedade civilque atuam no campo dos direitos da criança e do adolescente, das juventudes, do direito à comunicação, e da educação ambiental; há de se destacar também o importante papel de universidades, que desenvolvem projetos de extensão, grupos de pesquisa e mantém núcleos que desenvolvem projetos educomunicativos.
Viração Educomunicação é um exemplo nacional de organização mais atuante neste campo. | Imagem: Reprodução/ Facebook Viração Educomunicação.
Quando o assunto é a implementação da educomunicação por força de decretos ou de legislações municipais e estaduais, podemos classificar essa prática como raridade.Os exemplos de iniciativas como as existentes nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Andirá (PR) e Cubatão (SP), por exemplo, são raridades. Apesar de extremamente relevantes, são muito pontuais, se considerarmos a partir da ótica quantitativa e de números absolutos em relação à numerosa quantidade de municípios brasileiros.
Pautar políticas públicas que fortaleçam a participação cidadã e a prática da educomunicação não poderia ser mais oportuno para um momento tão especial para a 10ª edição do evento.
Quem tem medo de políticas públicas de Comunicação e Educação?
Os entraves de promoção de uma educação libertadora e libertária, bem como de uma comunicação que seja, de fato, democrática, podem ser vistos como absolutamente perigosos para grupos que não desejam que crianças, adolescentes e jovens se tornem cidadãos críticos, leitores(as) de mundo e de mídias. Não é à toa, por exemplo, que têm surgido na última década, movimentos assustadores como o de implementação de escolas cívico-militares, tentativas de exclusão das disciplinas de Filosofia e Sociologia do currículo obrigatório, bem como o apelo pelo homeschooling (ensino domiciliar). Fomentar políticas públicas de comunicação e educação, portanto, é fundamental para a emancipação e formação de cidadãos mais conscientes, críticos e preparados para agir num mundo de profundas desigualdades sociais e econômicas, em que os veículos de comunicação de massa ainda exercem forte influência na formação da opinião pública.
Homenagem ao autor de “O Povo Brasileiro”
O evento também presta homenagem a Darcy Ribeiro, considerado uma das mentes que interpretou o Brasil, fundador da Universidade de Brasília (UnB), além de ter sido pioneiro no campo da mobilização social e política para a criação e desenvolvimento de políticas públicas transversais entre a Educação e a Comunicação, com olhar especial para o audiovisual (cinema, televisão e vídeo). Nasceu em Montes Claros (MG), em 1922 e morreu em Brasília (DF), em 1997. Foi antropólogo, romancista e político brasileiro.
Darcy Ribeiro foi um importante pensador sobre o contexto violento de formação do povo brasileiro, a partir da invasão dos territórios dos povos indígenas, tráfico e exploração de pessoas escravizadas e ação truculenta de colonizadores(as). Foto: Arquivo/ Fundação Darcy Ribeiro.
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