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No país - Universo Educom https://universoeducom.org Hub digital de Educomunicação Thu, 09 Feb 2023 00:55:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://i0.wp.com/universoeducom.org/wp-content/uploads/2024/02/cropped-Logo-Universo-Educom-destaque-portal-low.png?fit=32%2C32&ssl=1 No país - Universo Educom https://universoeducom.org 32 32 124162591 Abertas as inscrições para a Plenária que vai debater desafios das políticas de comunicação no Paraná https://universoeducom.org/abertas-as-inscricoes-para-a-plenaria-que-vai-debater-desafios-das-politicas-de-comunicacao-no-parana/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=abertas-as-inscricoes-para-a-plenaria-que-vai-debater-desafios-das-politicas-de-comunicacao-no-parana Thu, 09 Feb 2023 00:55:25 +0000 http://universoeducom.org/?p=2452 A Frentex PR – Frente Paranaense pela Democratização da Comunicação e Liberdade de Expressão está com inscrições abertas para a sua Plenária Estadual, que ocorre no próximo sábado (11/02/2023), das 9h às 12h, no auditório da APP – Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Paraná. Na programação do evento estão previstos momentos como a […]

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A Frentex PR – Frente Paranaense pela Democratização da Comunicação e Liberdade de Expressão está com inscrições abertas para a sua Plenária Estadual, que ocorre no próximo sábado (11/02/2023), das 9h às 12h, no auditório da APP – Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Paraná.

Última Plenária Estadual da Frentex PR aconteceu em 2015, na Uninter, em Curitiba. | Foto: Diego Silva Alves.

Na programação do evento estão previstos momentos como a análise conjuntural das políticas de comunicação no Paraná e do Brasil, o levantamento das ações prioritárias da Frentex no Paraná, a proposição de ações estratégicas a serem levadas para a Etapa Nacional do Evento e a eleição de representantes do Paraná na 24ª Plenária Nacional do FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, que ocorrerá entre os dias 3 e 5 de Março de 2023, em São Paulo – SP.

 

O Brasil vive um novo momento e é necessário avançar muito em um projeto de comunicação mais plural, diverso, com escuta e participação da sociedade”. Frentex PR – Frente Paranaense pela Democratização da Comunicação e Liberdade de Expressão.

 

Clique aqui para se inscrever para participar do evento de forma presencial.


Serviço | Plenária Estadual da Frentex-PR

📅 Data: 11 de fevereiro, às 9h (com café da manhã)
📌 Local: Auditório da APP-Sindicato (Av. Iguaçu, n° 880, bairro Rebouças, Curitiba/ PR)
📱Transmissão ao vivo pelo instagram da Frentex @frentexpr
🔗 Link de inscrição: https://forms.gle/ZHDQby7H1JD6yc8f8

 

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Dossiê revela que Brasil segue como país que mais mata travestis e transexuais do mundo https://universoeducom.org/dossie-revela-que-brasil-e-o-pais-que-mais-mata-travestis-e-transexuais-do-mundo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dossie-revela-que-brasil-e-o-pais-que-mais-mata-travestis-e-transexuais-do-mundo Mon, 30 Jan 2023 11:49:13 +0000 http://universoeducom.org/?p=2386 Levantamento realizado pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) revela que, em 2022, 131 pessoas trans foram assassinadas no Brasil. Outras 20 tiraram a própria vida diante da discriminação e do preconceito presente na sociedade brasileira. Os dados constam no “Dossiê: Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras”, que foi entregue ao Ministério […]

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Levantamento realizado pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) revela que, em 2022, 131 pessoas trans foram assassinadas no Brasil. Outras 20 tiraram a própria vida diante da discriminação e do preconceito presente na sociedade brasileira. Os dados constam no “Dossiê: Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras”, que foi entregue ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) nesta quinta-feira (26).

Do total de 151 pessoas trans mortas em 2022, 65% dos casos foram motivados por crimes de ódio, com requinte de crueldade. 72% dos suspeitos não tinham vínculo com a vítima. De acordo com o relatório, a identidade de gênero é um fator determinante para essa violência.

Clique na foto para baixar o Dossiê na íntegra. | Foto: Divulgação/ ANTRA.

Para o ministro do MDHC, Silvio Almeida, apesar da tristeza estampada nas páginas do relatório, a existência do documento aponta para caminhos que levarão o Brasil a superar a tragédia dos números a partir da mudança e da transformação. “Quando falamos sobre gênero e sexualidade, somos acusados de sermos identitários. Pergunto a essas pessoas se é possível construir um país com os números que vemos agora”, provoca.

“É possível construir um país suportando o assassinato de pessoas só porque elas são o que elas são? Se não tivermos a decência de mudar essa realidade, não mereceremos ser um país”, reconhece.

A secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, destacou que pretende ultrapassar a simbologia de ser a primeira travesti a ocupar o cargo atual. “Iremos trabalhar com ousadia. Vamos realizar entregas importantes para a população brasileira. Os dados que recebemos hoje vão reger a criação das nossas políticas públicas”, enfatizou.

 

Destaques

Nos arrancaram desse espaço de forma cruel e danosa. Mas não tivemos medo: desenhamos novas estratégias pelos movimentos sociais. E quando não conseguiram deter a primavera que estava se avizinhando, voltamos a partir do dia 30 de outubro de 2022”. Keila Simpson, presidente da Antra, ao contextualizar o período vivido pelo Brasil nos últimos anos.

Já a secretária de Articulação Política da Antra, Bruna Benevides, apresentou os dados revelados pelo levantamento. Neste sentido, a pesquisadora citou o apagamento da luta de pessoas trans desde 2019. “Houve exclusão de comitês e mecanismos de proteção e visibilidade da pauta pelos ministérios dos Direitos Humanos, da Educação e das Relações Exteriores”, apontou. Na visão da pesquisadora, as notícias falsas contribuíram como método para silenciar pessoas transgênero.

 

Igualdade Racial

Na apresentação, Benevides aponta que a estimativa média de vida de pessoas trans em 2022 foi de 29,5 anos. 79,8% eram pessoas negras e pardas.

Presente na apresentação, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, afirmou que nos últimos anos existiu um processo político de negação da existência de pessoas negras e trans. “Esses números são extremamente impactantes. Isso tem relação com a necropolítica e o quanto esses corpos são descartáveis”, afirmou, ao se comprometer com a pauta.

 

Histórico

O “Dossiê: Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras” é feito pela ANTRA desde 2017. Além do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o levantamento também conta com o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). A versão digital do Dossiê está disponível no site antrabrasil.org e neste link.


Assista à integra da Cerimônia de Lançamento logo abaixo:


Texto: Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania.
Fotos: Divulgação/ Instagram da ANTRA


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Estudantes de escolas públicas podem participar do Desafio #ForaCoronavírus https://universoeducom.org/estudantes-de-escolas-publicas-podem-participar-do-desafio-foracoronavirus/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=estudantes-de-escolas-publicas-podem-participar-do-desafio-foracoronavirus https://universoeducom.org/estudantes-de-escolas-publicas-podem-participar-do-desafio-foracoronavirus/#comments Mon, 30 Mar 2020 19:35:54 +0000 http://universoeducom.org/?p=2016 Estão abertas as inscrições para o Desafio #ForaCoronavírus, destinado a estudantes de escolas públicas que queiram ajudar a conscientizar a população brasileira e disseminar informações educativas sobre a atual pandemia de COVID-19. Para participar, é preciso fazer uma postagem criativa no seu Instagram, TikTok ou Twitter sobre o novo coronavírus e usar a hashtag #ForaCoronavírus, […]

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Estão abertas as inscrições para o Desafio #ForaCoronavírus, destinado a estudantes de escolas públicas que queiram ajudar a conscientizar a população brasileira e disseminar informações educativas sobre a atual pandemia de COVID-19. Para participar, é preciso fazer uma postagem criativa no seu Instagram, TikTok ou Twitter sobre o novo coronavírus e usar a hashtag #ForaCoronavírus, além de citar a @embaixadoresedu, canal da organização promotora do concurso.

 

Quem pode participar

Estudantes de escolas públicas matriculados/as a partir do sexto ano do ensino fundamental II e terceiro ano do ensino médio.

 

Como participar

Quem quiser participar precisa seguir esses passos:

 

  1. Acessar o site do desafio e ler o edital completo.
  2. Produzir conteúdo educativo, informativo de conscientização sobre a prevenção da disseminação do Coronavírus (Covid19) no Brasil. O conteúdo pode ser em formato de vídeo, foto, meme, texto ou infográfico.
  3. Postar o conteúdo em alguma das seguintes redes sociais: Instagram, TikTok ou Twitter com a hashtag #ForaCoronaVirus e citando @embaixadoresedu.
  4. Manter o perfil na rede social público (e não privado), para que a organização possa acessar o conteúdo postado.
  5. Em caso de post no Instagram a postagem deverá ser no feed e não no stories.
  6. O post deverá estar no ar até duas semanas após o prazo final do desafio (02 de maio de 2020).
  7. Realizar a inscrição para o desafio no formulário com os dados

 

Dentre os critérios de avaliação estão a criatividade empregada na postagem, a qualidade da informação divulgada (nada de sair divulgando informações falsas ou fora de contexto) e a repercussão do conteúdo (visibilidade, compartilhamentos e comentários). Não existe limite de número de postagens por participante, mas todas elas devem seguir os passos necessários à participação.

 

Prêmios

Uma comissão de voluntários convidados pela organização realizadora escolherá as melhores postagens para premiar os/as responsáveis com:

1º lugar: um celular iPhone 11 (prêmio disponível para estudantes de todas as idades).

2º lugar: uma bolsa de estudos integral na Faculdade Arnaldo (prêmio exclusivo para estudantes do terceiro ano do ensino médio).

Prêmio geral: Participantes que estejam matriculados/as no ensino médio ganharão uma bolsa de estudos para cursos premium da Universidade Rock Content.

O regulamento do desafio também prevê a inclusão de novos prêmios, conforme a realização de parcerias com outras organizações.

 

Cronograma

Inscrições e postagem dos conteúdos: 19 de março a 19 de abril de 2020.

Postagens precisam estar disponíveis na web até: 02 de maio de 2020.

Divulgação dos resultados: Até 20 de junho de 2020.

Mais informações: foracoronavirus.com.br

 

Ajude a combater a desinformação, inscreva seu conteúdo e boa sorte!

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Concurso de redação do Senado premia jovens estudantes https://universoeducom.org/concurso-de-redacao-do-senado-premia-jovens-estudantes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=concurso-de-redacao-do-senado-premia-jovens-estudantes https://universoeducom.org/concurso-de-redacao-do-senado-premia-jovens-estudantes/#comments Mon, 16 Mar 2020 22:03:15 +0000 http://universoeducom.org/?p=1963 Você sonha em fazer a diferença na sociedade brasileira? Então, anote na agenda que as inscrições para o projeto Jovem Senador 2020 começa no dia 30 de março de 2020. O projeto é destinado a estudantes de escolas públicas estaduais com até 19 anos de idade. Para participar, é preciso escrever uma redação com o […]

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Você sonha em fazer a diferença na sociedade brasileira? Então, anote na agenda que as inscrições para o projeto Jovem Senador 2020 começa no dia 30 de março de 2020. O projeto é destinado a estudantes de escolas públicas estaduais com até 19 anos de idade. Para participar, é preciso escrever uma redação com o tema “Adolescência e o despertar para o exercício da cidadania“, além de ter seu texto escolhido por sua escola e enviado para o concurso via Secretaria Estadual de Educação.

Como parte da premiação, um total de 27 estudantes de todo o Brasil serão selecionados para participar de uma semana de atividades no Senado Federal, em Brasília (DF), em formato semelhante a atuação legislativa dos senadores da República. Como resultado, os jovens senadores e senadoras levarão suas ideias e formularão propostas legislativas que poderão tramitar no Congresso Nacional.

Requisitos

Para participar do programa, adolescentes e jovens interessados precisam:

  • Estar matriculados e com frequência regular no ensino médio de uma escola pública estadual ou do Distrito Federal durante o período de inscrição e a participação no programa (admitem-se as modalidades de ensino regular, profissional técnico integrado, especial e de jovens e adultos);
  • Ter, no máximo, 19 anos completos até o dia 31 de dezembro de 2020;
  • ter, obrigatoriamente, disponibilidade para participar da fase presencial do Jovem Senador 2020, em Brasília-DF, no período de 23 a 27 de novembro de 2020.

Além disso, não é permitida a participação de quem já foi jovem senador em edições anteriores ou seja parente até segundo grau em linha reta, colateral ou afim de senador, de secretário de Educação do respectivo estado ou do Distrito Federal e de integrantes da equipe organizadora do Jovem Senador no Senado.

Como participar

De acordo com o regulamento, as escolas públicas são as responsáveis pela primeira etapa do programa, organizando um concurso de redação entre seus estudantes. O regulamento também orienta que os textos devem ser produzidos, preferencialmente, em sala de aula. Para isso, todos(as) os(as) participantes devem ter um(a) professor(a) para orientar a pesquisa e elaboração das redações. O(a) professor(a) deve ser atuante na escola e ter vínculo formal com a Secretaria Estadual de Educação.

Além de estarem dentro do tema do programa, as redações enviadas precisam:

  • ser inéditas, não podendo ter sido publicadas em quaisquer mídias ou inscrita em concursos anteriores;
  • ter a tipologia textual dissertativa-argumentativa;
  • não ter identificação do estudante, da escola ou do estado de origem no corpo do texto;
  • não ter título;
  • ter no mínimo 20 linhas e no máximo 30 linhas;
  • ser manuscrita pelo próprio estudante;
  • ser legível;
  • estar em língua portuguesa, em conformidade com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa;
  • ser escrita com caneta azul ou preta;
  • ser transcrita para o papel com identificação do Jovem Senador, fornecido pelo Senado Federal no material enviado às escolas e disponível no site do Jovem Senador;
  • não ter rasuras, exceto se com um traço simples e sem parênteses.

Os(as) estudantes deverão ter plena liberdade para expor suas ideias, não sendo permitida a intervenção de terceiros na produção dos textos. Cada escola deve selecionar apenas uma redação vencedora, sendo permitida a participação estudantil no processo de escolha.

A produção escolhida deve ser enviada pela escola acompanhada de ficha de inscrição preenchida e assinada pela direção, professor(a) orientador(a), estudante e responsável, bem como cópia de RG e CPF do(a) estudante e professor(a) orientador(a). O envio da documentação física deve ser feito pela escola a uma unidade da Secretaria de Educação, conforme orientações contidas nesse link.

Depois disso, as Secretarias Estaduais farão a escolha de três textos finalistas por estado, que serão encaminhados ao Senado Federal. O Senado, por sua vez, escolherá uma redação vencedora por estado (totalizando 27 estudantes) para, em seguida, escolher três vencedores nacionais. Os 27 vencedores da etapa estadual serão os Jovens Senadores da edição 2020.

O regulamento completo com todas as orientações para participação está disponível nesse link.

Premiação

Além de passar uma semana em Brasília (DF) com as despesas pagas, os(as) jovens senadores deverão levar ideias que poderão se transformar em projetos de lei. Durante a semana presencial na capital federal, os(as) participantes trabalharão em cima das melhores ideias para chegar a três propostas legislativas. As propostas aprovadas pelos(as) jovens serão enviadas como sugestões legislativas à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal, podendo tramitar no Congresso Nacional e ser sancionadas pelo Presidente da República.

Além disso, as escolas que tiverem estudantes finalistas receberão publicações do Senado para compor o acervo de suas bibliotecas. Professores(as) orientadores(as), por sua vez, também acompanharão os(as) jovens senadores a Brasília e participarão de atividades de capacitação num total de 40 horas, com certificado emitido pelo Instituto Legislativo Brasileiro (ILB).

Cronograma

Período de inscrições: 30 de março a 14 de agosto de 2020.

Prazo para Secretarias Estaduais enviarem redações ao Senado: 18 de setembro de 2020.

Anúncio dos 27 vencedores estaduais: 6 de outubro de 2020.

Anúncio dos três primeiros lugares na etapa nacional: 27 de outubro de 2020.

Semana presencial Jovem Senador 2020 em Brasília (DF): 23 a 27 de novembro de 2020.

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Prorrogadas as inscrições para Concurso de Fotografia sobre Direitos da Mulher https://universoeducom.org/prorrogadas-as-inscricoes-para-concurso-de-fotografia-sobre-direitos-da-mulher/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=prorrogadas-as-inscricoes-para-concurso-de-fotografia-sobre-direitos-da-mulher Tue, 21 May 2019 13:45:27 +0000 http://universoeducom.org/?p=1843 As inscrições do 1° Concurso de Fotografia em Direitos Humanos foram prorrogadas de 20/05/2019 (segunda-feira) para 25/05/2019 (sábado). O concurso é realizado pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), campus Gaspar, e pelo Grupo de Pesquisa MESPE – Metodologia de Ensino, Saberes e Práticas Educativas. O tema desta primeira edição é “Mulheres e seus Direitos”. […]

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As inscrições do 1° Concurso de Fotografia em Direitos Humanos foram prorrogadas de 20/05/2019 (segunda-feira) para 25/05/2019 (sábado). O concurso é realizado pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), campus Gaspar, e pelo Grupo de Pesquisa MESPE – Metodologia de Ensino, Saberes e Práticas Educativas. O tema desta primeira edição é “Mulheres e seus Direitos”.

Para se inscrever sua fotografia, é necessário preencher um formulário online e estar ciente das informações do regulamento. Os prêmios variam de R$ 100 a R$ 300 e, em caso de dúvidas, as mesmas deverão ser sanadas através do e-mail concursofotografico.dh@gmail.com

Podem participar jovens de 15 a 29 anos, moradores(as) do Vale do Itajaí (SC), sejam amadores(as) ou profissionais. Tá esperando o quê para se inscrever?! Se você não mora na região participante do concurso, que tal enviar o link desta matéria para amigos(as) que morem lá ou postar em grupos de Facebook ou Whatsapp que possam se interessar, hein? #ficadica 😉

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Abertas as inscrições para Curso de Educação em Direitos Humanos online e gratuito https://universoeducom.org/abertas-as-inscricoes-para-curso-de-educacao-em-direitos-humanos-online-e-gratuito/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=abertas-as-inscricoes-para-curso-de-educacao-em-direitos-humanos-online-e-gratuito Sat, 30 Jun 2018 18:53:24 +0000 http://universoeducom.org/?p=1189 O curso à Distância ‘Educação em Direitos Humanos’ aceita inscrições até o dia 25 de Julho de 2018, através do site http://evg.gov.br/catalogo. A carga horária de estudos é de 30 horas e a certificação é dada aos concluintes pela Enap – Escola Nacional de Administração Pública. A iniciativa tem apoio do Ministério dos Direitos Direitos […]

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O curso à Distância ‘Educação em Direitos Humanos’ aceita inscrições até o dia 25 de Julho de 2018, através do site http://evg.gov.br/catalogo. A carga horária de estudos é de 30 horas e a certificação é dada aos concluintes pela Enap – Escola Nacional de Administração Pública.

A iniciativa tem apoio do Ministério dos Direitos Direitos Humanos e faz parte do PNEC DH – Programa Nacional de Educação Continuada em Direitos Humanos.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O que são Direitos Humanos
– Princípios e História dos Direitos Humanos;
– O Direito à Educação e a Educação em Direitos Humanos;
– Educação para Direitos Humanos no Brasil;
– Educação em Direitos Humanos.

Os Aspectos Históricos da Educação em Direitos Humanos
– Documentos de Referência;
– Tratados Internacionais;
– Promoção dos Direitos Humanos no Brasil;
– O Programa Nacional de Direitos Humanos;
– Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos.

A Educação em Direitos Humanos nos Dias de Hoje
– Quem Faz e Onde Acontece?;
– Abrangência da Educação em Direitos Humanos;
Educação em Direitos Humanos na Diversidade.

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Educar para a leitura crítica da mídia e lutar para que ela seja mais democrática https://universoeducom.org/educar-para-a-leitura-critica-da-midia-e-lutar-para-que-ela-seja-mais-democratica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=educar-para-a-leitura-critica-da-midia-e-lutar-para-que-ela-seja-mais-democratica Fri, 20 Oct 2017 06:00:42 +0000 http://universoeducom.org/?p=930 Se existe um cartaz da época da escola que eu me lembre até hoje, esse cartaz era um baita papel que ficava na parede da biblioteca da Escola Estadual Ayrton Senna da Silva, em Foz do Iguaçu (PR). Consigo lembrar exatamente da minha sensação de espanto e impacto que senti ao ler a principal mensagem: […]

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Se existe um cartaz da época da escola que eu me lembre até hoje, esse cartaz era um baita papel que ficava na parede da biblioteca da Escola Estadual Ayrton Senna da Silva, em Foz do Iguaçu (PR). Consigo lembrar exatamente da minha sensação de espanto e impacto que senti ao ler a principal mensagem: ‘Você é o que você come’. O texto vinha acompanhado das ilustrações de duas garotas brancas, com diversos desenhos de alimentos em seus corpos. A garota gordinha estava recheada com pirulitos, bolos, bombons, biscoitos, balas, pudins, pizzas, hambúrgueres, refrigerante e toda lista das coisas que eu mais sentia prazer em comer naquela época. No corpo da menina mais magra, frutas, verduras, legumes e outros alimentos de origem animal, mineral e vegetal, itens que não consigo lembrar em detalhes. Na ocasião, interpretei a mensagem que aquela peça tentara me passar, muito rapidamente. E me achei um cara de sorte, pois comia absolutamente de tudo que a gordinha comia e ainda assim era magrão.

Só mais tarde, depois de uma graduação em jornalismo, pesquisas e práticas em educomunicação e atuação com as interfaces comunicação e direitos humanos é que fui me dando conta do quanto aquele tipo de comunicação era questionável e pouco adequado. Aquela bendita mídia impressa, o cartaz infeliz da biblioteca, não estava acompanhado de nenhuma discussão sobre os casos de pessoas que tem predisposição genética para engordar, metabolismo que funciona com ritmo diferente a depender de cada organismo ou que doenças hormonais poderiam estimular a produção e armazenamento de gordura no corpo. Tampouco que a dinâmica biológica de mulheres era diferente da dos homens em termos de formação de massa magra, retenção de líquidos etc. Só tinha um lado da história: ‘mude a alimentação e seus problemas com sobrepeso/ obesidade estarão automaticamente resolvidos’.

Agora, imagine você que o coitado do cartaz foi só um nano exemplo de como aquele pedaço de papel mexeu com a minha maneira de interpretar o motivo de algumas pessoas serem gordas ou magras. O grosso da informação, de fato, tem seu fundamento: alimentos saudáveis tendem a construir corpos mais saudáveis. Entretanto, a complementação daquelas informações me vieram depois de muito tempo, por outras vias…

Para além do cartaz, a mídia que mais esteve presente no meu cotidiano era a TV aberta. Muito da minha educação também foi construída através dos conteúdos que eu consumia por lá. E o pior de tudo isso é que sempre se tratou de um consumo não consciente. Assistia por entretenimento, sem que ninguém me dissesse para confrontar as ‘verdades absolutas’ dos telejornais, suspeitar e identificar as atitudes racistas, machistas e homofóbicas das ‘brincadeiras’ dos programas de ‘humor’ ou ainda que, apesar de não ser reflexo da realidade, as telenovelas teriam papel importante na construção de imaginários sociais de quem as assiste.

Faltou comentar, por fim, que a maioria de tudo o que eu consumia era fruta de produções advindas do eixo Rio-São Paulo. Ou seja, a comunicação não era pra todos: não era democrática! E dá pra afirmar que ainda não é. Por conta disso, os movimentos sociais que lutam pela democratização da mídia, criaram um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip), para propor aos governantes que mudem a formar de financiar, difundir e fiscalizar a comunicação no país. Esse desejo ficou ainda mais evidente durante a realização das Conferências locais, estaduais e nacional da Comunicação, evento realizado em 2009, quando a população pôde dar ideias sobre políticas públicas de comunicação.

 

A seguir, vou listar só cinco das dezenas de coisas boas que a democratização da comunicação pode trazer para a nossa sociedade e que, acredito eu, deva ser pauta nos processos de educação para a leitura crítica da mídia. Vamos lá?

1. Regulação econômica da mídia
Se toda a grana de publicidade advinda dos cofres públicos for destinada para os grandes veículos de comunicação, como ficam as mídias comunitárias e com incidência local e regional? Esse círculo vicioso existente atualmente faz os veículos já consolidados continuarem a crescer e as mídias alternativas a permanecerem à margem da utilização de um recurso que, em teoria, seria para viabilizar comunicação para todos(as), inclusive médios e pequenos veículos de mídia.

2. Maior incentivo à produção de conteúdo regional
Tem hora que cansa assistir novela onde a trama só acontece no Leblon ou num bairro nobre de São Paulo, né? De vez em quando até aparece alguma coisa numa periferia ou algum lugar do nordeste, mas é basicamente isso. E os telejornais nacionais que nunca ou muito pouco noticiam acontecimentos de Roraima, Acre, Alagoas, Tocantins e Sergipe, hein? Para fomentar a produção audiovisual que retrate os cenários, as pessoas e as situações fictícias ou reais dos 26 Estados brasileiros e Distrito Federal, é preciso políticas que estimulem os canais a acolherem essas produções e, por outro lado, que financie e mantenha a capacitação para produtores(as) criarem conteúdos que revelem as outras caras, paisagens e histórias do Brasil.

3. Responsabilização em casos de violação de direitos humanos
Quem já assistiu a um programa policialesco bem bagaceira, que expõe as pessoas antes que possam ter o direito de se defender ou serem ouvidos pela justiça? Ou aquela reportagem que expõe o rosto ou a voz de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual ou, supostamente, autoras de ato infracional? Abusos da mídia não devem ser censurados, mas práticas reiteradamente violadoras dos direitos humanos precisam ser identificadas e os veículos de comunicação que promovem esses crimes precisam ser responsabilizados.

4. Garantia dos serviços essenciais de comunicação para todos(as)
Comunicação, assim como a saúde e a educação também precisa ser compreendida como um direito de todos(as), como de fato o é. E se todos(as), hoje, têm direito a poder utilizar um hospital, unidade básica de saúde ou escola pública, por exemplo, também precisam ter direito ao acesso à comunicação em suas formas mais essenciais, como a radiodifusão (acesso à sinal de TV e rádio), serviços de voz e à rede em alta velocidade (internet banda larga, sobretudo). Ou você acha justo que comunidades rurais, ribeirinhas, indígenas e quilombolas não tenham acesso a nenhum desses serviços e vivam isoladas de se comunicar com o mundo?

5. Maior espaço para as rádios e TVs comunitárias
Não sei se vocês sabem mas as rádios comunitárias, por exemplo, só podem propagar o seu sinal pela distância de 1 km. Uma pessoa caminhando em ritmo normal consegue andar 6 km em uma hora! Ou seja, 1km de alcance é muita pouca coisa! Para fortalecer esses veículos, essa limitação arbitrária de cobertura (que também tem que seguir parâmetros de potência e número de estações por localidade) precisa mudar. Afinal, qual é o motivo do medo diante desses veículos de finalidade sociocultural serem geridos pela própria comunidade, sem fins lucrativos, hein?

Haveria muito mais coisas pra gente tratar, mas meu limite de caracteres tá chegou ao fim, rs! Quem quiser esticar o papo tem que visitar o site www.paraexpressaraliberdade.org.br e navegar pelos materiais que tem por lá. E só pra você saber: Outubro é o mês da Democratização da Comunicação. Dia 17 é considerado do “Dia C – Dia da Juventude Comunicativa” e “Dia Nacional da Democratização da Comunicação”. Dia 18 é o “Dia Mundial pela Democratização da Comunicação”. Foi por conta disso que nasceu a ideia para este post 😉

Super abraço e bora refletir sobre a importância da educomunicação/ educação para a leitura crítica da mídia pra não achar que o cartaz da escola ou a programação da TV são conteúdos inocentes e desprovidos de segundas intenções.

 

*Artigo escrito originalmente para o Blog Educação e Mídia, da Gazeta do Povo, por conta da parceria entre entre o Instituto GRPCOM e o coletivo Parafuso Educomunicação.

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10 vídeos para entender o que está em jogo com a democratização da comunicação https://universoeducom.org/10-videos-para-entender-o-que-esta-em-jogo-com-a-democratizacao-da-comunicacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=10-videos-para-entender-o-que-esta-em-jogo-com-a-democratizacao-da-comunicacao Fri, 20 Oct 2017 06:00:24 +0000 http://universoeducom.org/?p=948 Reunimos diversos vídeos que falam sobre democratização da comunicação para o caso de você querer planejar algum encontro ou oficina e debater sobre o assunto. Na lista abaixo você encontra vídeos com diferentes durações, formatos e origens. Entretanto, o gênero de todos eles é o mesmo: informativo! Se você conhece algum material audiovisual que não […]

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Reunimos diversos vídeos que falam sobre democratização da comunicação para o caso de você querer planejar algum encontro ou oficina e debater sobre o assunto. Na lista abaixo você encontra vídeos com diferentes durações, formatos e origens. Entretanto, o gênero de todos eles é o mesmo: informativo!

Se você conhece algum material audiovisual que não esteja em nossa lista, deixe seu comentário com o link para a sua dica de vídeo 😉 Assim, mais pessoas poderam ter acesso a outras formas de enxergar o assunto!

Júlio quer saber
Produzido pelo Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social

Levante sua voz – parte 1

Levante sua voz – parte 2

Entenda o que é Regulação da Mídia | EBC na Mídia

Ver TV discute a Regulação da Mídia | TV Brasil

Documentário ‘Diversidade: Democratização da Mídia’
Divulgado pelo Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP)

Democratização da Mídia | Programa ‘Extra-Classe’
Produzido pelo Sindicato dos Professores de Minas Gerais

Semana Nacional pela Democratização da Comunicação debate liberdade de expressão
Reportagem publicada pela TVT, na Semana pela Democratização da Comunicação

Democratização da Mídia, Fundamentalismo Religioso e o Caso Malafaia | Canal ‘Trocando uma Ideia’

A luta pela democratização da mídia no Brasil
Entrevista com o jornalista e secretário executivo do Fórum Nacional Pedro Rafael Vilela.
https://www.youtube.com/watch?v=qAPF3NTUiMk

Democratização da Comunicação no Brasil | Observatório da Sociedade Civil
Compilação dos principais momentos do debate “Impasses brasileiros: alternativas da sociedade civil para um desenvolvimento socioambientalmente justo”, que aconteceu dia 29 de julho de 2015, em São Paulo.


A seguir, postamos um vídeo mais, que já divulgamos em outro post aqui do portal!

Cordel da Regulamentação da Comunicação

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Onde buscar informações sobre democratização da comunicação? https://universoeducom.org/onde-buscar-informacoes-sobre-democratizacao-da-comunicacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=onde-buscar-informacoes-sobre-democratizacao-da-comunicacao Thu, 19 Oct 2017 06:00:01 +0000 http://universoeducom.org/?p=936 Na Semana em que se comemora o Dia Nacional pela Democratização da Comunicação, o portal Universo Educom preparou uma série de conteúdos pra ajudar você a compreender melhor esse assunto e trabalhá-los em sua oficina ou sala de aula. Pra começar, estamos listando os canais de comunicação onde você pode buscar informações recorrentes sobre a […]

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Na Semana em que se comemora o Dia Nacional pela Democratização da Comunicação, o portal Universo Educom preparou uma série de conteúdos pra ajudar você a compreender melhor esse assunto e trabalhá-los em sua oficina ou sala de aula.

Pra começar, estamos listando os canais de comunicação onde você pode buscar informações recorrentes sobre a atuação das principais organizações que defendem e promovem a democratização da comunicação no país. Bora visitar os sites e dar follow das redes sociais?!

 


Artigo 19

“A ARTIGO 19 é uma organização não-governamental de direitos humanos nascida em 1987, em Londres, com a missão de defender e promover o direito à liberdade de expressão e de acesso à informação em todo o mundo. Seu nome tem origem no 19º artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU.

Com escritórios em nove países, a ARTIGO 19 está no Brasil desde 2007, e desde então tem se destacado por impulsionar diferentes pautas relacionadas à liberdade de expressão e informação. Entre as quais, estão o combate às violações ao direito de protesto, a proteção de defensores de direitos humanos e comunicadores, a descriminalização dos crimes contra a honra, a elaboração e a implementação da Lei de Acesso à Informação, e a construção e defesa do Marco Civil da Internet.

Contando com especialistas de diferentes campos, a organização atualmente se divide em quatro áreas: Acesso à Informação, Centro de Referência Legal, Direitos Digitais e Proteção e Segurança”.

Site | Facebook | Twitter | Instagram


Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

O Centro de Estudos da Mídia Alternativa ‘Barão de Itararé’ se soma a outras entidades e movimentos sociais que lutam pela democratização da comunicação, visando conquistar maior pluralidade e diversidade informativa e cultural no país. Entre outros objetivos, ele concentrará as suas atividades em cinco eixos centrais:

– Contribuir na ampliação da militância na luta pela democratização da comunicação;
– Fortalecer os fóruns existentes e incentivar novos espaços de atuação;
– Reforçar as mídias alternativas, comunitárias e públicas;
– Investir na formação dos novos comunicadores;
– Aprofundar os estudos sobre o papel da mídia na atualidade.

Site | Facebook | Twitter | Instagram


Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC)

“A democracia no Brasil não pode existir sem a efetiva democratização dos meios de comunicação. É a partir desse pressuposto que, desde os anos 1990, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) congrega entidades da sociedade para enfrentar os problemas da área no país. São mais de 500 filiadas, entre associações, sindicatos, movimentos sociais, organizações não-governamentais e coletivos que se articulam para denunciar e combater a grave concentração econômica na mídia, a ausência de pluralidade política e de diversidade social e cultural nas fontes de informação, os obstáculos à consolidação da comunicação pública e cidadã e as inúmeras violações à liberdade de expressão”.

Portal | Facebook | Twitter | Issuu


Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social

“O Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social é uma organização que trabalha pela efetivação do direito humano à comunicação no Brasil.

Para o Intervozes, o direito à comunicação é indissociável do pleno exercício da cidadania e da democracia: uma sociedade só pode ser chamada de democrática quando as diversas vozes, opiniões, culturas e raças que a compõem têm espaço para se manifestar.

O coletivo é formado por ativistas e profissionais com formação e atuação nas áreas de comunicação social, direito, arquitetura, artes e outras, distribuídos em 15 estados brasileiros e no Distrito Federal. Cada associada e associado do Intervozes é, ao mesmo tempo, promotor(a) de ações locais e colaborador(a) na formulação e realização de estratégias nacionais adotadas pelo coletivo”.

Site | Facebook | Twitter | Flickr | Blog no portal da revista Carta Capital


Para Expressar a Liberdade

“A campanha ‘Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo’ é uma iniciativa do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e nasceu da mobilização de dezenas de entidades do movimento social brasileiro reunidas em São Paulo, no dia 4 de maio de 2012, durante o Seminário Desafios da Liberdade de Expressão.

Site | Facebook


Renajoc – Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores(as)

“A Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores(as) foi criada em abril de 2008 no I Encontro de Adolescentes e Jovens Comunicadores(as) promovido pela ONG Viração Educomunicação, que antecedeu a 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude.

Desde então, a RENAJOC participa de ações que buscam unir adolescentes e jovens do Brasil para chamar a atenção para o Direito Humano à Comunicação, fazendo coberturas colaborativas de eventos relevantes para os adolescentes e jovens e integrando debates nacionais sobre adolescência, juventude e comunicação”.

Site | Facebook | Twitter | Issuu

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Inscreva seu projeto no ‘Criança Esperança 2018’ até 16 de Outubro! https://universoeducom.org/inscreva-seu-projeto-no-crianca-esperanca-2018-ate-16-de-outubro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=inscreva-seu-projeto-no-crianca-esperanca-2018-ate-16-de-outubro Tue, 19 Sep 2017 22:34:27 +0000 http://universoeducom.org/?p=823 Organizações sociais legalmente constituídas, com pelo menos três anos de fundação e que tenha atuação na área do projeto a ser proposto já podem concorrer ao processo seletivo do Criança Esperança 2018. As entidades interessadas devem entrar no site oficial, se cadastrar para só então submeter o projeto. A convocatória/ edital já pode ser baixado […]

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Organizações sociais legalmente constituídas, com pelo menos três anos de fundação e que tenha atuação na área do projeto a ser proposto já podem concorrer ao processo seletivo do Criança Esperança 2018. As entidades interessadas devem entrar no site oficial, se cadastrar para só então submeter o projeto. A convocatória/ edital já pode ser baixado em formato PDF; nele há todas as informações necessárias sobre público-alvo dos projetos, critérios de seleção, despesas que não serão financiadas e lista de documentação necessária. É uma condição de elegibilidade que a a organização esteja inscrita nos conselhos de direitos da criança e do adolescente ou nos conselhos municipal, estadual ou nacional de sua área de atuação.

A seguir, o portal Universo Educom reuniu um conjunto de perguntas-chaves sobre o edital pra você já ir se preparando para redigir sua proposta de projeto!

Qual é o prazo de divulgação dos resultados?
O edital prevê divulgar as iniciativas selecionadas em Abril de 2018, mas avisa que essa data pode sofrer alterações.

Qual é o período de execução dos projetos?
As organizações deverão propor projetos de até 12 meses de duração.

Qual a faixa de valor dos projetos?
As iniciativas deverão custar entre R$ 60 mil e R$ 300 mil. Fique de olho no edital para saber o que pode e o que não pode ser financiado com recursos do projeto, bem como as limitações de alguns itens também. As despesas com pagamento de pessoal não podem ultrapassar 60% do valor solicitado.

Quais as áreas de financiamento?
a) Educação;
b) Inclusão/cidadania;
c) Arte/cultura;
d) Esportes;
e) Juventudes.

Como sanar as dúvidas que surgirem sobre elaboração e apresentação dos projetos?
Isso pode ser feito exclusivamente através do e-mail criancaesperanca@unesco.org.br


Compartilhe o link desta matéria com aquele seu amigo(a) que está em busca de financiamento para projetos sociais! E no ano que vem, caso o seu projeto seja selecionado e voce tenha tomado a iniciativa de se inscrever por ter lido esta matéria do nosso portal, entre em contato conosco para contar essa história. Vai ser um prazer divulgar notícias sobre o seu projeto! #NaTorcida

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