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O Memorial de Curitiba, localizado no centro histórico da capital paranaense, ficou completamente lotado para acompanhar a abertura do 2° Festival da Palavra, em Curitiba (PR), cuja atração principal foi a escritora mineira Conceição Evaristo. O evento aconteceu na noite de domingo (16/06/2024), com entrada gratuita, sob a realização da Fundação Cultural de Curitiba.
A seguir, preparamos uma lista ilustrada, com fotos e comentários dos principais momentos pra te contar um pouco de tudo o que rolou no evento!
1. Homenagens de aberturaAs artistas e atrizes Cleo Cavalcantty e Ingrid Bozza recitaram uma homenagem literária, em que exaltaram a biografia e a obra de Conceição Evaristo.
2. Trio de cantoras negrasComo parte das homenagens iniciais, as cantoras Katia Drumond, Rubia Divino e Janine Mathias entoaram canções ao som da percussão da Orquestra Onirê.
3. Conceição Evaristo colocando todo mundo pra dançarAo som dos atabaques e das canções em sua homenagem, a escritora se levantou e contagiou todas as convidadas especiais, que ocupavam as primeiras fileiras do local, a dançar! O sorriso e a alegria tomaram conta de todos(as) que participaram deste inusitado momento.
4. Mediação precisa da jornalista Aline ReisAline foi eleita, em novembro de 2023, como a jornalista mais admirada do sul do país pelo prêmio + Admirados(as) Jornalistas Negros(as) da Imprensa Brasileira. Logo no início da condução do evento, ela fez uma saudação especial às mulheres negras e afirmou “vocês são a cara de Curitiba”. Com leveza, bom humor e a sagacidade de uma leitora e jornalista que estudou e acompanha a trajetória da convidada, Aline conseguiu mesclar perguntas absolutamente instigantes sem deixar de perder a simplicidade e promoção de uma conversa inclusiva e gostosa de acompanhar.
5. O fenômeno Conceição EvaristoA escritora não é só um fenômeno literário, mas de relacionamento com o público, de sensibilidade, de assertividade na comunicação, no uso das palavras, olhares e silêncios… Impossível não ficar atento(a) aos seus gestos, sorrisos, críticas, recomendações, reflexões e comentários. Uma presença marcante e sábia, sem apelar a determinismos e se mostrando inteiramente aberta ao diálogo e à expressão calorosa de suas opiniões e ideias.
6. Espaço lotado demonstra a potência do público de leitores(as) e admiradores(as)As galerias e parapeitos de todos os andares, as escadarias de alto a baixo e todo o pátio térreo do Memorial de Curitiba ficaram lotados pela multidão que compareceu ao evento, que era aberto ao público. Eu mesmo encarei o desafio de me deslocar por todos os espaços possíveis para garantir ângulos e cenas diferentes na composição das fotografias. E valeu muito à pena!
7. Presença de autoridades, lideranças e movimentos sociaisA vereadora Giórgia Prates (PT – Curitiba); a ex-ouvidora geral da Defensoria Pública do Paraná e membro da Comissão de Igualdade Racial da OAB PR, Santa de Souza; a jornalista cofundadora do coletivo Parafuso Educomunicação, Juliana cordeiro; a pesquisadora, socióloga, educadora e doutoranda, Andressa Ignácio; a membro da Comissão Nacional para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e da Coordenação Social e Público do Marista Brasil, Rai Caldas Barbosa; a escritora, cantora e instrumentista Jô Macário; a pesquisadora do jornalismo literário e doutoranda em Comunicação da UFPR, Cintia Silva; a assessora de igualdade racial de Curitiba, Marli Teixeira, dentre outras incontáveis e talentosas mulheres negras foram presença fecunda no evento!
8. Recitação de Olhos D’águaQuem esteve presente conseguiu escutar a própria Conceição Evaristo recitando uma de suas brilhantes obras: Olhos d’água! Um privilégio e, ao mesmo tempo, uma lembrança que fica incrustrada em nossos corações e mentes. Conheça e adquira a obra completa aqui, pela Pallas Editora.
9. Pautas que edificam, encantam e formamConceito de “escrevivências”, processo criativo, ficção versus realidade, livros que está lendo, projetos futuros, composição de contos eróticos, participação de mulheres negras na literatura e na produção de romances, busca de inspiração, processos de observação e desafios da carreira foram alguns exemplos dos assuntos que permearam a conversa.
10. Álbum abertoAcesse a íntegra do álbum fotográfico online com todas as imagens que produzimos durante evento. Se for utilizá-las sem solicitar permissão, não se esqueça de dar os créditos a “Diego Silva Alves/ Universo Educom” ou de marcar o Instagram “@universoeducom” e “@diegohcom“.
Tá curioso pra saber da minha experiência com o evento? Em breve, quero contar tudo pra vocês lá no meu site pessoal! Em qual bar eu fui parar antes do evento, quais os desafios de fotografar a atividade, qual a minha conexão com as pautas discutidas, quais amigos(as) reencontrei por lá…
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]]>The post Websérie de 8 mini documentários discute luta antirracista first appeared on Universo Educom.
]]>Através de vídeos com, aproximadamente, 10 minutos cada, diversas temáticas de relevância social são discutidas de forma crítica, mobilizadora e reflexiva, citando exemplos, fazendo comparações, apresentando dados, expondo publicações jornalísticas e referenciando pesquisadores(as), organizações sociais de luta política pelos direitos da população negra, episódios da História pouco mencionados em livros didáticos, músicas, cenas de filmes, novelas e publicidade, ao mesmo tempo em que faz conexões com a realidade contemporânea encontrada pela negritude brasileira.
O material é ótimo para educadores(as) que querem investir no seu Letramento Racial, além de ser uma forma de impactar adolescentes e jovens na sensibilização e formação sobre importantes pautas étnico-raciais.
Assista aos episódios a seguir!
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EP. 1 | O Mito da Democracia Racial 
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EP. 2 | Do Navio Negreiro à Abolição 
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EP. 3 | Cota Não é Esmola 
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EP. 4 | Raça, Trabalho e Direitos 
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EP. 5 | Urbanização como Apartheid 
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EP. 6 | Mulheres Negras 
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EP. 7 | Racismo Estrutural 
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EP. 8 | Branquitude vs Antirracismo
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]]>The post Coletivo comemora ‘Julho das Pretas’ dando visibilidade às mulheres negras de sua rede first appeared on Universo Educom.
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Com postagens no Facebook, Instagram Stories, Twitter e portal institucional, o grupo pôde apresentar aos seus seguidores(as), 13 mulheres negras realizadoras e que já possuem uma caminhada de transformações sociais em suas áreas de atuação. De modo geral, são lideranças jovens que atuam em diferentes cidades brasileiras como Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Guarapuava (PR), além da capital paranaense.
Uma ação bastante simples, mas bastante importante para engrossar o coro de vozes que gritam por representatividade na mídia, reparação de direitos históricos violados, equidade nas relações de gênero e étnico-raciais.
Para conhecer quem são as mulheres homenageadas pelo coletivo e saber quais são os seus empreendimentos e/ou iniciativas sociais, educacionais, políticas ou culturais que integram, visite esta página no portal da Parafuso Educomunicação!
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Julho das Pretas 2017
No ano passado, uma das integrantes do coletivo, jornalista Juliana Cordeiro, realizou a produção de uma série de vídeos que retrataram atos político-culturais filmados durante eventos públicos realizados em Curitiba. Empoderamento da mulher negra, desafios sociais, produção artística negra e outras causas do movimento foram pautados nos vídeos.
Preparamos uma lista com todas essas produções e colocamos logo abaixo para você assistir 
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Capa da versão gratuita do e-book. Reprodução/ Unesco.
O e-book é uma produção da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, publicado em 2014, por meio da Divisão das Sociedades do Conhecimento – Setor de Comunicação e Informação, com apoio da Divisão para a Igualdade de Gênero, com financiamento do Governo da República da Bulgária.
Além de conteúdos descritivos, a publicação também conta com dossiê pedagógico e uma história em quadrinhos qua ajudam a compreender e trabalhar melhor com a biografia abordada. Ao todo, são 56 páginas que, ao tratar da história da personagem principal, também faz conexões com a história de Angola e seus desafios, como o tráfico de escravizados(as), construção de identidade da população e como a figura e atitudes de Njinga inspiraram diversas religiões de origem africana.

Capa da versão editada pela Cereja Editora: R$ 38,90. Reprodução/ Cereja Editora.
Você pode baixar a edição gratuita, clicando aqui. Entretanto, também é possível comprar a edição impressa através da internet, no site da Editora Cereja, que também traz os outros títulos da série. Infelizmente, o portal Universo Educom não encontrou outras edições da Série Mulheres na História da África, em língua portuguesa. Entretanto, listamos as edições disponíveis em Inglês e Francês.

Capa: Reprodução/ Cereja Editora.
Wangari Maathai e o Movimento do Cinturão Verde
Fundadora de uma ação que incentiva pessoas, sobretudo mulheres, a plantar árvores para enfrentar o desmatamento e a degradação ambiental. Foi a primeira mulher africana a receber um Prêmio Nobel (2014).
Download em Inglês | Download em Francês

Capa: Reprodução/ Cereja Editora.
Funmilayo Ransome-Kuti e a União das Mulheres de Abeokuta
Fundadora de um grupo que ultrapassou o número de 20 mil mulheres participantes: a Associação das Mulheres de Abeokuta, uma das mais impressionantes organizações do século 20!
Download em Inglês | Download em Francês
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]]>A série é uma das ações do projeto Afro Educom que, até o momento tem duas vertentes: uma que é financiada pelo projeto Inventar com a Diferença e Centro Cultural Humaita que prevê oficinas de produção audiovisual na Escola Estadual Rodolpho Zaninelli; a outra prevê a produção de conteúdo multimídia por um núcleo de jovens comunicadores(as) negros(as). Os conteúdos informativos sobre o projeto podem ser acessados nesta página do portal Parafuso Educom.
Veja os vídeos logo abaixo!
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