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direito à comunicação - Universo Educom https://universoeducom.org Hub digital de Educomunicação Sun, 05 May 2019 22:18:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://i0.wp.com/universoeducom.org/wp-content/uploads/2024/02/cropped-Logo-Universo-Educom-destaque-portal-low.png?fit=32%2C32&ssl=1 direito à comunicação - Universo Educom https://universoeducom.org 32 32 124162591 Videoclipe mostra a atmosfera do lançamento da exposição fotográfica do projeto ‘Observador’ https://universoeducom.org/videoclipe-mostra-a-atmosfera-do-lancamento-da-exposicao-fotografica-do-projeto-observador/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=videoclipe-mostra-a-atmosfera-do-lancamento-da-exposicao-fotografica-do-projeto-observador Sun, 05 May 2019 22:18:21 +0000 http://universoeducom.org/?p=1749 Em dois minutos, o vídeo veiculado nos canais de comunicação do projeto Observador, mostra um pouco de como foi a noite de lançamento da exposição fotográfica e do início das vendas do livro de imagens produzidas pelas crianças e adolescentes hospitalizados(as) no Hospital Pequeno Príncipe. As oficinas de produção fotográfica ocorreram no segundo semestre de […]

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Em dois minutos, o vídeo veiculado nos canais de comunicação do projeto Observador, mostra um pouco de como foi a noite de lançamento da exposição fotográfica e do início das vendas do livro de imagens produzidas pelas crianças e adolescentes hospitalizados(as) no Hospital Pequeno Príncipe.

As oficinas de produção fotográfica ocorreram no segundo semestre de 2018 e geraram diversas fotografias que retratam personagens, espaços do hospitais, arquitetura, serviço voluntário, momentos de brincadeira e leitura, de cuidados com pacientes e cantinhos que só quem circula no interior da unidade hospitalar consegue acessar.

Além de conseguirmos ver um pouquinho das fotografias expostas e de como ficou o livro, também é possível acompanhar a publicação sendo autografada pelos(as) fotógrafos profissionais convidados(as) do projeto, a circulação dos(as) visitantes da exposição, a organização espacial das imagens e os recursos de acessibilidade com execução de áudios referentes às fotografias para quem é cego ou tem baixa visão.

Serviço
De acordo com o site oficial do projeto, a exposição segue aberta para visitação até o dia 10 de maio, de segunda a sexta das 13h30 às 18h30. A entrada é gratuita.
Endereço: Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. Avenida João Gualberto, 570, bairro Alto da Glória, em Curitiba (PR).

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Educar para a leitura crítica da mídia e lutar para que ela seja mais democrática https://universoeducom.org/educar-para-a-leitura-critica-da-midia-e-lutar-para-que-ela-seja-mais-democratica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=educar-para-a-leitura-critica-da-midia-e-lutar-para-que-ela-seja-mais-democratica Fri, 20 Oct 2017 06:00:42 +0000 http://universoeducom.org/?p=930 Se existe um cartaz da época da escola que eu me lembre até hoje, esse cartaz era um baita papel que ficava na parede da biblioteca da Escola Estadual Ayrton Senna da Silva, em Foz do Iguaçu (PR). Consigo lembrar exatamente da minha sensação de espanto e impacto que senti ao ler a principal mensagem: […]

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Se existe um cartaz da época da escola que eu me lembre até hoje, esse cartaz era um baita papel que ficava na parede da biblioteca da Escola Estadual Ayrton Senna da Silva, em Foz do Iguaçu (PR). Consigo lembrar exatamente da minha sensação de espanto e impacto que senti ao ler a principal mensagem: ‘Você é o que você come’. O texto vinha acompanhado das ilustrações de duas garotas brancas, com diversos desenhos de alimentos em seus corpos. A garota gordinha estava recheada com pirulitos, bolos, bombons, biscoitos, balas, pudins, pizzas, hambúrgueres, refrigerante e toda lista das coisas que eu mais sentia prazer em comer naquela época. No corpo da menina mais magra, frutas, verduras, legumes e outros alimentos de origem animal, mineral e vegetal, itens que não consigo lembrar em detalhes. Na ocasião, interpretei a mensagem que aquela peça tentara me passar, muito rapidamente. E me achei um cara de sorte, pois comia absolutamente de tudo que a gordinha comia e ainda assim era magrão.

Só mais tarde, depois de uma graduação em jornalismo, pesquisas e práticas em educomunicação e atuação com as interfaces comunicação e direitos humanos é que fui me dando conta do quanto aquele tipo de comunicação era questionável e pouco adequado. Aquela bendita mídia impressa, o cartaz infeliz da biblioteca, não estava acompanhado de nenhuma discussão sobre os casos de pessoas que tem predisposição genética para engordar, metabolismo que funciona com ritmo diferente a depender de cada organismo ou que doenças hormonais poderiam estimular a produção e armazenamento de gordura no corpo. Tampouco que a dinâmica biológica de mulheres era diferente da dos homens em termos de formação de massa magra, retenção de líquidos etc. Só tinha um lado da história: ‘mude a alimentação e seus problemas com sobrepeso/ obesidade estarão automaticamente resolvidos’.

Agora, imagine você que o coitado do cartaz foi só um nano exemplo de como aquele pedaço de papel mexeu com a minha maneira de interpretar o motivo de algumas pessoas serem gordas ou magras. O grosso da informação, de fato, tem seu fundamento: alimentos saudáveis tendem a construir corpos mais saudáveis. Entretanto, a complementação daquelas informações me vieram depois de muito tempo, por outras vias…

Para além do cartaz, a mídia que mais esteve presente no meu cotidiano era a TV aberta. Muito da minha educação também foi construída através dos conteúdos que eu consumia por lá. E o pior de tudo isso é que sempre se tratou de um consumo não consciente. Assistia por entretenimento, sem que ninguém me dissesse para confrontar as ‘verdades absolutas’ dos telejornais, suspeitar e identificar as atitudes racistas, machistas e homofóbicas das ‘brincadeiras’ dos programas de ‘humor’ ou ainda que, apesar de não ser reflexo da realidade, as telenovelas teriam papel importante na construção de imaginários sociais de quem as assiste.

Faltou comentar, por fim, que a maioria de tudo o que eu consumia era fruta de produções advindas do eixo Rio-São Paulo. Ou seja, a comunicação não era pra todos: não era democrática! E dá pra afirmar que ainda não é. Por conta disso, os movimentos sociais que lutam pela democratização da mídia, criaram um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip), para propor aos governantes que mudem a formar de financiar, difundir e fiscalizar a comunicação no país. Esse desejo ficou ainda mais evidente durante a realização das Conferências locais, estaduais e nacional da Comunicação, evento realizado em 2009, quando a população pôde dar ideias sobre políticas públicas de comunicação.

 

A seguir, vou listar só cinco das dezenas de coisas boas que a democratização da comunicação pode trazer para a nossa sociedade e que, acredito eu, deva ser pauta nos processos de educação para a leitura crítica da mídia. Vamos lá?

1. Regulação econômica da mídia
Se toda a grana de publicidade advinda dos cofres públicos for destinada para os grandes veículos de comunicação, como ficam as mídias comunitárias e com incidência local e regional? Esse círculo vicioso existente atualmente faz os veículos já consolidados continuarem a crescer e as mídias alternativas a permanecerem à margem da utilização de um recurso que, em teoria, seria para viabilizar comunicação para todos(as), inclusive médios e pequenos veículos de mídia.

2. Maior incentivo à produção de conteúdo regional
Tem hora que cansa assistir novela onde a trama só acontece no Leblon ou num bairro nobre de São Paulo, né? De vez em quando até aparece alguma coisa numa periferia ou algum lugar do nordeste, mas é basicamente isso. E os telejornais nacionais que nunca ou muito pouco noticiam acontecimentos de Roraima, Acre, Alagoas, Tocantins e Sergipe, hein? Para fomentar a produção audiovisual que retrate os cenários, as pessoas e as situações fictícias ou reais dos 26 Estados brasileiros e Distrito Federal, é preciso políticas que estimulem os canais a acolherem essas produções e, por outro lado, que financie e mantenha a capacitação para produtores(as) criarem conteúdos que revelem as outras caras, paisagens e histórias do Brasil.

3. Responsabilização em casos de violação de direitos humanos
Quem já assistiu a um programa policialesco bem bagaceira, que expõe as pessoas antes que possam ter o direito de se defender ou serem ouvidos pela justiça? Ou aquela reportagem que expõe o rosto ou a voz de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual ou, supostamente, autoras de ato infracional? Abusos da mídia não devem ser censurados, mas práticas reiteradamente violadoras dos direitos humanos precisam ser identificadas e os veículos de comunicação que promovem esses crimes precisam ser responsabilizados.

4. Garantia dos serviços essenciais de comunicação para todos(as)
Comunicação, assim como a saúde e a educação também precisa ser compreendida como um direito de todos(as), como de fato o é. E se todos(as), hoje, têm direito a poder utilizar um hospital, unidade básica de saúde ou escola pública, por exemplo, também precisam ter direito ao acesso à comunicação em suas formas mais essenciais, como a radiodifusão (acesso à sinal de TV e rádio), serviços de voz e à rede em alta velocidade (internet banda larga, sobretudo). Ou você acha justo que comunidades rurais, ribeirinhas, indígenas e quilombolas não tenham acesso a nenhum desses serviços e vivam isoladas de se comunicar com o mundo?

5. Maior espaço para as rádios e TVs comunitárias
Não sei se vocês sabem mas as rádios comunitárias, por exemplo, só podem propagar o seu sinal pela distância de 1 km. Uma pessoa caminhando em ritmo normal consegue andar 6 km em uma hora! Ou seja, 1km de alcance é muita pouca coisa! Para fortalecer esses veículos, essa limitação arbitrária de cobertura (que também tem que seguir parâmetros de potência e número de estações por localidade) precisa mudar. Afinal, qual é o motivo do medo diante desses veículos de finalidade sociocultural serem geridos pela própria comunidade, sem fins lucrativos, hein?

Haveria muito mais coisas pra gente tratar, mas meu limite de caracteres tá chegou ao fim, rs! Quem quiser esticar o papo tem que visitar o site www.paraexpressaraliberdade.org.br e navegar pelos materiais que tem por lá. E só pra você saber: Outubro é o mês da Democratização da Comunicação. Dia 17 é considerado do “Dia C – Dia da Juventude Comunicativa” e “Dia Nacional da Democratização da Comunicação”. Dia 18 é o “Dia Mundial pela Democratização da Comunicação”. Foi por conta disso que nasceu a ideia para este post 😉

Super abraço e bora refletir sobre a importância da educomunicação/ educação para a leitura crítica da mídia pra não achar que o cartaz da escola ou a programação da TV são conteúdos inocentes e desprovidos de segundas intenções.

 

*Artigo escrito originalmente para o Blog Educação e Mídia, da Gazeta do Povo, por conta da parceria entre entre o Instituto GRPCOM e o coletivo Parafuso Educomunicação.

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10 vídeos para entender o que está em jogo com a democratização da comunicação https://universoeducom.org/10-videos-para-entender-o-que-esta-em-jogo-com-a-democratizacao-da-comunicacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=10-videos-para-entender-o-que-esta-em-jogo-com-a-democratizacao-da-comunicacao Fri, 20 Oct 2017 06:00:24 +0000 http://universoeducom.org/?p=948 Reunimos diversos vídeos que falam sobre democratização da comunicação para o caso de você querer planejar algum encontro ou oficina e debater sobre o assunto. Na lista abaixo você encontra vídeos com diferentes durações, formatos e origens. Entretanto, o gênero de todos eles é o mesmo: informativo! Se você conhece algum material audiovisual que não […]

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Reunimos diversos vídeos que falam sobre democratização da comunicação para o caso de você querer planejar algum encontro ou oficina e debater sobre o assunto. Na lista abaixo você encontra vídeos com diferentes durações, formatos e origens. Entretanto, o gênero de todos eles é o mesmo: informativo!

Se você conhece algum material audiovisual que não esteja em nossa lista, deixe seu comentário com o link para a sua dica de vídeo 😉 Assim, mais pessoas poderam ter acesso a outras formas de enxergar o assunto!

Júlio quer saber
Produzido pelo Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social

Levante sua voz – parte 1

Levante sua voz – parte 2

Entenda o que é Regulação da Mídia | EBC na Mídia

Ver TV discute a Regulação da Mídia | TV Brasil

Documentário ‘Diversidade: Democratização da Mídia’
Divulgado pelo Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP)

Democratização da Mídia | Programa ‘Extra-Classe’
Produzido pelo Sindicato dos Professores de Minas Gerais

Semana Nacional pela Democratização da Comunicação debate liberdade de expressão
Reportagem publicada pela TVT, na Semana pela Democratização da Comunicação

Democratização da Mídia, Fundamentalismo Religioso e o Caso Malafaia | Canal ‘Trocando uma Ideia’

A luta pela democratização da mídia no Brasil
Entrevista com o jornalista e secretário executivo do Fórum Nacional Pedro Rafael Vilela.
https://www.youtube.com/watch?v=qAPF3NTUiMk

Democratização da Comunicação no Brasil | Observatório da Sociedade Civil
Compilação dos principais momentos do debate “Impasses brasileiros: alternativas da sociedade civil para um desenvolvimento socioambientalmente justo”, que aconteceu dia 29 de julho de 2015, em São Paulo.


A seguir, postamos um vídeo mais, que já divulgamos em outro post aqui do portal!

Cordel da Regulamentação da Comunicação

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Baixe o mais recente relatório sobre direito à comunicação no Brasil, do Intervozes https://universoeducom.org/baixe-o-mais-recente-relatorio-sobre-direito-a-comunicacao-no-brasil-do-intervozes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=baixe-o-mais-recente-relatorio-sobre-direito-a-comunicacao-no-brasil-do-intervozes Sun, 09 Jul 2017 00:05:54 +0000 http://universoeducom.org/?p=602 Está disponível para download gratuito, o Relatório ‘Direito à Comunicação no Brasil 2016’, produzido pelo Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social. O arquivo traz análises de diversos aspectos que ajudam a compreender o cenário de violações do direito à comunicação e à liberdade de expressão e livre manifestação da opinião no país. Com 88 […]

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Está disponível para download gratuito, o Relatório ‘Direito à Comunicação no Brasil 2016’, produzido pelo Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social. O arquivo traz análises de diversos aspectos que ajudam a compreender o cenário de violações do direito à comunicação e à liberdade de expressão e livre manifestação da opinião no país.

Com 88 páginas, a publicação discute os ataques à comunicação pública, violações do direito à comunicação, o impacto da mídia no processo de golpe que levou ao impeachment de Dilma Rousseff, a ilegal prática de ter cargo político e ser dono de mídia, o comprometimento do princípio do Estado laico e os perigos que uma ausência de políticas de regulação do uso da internet podem trazer ao país.

A publicação é apoiada pela FES – Fundação Friedrich Ebert, uma organização alemã que já desenvolveu projetos em mais de 100 países. No Brasil, trabalho sobre questões sócio-políticas e econômicas que estão em discussão no país.

 

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