Videodocumentário independente reafirma a importância dos(as) catadores(as) de materiais recicláveis

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Já está disponível para visualização integral, gratuita e online o videodocumentário ‘O Homem do Saco’, que se propõe aprofundar o debate sobre a importância e o impacto socioambiental do trabalhado dos(as) catadores(as) de materiais recicláveis para a cidade de São Paulo.

O documentário ‘mergulha no mundo desses trabalhadores e abre nossos olhos pra enxergar essas pessoas invisíveis, entrando na vida de diversos personagens e apontando quais são os problemas que encontram hoje e quais podem ser as possíveis soluções para uma vida mais digna’, explica a página oficial do filme no Facebook.

A produção pode ser um material de referência para a realização de oficinas de educomunicação e educação ambiental por escolas, organizações da sociedade civil, cineclubes, grupos e coletivos independentes.

Com direção de Carol Wachockier, Felipe Kfouri e Rafael Halpern, o filme conta com diversos prêmios, tem sido selecionado por vários festivais nacionais (em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Minas Gerais) e internacional (República Tcheca), desde 2015.


SUGESTÃO DE OFICINA EDUCOMUNICATIVA

1. Reúna a turma e peça para que escrevam em tiras de papel, adjetivos ou palavras-chave de como elas enxergam o que seria o ‘homem do saco’. Espere uns 5 minutos aproximadamente, até que todos possam escrever.
2. Quando todos já tiverem escrito, peça para que cada um leia a(s) palavra(s) elencada(s) e vá colocando-as no chão, para que todos(as) consigam vê-las.
3. Faça a exibição do videodocumentário ‘O Homem do Saco’, que tem duração de 58 minutos.
4. Estimule a turma a conversar sobre quais os momentos que mais gostaram e que mais chamaram atenção durante o filme. É importante perguntar se eles ainda associam aquelas palavras escritas inicialmente aos ‘homens do saco’ retratados no documentário. Traga os conceitos de estereótipo e estigma para o grupo e incentive que comentem sobre isso.
5. Ao final da atividade, o grupo pode produzir cartazes com frases que descontruam preconceitos e estereótipos contra os(as) trabalhadores(as) catadores(as) e espalhe-os pela escola, sede da organização social. Também é possível fotografar as produções e divulgá-las pelas redes sociais.

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