anymag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/unive503/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131The post Vem saber tudo sobre a família negra que estampa a capa da nova revista da Turma da Mônica! first appeared on Universo Educom.
]]>No site do projeto “Donas da Rua”, já é possível ler algumas tirinhas em que a personagem Milena aparece. “O ponto central do projeto é produzir e agregar conteúdos que vão demonstrar, através de histórias e exemplos, como meninas do Brasil e do mundo podem exercitar seu direito de ser o que quiserem e entender melhor conceitos como empoderamento e igualdade de oportunidades”, explica o canal oficial do projeto. Selecionamos duas historinhas com a Milena, desenvolvidas no âmbito do projeto pra você dar uma olhada logo abaixo 
Não é de hoje que personagens negros(as) aparecem nas histórias da Turma da Mônica. O Jeremias, por exemplo, foi criado antes mesmo do que o Cascão, a Magali, o Cebolinha e a própria Mônica. Entretanto, a primeira vez em que ele foi capa de uma Graphic Novel – a groso modo é uma espécie de HQ com estilo e traço “mais sofisticado” e alternativo – foi em Abril de 2018. O material, cujo título foi “Pele” tratou sobre racismo e você pode conferir uma matéria com o roteirista e desenhista da publicação no site do Judão.
Não é de hoje que movimentos sociais de promoção da igualdade racial vêm lutando pela representatividade e participação da população negra nos mais diferentes espaços sociais como nas universidades, mercado de trabalho, na política (câmaras de deputados, senado, assembleias legislativas e câmaras de vereadores, por exemplo) e também na mídia (no cinema, nas bancadas de telejornais, nas telenovelas, nas redações jornalísticas, publicidade, desenho animado, material didático etc.).
Desde o anúncio da nova personagem que passaria a protagonizar uma HQ, já é possível ver reações incríveis do público como essas no Twitter:
https://twitter.com/lalesdiniz/status/1091450068958359552
https://twitter.com/MyDeDeus/status/1023427731026075649
https://twitter.com/mariellefranco/status/943541486167252993
https://twitter.com/miladysiq/status/943069930475479041
A revistinha tem 14 páginas e pode ser comprada online no site da Panini por R$ 6,00. Se preferir, dá pra comprar a versão em inglês! Se liga na sinopse da história: “Milena é a nova moradora do bairro do Limoeiro, porém, sua timidez a faz ter dificuldades para fazer novas amizades. Mas um acidente com uma invenção do Franjinha pode ajudá-la… ou atrapalhar tudo!”.
Antes da Comic Con Experience 2018 (CCXP) ser realizada, as redes sociais da Maurício de Sousa Produções (MSP) já publicavam peças para chamar a atenção dos fãs para novidades e lançamentos que iriam ocorrer no evento. A imagem abaixo, por exemplo, mostra a personagem Milena na versão “Toy”, a Milena Maravilha. Foi uma forma dos(as) produtores(as) darem uma dica sobre a nova leva de gibis da MSP que vão cruzar historias da turminha com a de personagens da DC Comics, como Aquaman, Batman, Superman e Mulher Maravilha.
E aí? Gostaram da iniciativa? Deixe seu comentário! Aqui a gente interage com todo mundo 
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]]>O que são Conferências de modo geral e quem pode participar?
São eventos públicos, financiadas pelo poder público, em que pessoas de todas as idades e lugares podem participar gratuitamente. Algumas participam como ‘delegadas’, ou seja, estão no evento representando uma organização social (uma ONG ou uma Associação de Moradores, por exemplo), um grupo/movimento (exemplo: Grêmio Estudantil, coletivo de comunicadores, movimento pelo direito à moradia), ou um órgão público (Ministério Público, secretarias de governo etc.). Quem participa como ‘delegado(a)’ tem direito à voz e ao voto nos momentos de decisão. Os(as) demais participantes têm direito à voz, apenas. Ao final das conferências municipais, são eleitos(as) pessoas pra irem à conferência estadual. Na etapa estadual, são eleitos(as) novos(as) representantes para irem participar da conferência nacional.
O que geralmente acontece nessas Conferências?
Os representantes do poder público e dos cidadãos de forma geral se reúnem pra discutir coisas que podem ser feitas para melhorar as políticas públicas a favor de um público/ segmento (LGBTs, mulheres, crianças e adolescentes etc.) ou de uma temática importante para o país (saúde, educação, meio ambiente etc.). Nesse caso, teremos conferências que vão tratar da importância de ações para promover a igualdade racial, já que ela ainda não existe de forma plena no Brasil.
Por qual motivo é importante a participação de adolescentes e jovens?
Geralmente, a participação de pessoas de até 17 anos é pequena inclusive, nas conferências do direito das crianças e adolescentes! Com isso, os adultos deixam de ouvir as ideias desses públicos, já que muitas vezes ele não está presente para participar. Mas vale lembrar que tanto o Estatuto da Criança e do Adolescente, quanto o Estatuto da Juventude preveem a participação política na forma da lei e a participação social nos espaços de discussão de políticas públicas desses grupos. Portanto, peça autorização para os seus pais e para sua escola e participe!
Quando essas conferências acontecem?
Conferências livres (as que qualquer grupo pode realiza espontaneamente): até 3 de Abril;
Conferências municipais e intermunicipais: até 6 de Junho;
Conferências Estaduais e Distrital: até 30 de Agosto;
Conferência Nacional: De 5 a 7 de Novembro de 2017, em Brasília.
Qual vai ser o tema das Conferências de Igualdade Racial neste ano?
“O Brasil na Década dos Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”. A Década Internacional de Afrodescendentes foi declarada pela Organização das Nações Unidas (ONU); começou em Janeiro de 2015 e vai até dezembro de 2014. Deve ser celebrada por todos os 196 países-membros da Organização.
Com informações da Seppir – Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.
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