anymag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/unive503/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131The post Websérie de 8 mini documentários discute luta antirracista first appeared on Universo Educom.
]]>Através de vídeos com, aproximadamente, 10 minutos cada, diversas temáticas de relevância social são discutidas de forma crítica, mobilizadora e reflexiva, citando exemplos, fazendo comparações, apresentando dados, expondo publicações jornalísticas e referenciando pesquisadores(as), organizações sociais de luta política pelos direitos da população negra, episódios da História pouco mencionados em livros didáticos, músicas, cenas de filmes, novelas e publicidade, ao mesmo tempo em que faz conexões com a realidade contemporânea encontrada pela negritude brasileira.
O material é ótimo para educadores(as) que querem investir no seu Letramento Racial, além de ser uma forma de impactar adolescentes e jovens na sensibilização e formação sobre importantes pautas étnico-raciais.
Assista aos episódios a seguir!
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EP. 1 | O Mito da Democracia Racial 
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EP. 2 | Do Navio Negreiro à Abolição 
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EP. 3 | Cota Não é Esmola 
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EP. 4 | Raça, Trabalho e Direitos 
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EP. 5 | Urbanização como Apartheid 
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EP. 6 | Mulheres Negras 
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EP. 7 | Racismo Estrutural 
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EP. 8 | Branquitude vs Antirracismo
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]]>The post Dossiê revela que Brasil segue como país que mais mata travestis e transexuais do mundo first appeared on Universo Educom.
]]>Do total de 151 pessoas trans mortas em 2022, 65% dos casos foram motivados por crimes de ódio, com requinte de crueldade. 72% dos suspeitos não tinham vínculo com a vítima. De acordo com o relatório, a identidade de gênero é um fator determinante para essa violência.

Clique na foto para baixar o Dossiê na íntegra. | Foto: Divulgação/ ANTRA.
Para o ministro do MDHC, Silvio Almeida, apesar da tristeza estampada nas páginas do relatório, a existência do documento aponta para caminhos que levarão o Brasil a superar a tragédia dos números a partir da mudança e da transformação. “Quando falamos sobre gênero e sexualidade, somos acusados de sermos identitários. Pergunto a essas pessoas se é possível construir um país com os números que vemos agora”, provoca.
“É possível construir um país suportando o assassinato de pessoas só porque elas são o que elas são? Se não tivermos a decência de mudar essa realidade, não mereceremos ser um país”, reconhece.
A secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, destacou que pretende ultrapassar a simbologia de ser a primeira travesti a ocupar o cargo atual. “Iremos trabalhar com ousadia. Vamos realizar entregas importantes para a população brasileira. Os dados que recebemos hoje vão reger a criação das nossas políticas públicas”, enfatizou.
Destaques
Nos arrancaram desse espaço de forma cruel e danosa. Mas não tivemos medo: desenhamos novas estratégias pelos movimentos sociais. E quando não conseguiram deter a primavera que estava se avizinhando, voltamos a partir do dia 30 de outubro de 2022”. Keila Simpson, presidente da Antra, ao contextualizar o período vivido pelo Brasil nos últimos anos.
Já a secretária de Articulação Política da Antra, Bruna Benevides, apresentou os dados revelados pelo levantamento. Neste sentido, a pesquisadora citou o apagamento da luta de pessoas trans desde 2019. “Houve exclusão de comitês e mecanismos de proteção e visibilidade da pauta pelos ministérios dos Direitos Humanos, da Educação e das Relações Exteriores”, apontou. Na visão da pesquisadora, as notícias falsas contribuíram como método para silenciar pessoas transgênero.
Igualdade Racial
Na apresentação, Benevides aponta que a estimativa média de vida de pessoas trans em 2022 foi de 29,5 anos. 79,8% eram pessoas negras e pardas.
Presente na apresentação, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, afirmou que nos últimos anos existiu um processo político de negação da existência de pessoas negras e trans. “Esses números são extremamente impactantes. Isso tem relação com a necropolítica e o quanto esses corpos são descartáveis”, afirmou, ao se comprometer com a pauta.
Histórico
O “Dossiê: Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras” é feito pela ANTRA desde 2017. Além do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o levantamento também conta com o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). A versão digital do Dossiê está disponível no site antrabrasil.org e neste link.
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Assista à integra da Cerimônia de Lançamento logo abaixo:
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Texto: Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania.
Fotos: Divulgação/ Instagram da ANTRA
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]]>The post Vídeos da Turma da Mônica são aliadas à educação e ao enfrentamento de violências contra a mulher first appeared on Universo Educom.
]]>Cada um dos vídeos tem aproximadamente dois minutos, sendo um deles protagonizada pela versão clássica da turminha e outro pela galera da Turma da Mônica Jovem. Assista aos vídeos a seguir:
Ambos os materiais podem ser abordados em oficinas de educomunicação que discutam equidade de gênero, violências psicológicas, emocionais, patrimoniais e simbólicas contra a mulher, além da educação socioemocional de meninos.
As obras ajudam a identificar algumas situações concretas de machismo e violação de direitos das mulheres, apontando para soluções como rompimento do relacionamento, reflexão sobre as próprias atitudes, diálogo com amigos e familiares para buscar apoio, relação saudável e respeitosa entre meninos e meninas, além da divisão equilibrada das tarefas domésticas.
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