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]]>No livro Educomunicação: o conceito, o profissional e a aplicação, de Ismar de Oliveira Soares, que também é o atual presidente da ABPEducom, o autor defende que uma das áreas de intervenção da educomunicação é, justamente, a expressão comunicativa através das artes. Para ele, essa área “está atenta ao potencial criativo e emancipador das distintas formas de manifestação artística na comunidade educativa, como meio de comunicação acessível a todos”.
Em atividades de educom, é possível abordar temáticas do currículo formal das escolas ou assuntos de interesse do grupo, através da utilização de recursos midiáticos, das tecnologias e de metodologias ativas, dinâmicas e criativas. As linguagens proporcionadas pelas artes, como a pintura, o desenho, a fotografia, literatura, cinema/ audiovisual, expressão corporal, performance, design, escultura, música, dança e tantas outras também podem ser incorporadas em atividades como oficinas de educomunicação, programas e projetos de educação midiática. Tudo isso, desde que tratadas de forma crítica e construídas de maneira colaborativa, sem ferir direitos humanos ou violar princípios pedagógicos.
A pertinência do debate sobre as intersecções entre educomunicação e arte também ganha ares de luta social e política, dentro do contexto que a cultura atravessa no Brasil, desde a instauração do atual governo, acarretando diversas consequências. A começar pelo Ministério da Cultura, que apequenou sua estrutura e passou a ser uma Secretaria dentro do Ministério do Turismo, tendo seus ministros(as) envolvidos(as) em polêmicas que vão desde a produção de vídeo com semiótica nazista até a suavização da letalidade ditadura no país e de seu impacto no campo artístico do país.
Propostas políticas também deixaram de incentivar o ensino de Artes nas escolas públicas, afetando também as disciplinas de Sociologia e Filosofia. A medida, segundo especialistas, impacta em prejuízos à formação do público, na capacidade de leitura crítica das obras e vai contra o desenvolvimento de habilidades e competências previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) como, por exemplo, a de “analisar objetos da cultura material e imaterial como suporte de conhecimentos, valores, crenças e práticas que singularizam diferentes sociedades inseridas no tempo e no espaço”.
Livros, até então imunes de impostos, agora passam a sofrer com tributação, gerando aumento nos preços das obras, dificuldade do acesso e compra de novos títulos, bem como gerando uma crise no mercado editorial.
O cinema no país também tem vivido momentos de instabilidade e perdas, com cortes de 43% do orçamento do Fundo Setorial do Audiovisual em 2020. O recurso passou de R$ 650 milhões para R$ 300 milhões. Isso sem mencionar o anúncio do presidente da república, que estaria estudando a extinção da Ancine – Agência Nacional do Cinema e o pedido de cancelamento de edital de financiamento de séries com temática LGBT+, já pré-selecionadas para exibição em TVs públicas, a pedido do ministro da Cidadania, Osmar Terra, em agosto de 2019.

Reproduzimos a seguir, as informações disponibilizadas pela ABPEducom em seu site oficial, sobre os(as) convidados(as) da live.
Denise de Oliveira, educomunicadora de Sorocaba (SP) que integra iniciativas de arte e educação que contam narrativas negras e periféricas, como o Adeola Princesas e Guerreiras e o coletivo Viela 4. Entre o empreendedorismo social, a comunicação e as artes, Oliveira tem feito sua trajetória construindo outras formas de contar histórias. Ela é graduanda da licenciatura em Educomunicação da Universidade de São Paulo (USP) e tem pensado nas estratégias do sensível durante sua jornada no curso.
Antonio Xavier, doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP). É pesquisador em danças folclóricas brasileiras, tendo atuado como dançarino, coordenador e coreógrafo em diversos grupos no Rio Grande do Sul e em Curitiba (PR). Atualmente, é professor do curso de Comunicação Social – Rádio e TV da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus (BA). Coordena o projeto de extensão “Educação Musical para Crianças, Jovens e Adultos” da mesma instituição. É sócio da ABPEducom desde 2014 e membro fundador do Núcleo Regional da ABPEducom no Nordeste.
Sattva Orasi, educomunicadora formada pela USP. Desenvolve a sua atividade profissional na fotografia, vídeo e arte contemporânea, mediando projetos nestas áreas para jovens e adultos em escolas e instituições culturais. Destacam-se as suas colaborações com a Fundação Bienal de São Paulo, o Instituto Asas e o projeto Humanae. Atualmente, Orasi reside em Madri, onde vem ampliando sua formação em arte e educação.
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]]>2. Nessa garotada mucho loka.
3. Nesse ser gritante de madeira.
4. Nessa inspiração pra fazer um sistema solar, para as aulas de Ciências.
5. E nesse cabelo afro, todo trabalho na integração com a natureza hein?
6. Se jogar umas letras aleatórias e grandes, a imagem fica até com um charme especial!
7. O painel de aniversário pode inspirar um cenário para sua peça de teatro.
8. Tem colagem que vai te encher de vontade de fazer releituras de obras do Modernismo no Brasil, para as aulas de Artes ou de História, por exemplo.
9. Essa ideia que é super fácil de fazer, com apenas duas imagens.
10. Dá, inclusive, pra deixar a Frida Kahlo ainda mais divertida. Já pensou em aplicar isso ao xérox de rostos de outras personalidades?
11. Além do papel e da madeira, também pode aplicar em garrafas de vidro, o que ajuda a reciclar/ reutilizar um material que poderia ir para o lixo.
Agora vê se não sai por aí dizendo que colagem é coisa só de criança, viu?! Tem designers e artistas que fazem trabalhos da hora e super profissionais com colagem. Usando a criatividade e aperfeiçoando técnicas ao longo do tempo, você também pode surpreender seus/suas professores(as) na hora de entregar trabalhos! E que tal customizar a capa do livro ou do caderno, hein? Esperamos que essas fotos inspirem você
Até a próxima!
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2. Ou pode ser essa, com esses bonequinhos articulados inclusos.
3. Se vier com alguns lápis já usados, não tem problema.
4. Confesse: nas caixinhas organizadoras ajudaria na decoração do quarto.
5. Se vier com essas bolinhas, que ajudam a segurar o lápis, é só alegria!
6. Ausência de estojo não é desculpa pra não te presentear. Você organiza no chão mesmo.
7. Pode ser três de andares que, certamente, estarão em boas mãos!
8. Essas canetinhas hidrocor seriam um ótimo plus!
9. E tem casos em que só de ver a bundinha do lápis, já dá um arrepio.
10. Mas, enquanto essas dádivas não vêm, a gente aceita ir se virando com o quem, né não?
Você conhece alguém que desenha SUPER bem? Marque a @universoeducom nas obras dessa pessoa, lá no Instagram que a gente quer olhar e, com certeza, deixar o nosso like e nosso comentário (se o desenho for legal, logicamente, pq não somos obrigados, rs). Brincadeiras à parte, vai ser muito bom prestigiar o trabalho de desenhistas talentosos espalhados pelo mundo digital
Até a próxima, pessoal!
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