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A ABPEducom – Associação Brasileira de Pesquisadores(as) e Profissionais em Educomunicação já está com as inscrições abertas para a 10ª edição de seu Encontro Brasileiro de Educomunicação, inclusive com opção de “valor social” e condições especiais para associados(as) e estudantes. Neste ano, o evento acontecerá em Brasília (DF), sede dos poderes Legislativo (Câmara Federal e Senado), Executivo (Palácio do Planalto) e Judiciário (Supremo Tribunal Federal), o que dialoga de forma extremamente íntima com o tema do encontro, “Educomunicação e políticas públicas: a urgência da participação social para a cidadania”.
A Educomunicação sempre encontrou diversos desafios para a sua consolidação enquanto política pública no Brasil. Atualmente, podemos afirmar que a prática educomunicativa se difunde, sobretudo, a partir da experiência de organizações da sociedade civil que atuam no campo dos direitos da criança e do adolescente, das juventudes, do direito à comunicação, e da educação ambiental; há de se destacar também o importante papel de universidades, que desenvolvem projetos de extensão, grupos de pesquisa e mantém núcleos que desenvolvem projetos educomunicativos.

Viração Educomunicação é um exemplo nacional de organização mais atuante neste campo. | Imagem: Reprodução/ Facebook Viração Educomunicação.
Quando o assunto é a implementação da educomunicação por força de decretos ou de legislações municipais e estaduais, podemos classificar essa prática como raridade. Os exemplos de iniciativas como as existentes nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Andirá (PR) e Cubatão (SP), por exemplo, são raridades. Apesar de extremamente relevantes, são muito pontuais, se considerarmos a partir da ótica quantitativa e de números absolutos em relação à numerosa quantidade de municípios brasileiros.
Pautar políticas públicas que fortaleçam a participação cidadã e a prática da educomunicação não poderia ser mais oportuno para um momento tão especial para a 10ª edição do evento.

Manifesto das juventudes durante a 13ª Bienal da UNE. Foto: Reprodução/ Flickr do Levante Popular da Juventude.
Os entraves de promoção de uma educação libertadora e libertária, bem como de uma comunicação que seja, de fato, democrática, podem ser vistos como absolutamente perigosos para grupos que não desejam que crianças, adolescentes e jovens se tornem cidadãos críticos, leitores(as) de mundo e de mídias. Não é à toa, por exemplo, que têm surgido na última década, movimentos assustadores como o de implementação de escolas cívico-militares, tentativas de exclusão das disciplinas de Filosofia e Sociologia do currículo obrigatório, bem como o apelo pelo homeschooling (ensino domiciliar). Fomentar políticas públicas de comunicação e educação, portanto, é fundamental para a emancipação e formação de cidadãos mais conscientes, críticos e preparados para agir num mundo de profundas desigualdades sociais e econômicas, em que os veículos de comunicação de massa ainda exercem forte influência na formação da opinião pública.
O evento também presta homenagem a Darcy Ribeiro, considerado uma das mentes que interpretou o Brasil, fundador da Universidade de Brasília (UnB), além de ter sido pioneiro no campo da mobilização social e política para a criação e desenvolvimento de políticas públicas transversais entre a Educação e a Comunicação, com olhar especial para o audiovisual (cinema, televisão e vídeo). Nasceu em Montes Claros (MG), em 1922 e morreu em Brasília (DF), em 1997. Foi antropólogo, romancista e político brasileiro.

Darcy Ribeiro foi um importante pensador sobre o contexto violento de formação do povo brasileiro, a partir da invasão dos territórios dos povos indígenas, tráfico e exploração de pessoas escravizadas e ação truculenta de colonizadores(as). Foto: Arquivo/ Fundação Darcy Ribeiro.
Clique no banner acima para inscrição e mais informações. The post 10° Encontro Brasileiro de Educomunicação pauta políticas públicas e participação cidadã first appeared on Universo Educom.
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]]>Embarquei nesta jornada com expectativas altíssimas sobre o resultado que tanta pluralidade acrescentaria aos diálogos durante esse período na capital brasileira. Inicialmente, um suspense geral foi criado sobre o que ocorreria nos dois dias de oficina. Compreensivamente, esse suspense foi substituído por satisfação ao descobrir que o norte organizacional do evento seria uma construção coletiva e horizontal das atividades. Um gol de placa da organização, que conseguiu prevenir que a programação não enrijecesse a participação e a espontaneidade da juventude presente.
A quarta-feira (22/11) começou com um ar úmido e ventos dignos do clima litorâneo carioca. Sem dúvida, um belo convite para participar da dinâmica inicial, onde a finalidade, mais do que espantar qualquer vestígio de marasmo ou sono, era de nos conhecermos de maneira divertida e espontânea. Em roda e nos grupos de trabalho o primeiro dia foi dedicado a construir um acordo comum sobre convivência nos espaços e mapear os inquietamentos sobre a saúde da juventude. Um esforço coletivo para criar um primeiro cenário para as discussões e propostas de intervenção do segundo momento de oficina.
O fim de tarde foi de troca de figurinhas, com muito bom humor. Afinal, não é sempre que se tem tantos estados, gêneros e particularidades presentes em um mesmo endereço. De diálogos nos quartos a mergulhos na piscina do hotel em que estávamos hospedados, o clima foi de muita descoberta e curiosidade sobre o próximo, sobre suas vivências e expectativas. A ansiedade em saber tudo se tornou um obstáculo à necessidade de dormir e, para alguns, o segundo dia acabou virando a continuação do primeiro.

No fim da programação, a piscina do hotel estava mais que liberada para os(as) participantes! | Ilustração: Igor DiCastro.
O dia seguinte se concentrou em afunilar os temas levantados nos grupos anteriores, sobre saúde sexual e reprodutiva, álcool e outras drogas, mostrando que ainda há muitos obstáculos que devem ser ultrapassados até a produção de um material de comunicação realmente eficiente, mas que, a partir destes diálogos, cria-se uma direção para auxiliar o Ministério da Saúde na construção de um material informativo mais acessível e adequado à realidade juvenil.
Quando se aproxima o momento de se despedir do último almoço em Brasília, do último café em Brasília ou do último abraço nos amigos e amigas é que se evidencia o quão importante é criar espaços de diálogos e formação para a construção de politicas publicas para a juventude. Falei um pouco mais sobre essa experiência também em vídeo para o canal Pixel Polar Estúdio.
Ao fim, a despedida no Aeroporto Juscelino Kubitschek, antes de voltar a Curitiba, fui apresentada ao poema ‘Gratidão’, de Fernando Pessoa, o qual, um paragrafo traduz minha experiência nesta nave pousada no Distrito Federal:
“… Mas ao que nada espera, tudo que vem é grato”.
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Igor DiCastro viajou à Brasília (DF) representando o portal Universo Educom, a convite do Ministério da Saúde, que custeou as despesas envolvidas com a atividade.
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